27/01 Deolindo Checcucci

Deolindo Checcucci

Deolindo Checcucci Neto (Salvador Bahia), diretor, dramaturgo, professor. Um dos alunos do Curso de Formação do Ator na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia – UFBA, em 1967 e 1968. Conclui o Bacharelado em Direção Teatral na Escola de Teatro da UFBA em 1978. Torna-se Mestre em Direção Teatral na Universidade do Kansas, Estados Unidos, 1983. 
Inicia como professor no Curso de Teatro e Expressão Corporal, 1970. Torna-se Chefe de Departamento de Técnicas do Espetáculo da Escola de Teatro da UFBA, no período de 1988 a 1992. Continua na gestão pelo Colegiado de Cursos, de 1992 a 1996. Encerra o trabalho como gestor na instituição sendo Diretor da Escola de Teatro da UFBA, de 1996 a 2000. É Professor Adjunto, paralelamente aos cargos de gestão da unidade. 
Participou de vários seminários, de 1970 a 1979, relativos à Dramaturgia e Teatro para a Infância e Juventude, firmando-se como diretor de espetáculos para o público infantil. O início como diretor teatral foi na cidade de Feira de Santana, Bahia, 1968. Foi um dos nomes mais ativos e premiados do teatro baiano. Trabalhou em parceria com importantes personalidades do cenário teatral como Cleise Mendes, Armindo Bião, Guido Guerra e Aninha Franco. 
Suas encenações caracterizam-se por duas frentes: uma dedicada ao público infanto-juvenil e a outra endereçada aos adultos. O fato de ser dramaturgo de praticamente todas as suas peças imprime muita personalidade aos espetáculos que dirige. Há uma temática recorrente, a transgressão. Para ele, o teatro é associado à reflexão, ao debate. O entretenimento pelo entretenimento impediria o teatro de ser plenamente o que é. Mesmo atento às possibilidades de divertimento oferecidas pelo teatro, procura uma marca de questionamento em suas produções. 
Suas contribuições ao Núcleo de Pesquisa sobre Teatro para Infância e Juventude da Escola de Teatro são relevantes, assim como os espetáculos que dirige para a Companhia de Teatro da UFBA. Professor no Bacharelado em Direção Teatral, entre os anos 80 e 90, influencia muitos alunos da instituição, principalmente em disciplinas como Cenografia, Prática de Ensaio e Direção e Montagem. É representante da geração que esteve vinculada à Escola de Teatro da UFBA durante os anos 60. Leva para Salvador, na década de 80, inovações nos procedimentos de cenografia, por conta dos estudos realizados nos Estados Unidos, como planos diferenciados de ação, estruturas verticais, tablados que invadem a platéia e cenas entre os espectadores. Em seus projetos percebe-se o interesse por montar regularmente autores brasileiros, sobretudo baianos. Em espetáculos dos anos 2000, associa o texto teatral à música. A experiência dessa junção em O Voo da Asa Branca é a mais bem sucedida. Desde os anos 60, reinventa-se como diretor, dialogando através do palco com tendências de cada década, assuntos que circulam pela cidade, temas de interesse, comentários sobre o espaço urbano e suas mazelas, cumprindo a função de provocar espectadores prioritariamente em Salvador.

Fonte: ASCOM/UFBA

 

 

“Peças de amor e ódio”, de Deolindo Checcucci

(Disponível no Repositório Institucional da UFBA: https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/16752)

Fechando a trilogia organizada por Deolindo Checcucci na coleção Teatro Baiano, esta publicação reúne os textos originais de espetáculos intensos, acompanhados de fotos e introduções escritas por diferentes autores. Estão presentes: Um Corte no Desejo; Curra; Sexo é com Walkíria; Ciúme de Você; e Misererenobis.

Fonte: EDUFBA
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“Musicais infanto-juvenis”, de Deolindo Checcucci

(Disponível no Repositório Institucional da UFBA: https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/16762)

Mais uma obra da coleção Teatro Baiano, este livro reúne textos introdutórios escritos por diferentes autores, o roteiro original e fotos dos espetáculos Um dia, um Sol; Na Lua, na Rua, na Tua; Em Busca do Sonho Perdido; A Coroa de Raquel; e Joana, a Boneca de Pano que Virou Barbie.

Fonte: EDUFBA
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Deolindo Checcucci e parte do elenco de “Vozes do Desejo”, no Teatro Martim Gonçalves, em Sonia Robatto, João Carlos Salles (Reitor da UFBA), Eliene Benicio (Diretora da Escola de Teatro da UFBA), Lia Robatto, Deolindo Checcucci e elenco de “Vozes do Desejo”, no Teatro Martim Gonçalves, em 21/01/2016.

O espetáculo, encenado pela Cia de Teatro da Escola de Teatro da UFBA e convidados, reúne trechos de nove peças de Deolindo, com direção de Hebe Alves e direção musical de Luciano Salvador Bahia.

A encenação celebra os 60 da Escola de Teatro e os 70 anos da Universidade Federal da Bahia, e é também uma homenagem ao ex-aluno, professor, dramaturgo, diretor teatral e ex-diretor da Escola, Deolindo Checcucci,

Foto: ASCOM/UFBA
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O espetáculo, encenado pela Cia de Teatro da Escola de Teatro da UFBA e convidados, reúne trechos de nove peças de Deolindo, com direção de Hebe Alves e direção musical de Luciano Salvador Bahia.

A encenação celebra os 60 da Escola de Teatro e os 70 anos da Universidade Federal da Bahia, e é também uma homenagem ao ex-aluno, professor, dramaturgo, diretor teatral e ex-diretor da Escola, Deolindo Checcucci.
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Lia Robatto e Deolindo Checcucci, após a encenação de “Vozes do Desejo”, no Teatro Martim Gonçalves, em 21/01/2016.

O espetáculo, encenado pela Cia de Teatro da Escola de Teatro da UFBA e convidados, reúne trechos de nove peças de Deolindo, com direção de Hebe Alves e direção musical de Luciano Salvador Bahia.

A encenação celebra os 60 da Escola de Teatro e os 70 anos da Universidade Federal da Bahia, e é também uma homenagem ao ex-aluno, professor, dramaturgo, diretor teatral e ex-diretor da Escola, Deolindo Checcucci,

Foto: ASCOM/UFBA
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