{"id":2439,"date":"2017-02-09T16:28:00","date_gmt":"2017-02-09T16:28:00","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufba.br\/gec\/?p=2439"},"modified":"2017-02-09T16:28:00","modified_gmt":"2017-02-09T16:28:00","slug":"ta-tudo-dominado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/2017\/02\/09\/ta-tudo-dominado\/","title":{"rendered":"T\u00e1 tudo dominado!"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400\">O que j\u00e1 se sabia a boca pequena foi tornado p\u00fablico ontem na aula inaugural do ano letivo da rede estadual, tanto pelo governador como pelo secret\u00e1rio de educa\u00e7\u00e3o do Estado da Bahia.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400\">Seguindo o modelo de v\u00e1rios outros estados, prefeituras e, inclusive, universidade p\u00fablicas, a rede estadual de educa\u00e7\u00e3o da Bahia passar\u00e1 a adotar, entre outras, a plataforma educacional desenvolvida pela empresa norte-americana Google. A Prefeitura de Salvador j\u00e1 adotou algo similar desde o ano passado nas suas EscolaLabs [<a title=\"Esciolabs\" href=\"\/\/www.correio24horas.com.br\/detalhe\/salvador\/noticia\/tecnologicas-e-funcionando-em-tempo-integral-para-alunos-da-rede-municipal-escolabs-serao-inauguradas-em-junho\/?cHash=2a9bcd59056d388a4b7831b9e9c6e6b1)\">aqui<\/a>], tendo o prefeito ACM Neto e o secret\u00e1rio de Educa\u00e7\u00e3o, Guilherme Bellintani visitado a empresa, nos Estados Unidos, no ano passado [<a title=\"Aratu Online ACM Neto na Google\" href=\"http:\/\/www.aratuonline.com.br\/noticias\/visita-ao-google-acm-neto-discute-detalhes-do-projeto-de-educacao-em-tempo-integral\/#\">aqui<\/a>]. <\/span><br \/>\n<figure id=\"attachment_4466\" aria-describedby=\"caption-attachment-4466\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/nlpretto\/files\/2017\/02\/EscolabBocaDoRio.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-4466 size-medium\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/nlpretto\/files\/2017\/02\/EscolabBocaDoRio-300x225.jpg\" alt=\"EscoLabs e Google\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-4466\" class=\"wp-caption-text\">Imagem de divulga\u00e7\u00e3o da Prefeitura de Salvador para o Projeto EscoLabs<\/figcaption><\/figure><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<span style=\"font-weight: 400\">Algumas das quest\u00f5es associadas \u00e0 essa duvidosa decis\u00e3o do Estado precisam ser destacadas. A primeira, diz respeito \u00e0 tranquilidade com que dirigentes da SEC e o pr\u00f3prio governador, segundo o <a title=\"A Tarde\" href=\"http:\/\/atarde.uol.com.br\/educacao\/noticias\/1837511-rede-estadual-tera-uma-parceria-com-o-google\">jornal A Tarde de hoje<\/a>, anunciam que a empresa fornecer\u00e1 <\/span><b>gratuitamente<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> a sua su\u00edte educacional para ser usada pelos estudantes da rede p\u00fablica do Estado da Bahia. Tendo \u00e0 frente da SEC um dos pioneiros militantes do movimento do software livre, o ex deputado e senador licenciado Walter Pinheiro, o governo vir a p\u00fablico afirmar que o custo do projeto \u00e9 zero \u00e9 uma total ingenuidade, para n\u00e3o dizer outra coisa. Quem n\u00e3o sabe que quando usamos esses sistemas ditos gratuitos, estamos, na verdade, remunerando essas empresas justamente com a moeda de maior valor no mundo contempor\u00e2neo: nossas informa\u00e7\u00f5es. TODAS, em caixa alta mesmo, todas as informa\u00e7\u00f5es sobre nossas vidas estar\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para uma \u00fanica empresa que vive, justamente, das informa\u00e7\u00f5es que armazena e opera! Que cada sujeito fa\u00e7a isso individualmente \u00e9 do seu foro \u00edntimo e do seu livre arb\u00edtrio. No entanto, que um governo passe a adotar como pol\u00edtica p\u00fablica, \u201cobrigando\u201d toda uma comunidade escolar l\u00e1 depositar seus dados e suas produ\u00e7\u00f5es, \u00e9 absolutamente lastim\u00e1vel.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400\">O que tem acontecido com o crescimento dessas grandes corpora\u00e7\u00f5es de TI, como Google, Facebook e outras, \u00e9 um grande desafio contempor\u00e2neo e a\u00e7\u00f5es p\u00fablicas no sentido de limitar a atua\u00e7\u00e3o dessas transnacionais precisam ser enfrentadas, principalmente atrav\u00e9s de pol\u00edticas p\u00fablicas corajosas.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400\">Um segundo aspecto, mais amplo, diz respeito, justamente, ao espantoso crescimento dessas empresas, o que tem se tornado uma preocupa\u00e7\u00e3o mundial. Atrav\u00e9s de algoritmos que ningu\u00e9m sabe muito bem como s\u00e3o constru\u00eddos, Google, por exemplo, deixa de ser apenas o nome de uma empresa e passa a ser um verbo: procurar, buscar. Como j\u00e1 fizemos com outras marcas no passado, como Coca-Cola, Gillette entre outras, hoje muitas dessas empresas est\u00e3o se tornando sin\u00f4nimo de internet ou de busca de informa\u00e7\u00e3o. O trabalho da jornalista Naomi Klein \u00e9 fundamental para melhor isso entender (<\/span><a title=\"No Logo\" href=\"http:\/\/www.naomiklein.org\/no-logo\"><i><span style=\"font-weight: 400\">No Logo<\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400\">).<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400\">Isso \u00e9 ainda mais preocupante pois, com o gigantismo dessas empresas e seus mecanismos computacionais desconhecidos, os resultados das buscas s\u00e3o assustadores e preocupantes. Mat\u00e9ria recente no jornal ingl\u00eas <\/span><a title=\"The Guardian\" href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/technology\/2016\/dec\/04\/google-democracy-truth-internet-search-facebook\"><i><span style=\"font-weight: 400\">The Guardian <\/span><\/i><\/a><span style=\"font-weight: 400\">analisa esses tendenciosos resultados que s\u00e3o buscados por 63 mil pesquisas por segundo, correspondendo a 5,5 bilh\u00f5es de buscas ao dia. Por outro lado, as hist\u00f3rias da not\u00edcias falsas no Facebook, que dominaram o notici\u00e1rio mundial nos \u00faltimos meses, mostrou a influ\u00eancia dessas not\u00edcias na elei\u00e7\u00e3o presidencial americana, n\u00e3o tendo ainda cessado o debate sobre o que fazer para isso evitar.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400\">Esses s\u00e3os alguns exemplos que demandam corajoso enfrentamento, como j\u00e1 disse, que precisa ser feito com regula\u00e7\u00e3o e pol\u00edticas p\u00fablicas que fortale\u00e7am as liberdades e a autonomia dos cidad\u00e3os.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400\">No caso da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica no estado da Bahia, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais contradit\u00f3ria, pois a pr\u00f3pria SEC, atrav\u00e9s do IAT (Instituto An\u00edsio Teixeira) tem desenvolvido um belo e avan\u00e7ado trabalho, de cria\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o de um <a title=\"SEC\" href=\"http:\/\/ambiente.educacao.ba.gov.br\">ambiente educacional<\/a><\/span><span style=\"font-weight: 400\">, uma plataforma constru\u00edda em software livre, licenciado em <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Creative Commons<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> e com intensa produ\u00e7\u00e3o colaborativa de Recursos Educacionais Abertos (REA), n\u00e3o dependente dessas empresas. Isso, sim, merece ser apoiado, ampliado e espalhado por toda a rede e poderia ser feito a partir de uma forte articula\u00e7\u00e3o dos diversos grupos que atuam na \u00e1rea de TI, envolvendo todas as 12 universidade e institutos de educa\u00e7\u00e3o superior p\u00fablicos aqui instalados, para a montagem de uma verdadeira opera\u00e7\u00e3o de liberta\u00e7\u00e3o da Bahia das amarras dessas empresas que, com a l\u00f3gica do gratuito, aprisionam os cidad\u00e3os &#8211; transformados em meros consumidores &#8211; em uma internet totalmente murada.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que j\u00e1 se sabia a boca pequena foi tornado p\u00fablico ontem na aula inaugural do ano letivo da rede estadual, tanto pelo governador como pelo secret\u00e1rio de educa\u00e7\u00e3o do Estado da Bahia. Seguindo o modelo de v\u00e1rios outros estados, prefeituras e, inclusive, universidade p\u00fablicas, a rede estadual de educa\u00e7\u00e3o da Bahia passar\u00e1 a adotar, entre outras, a plataforma educacional desenvolvida pela empresa norte-americana Google. A Prefeitura de Salvador j\u00e1 adotou algo similar desde o ano passado nas suas EscolaLabs [aqui], tendo o prefeito ACM Neto e o secret\u00e1rio de Educa\u00e7\u00e3o, Guilherme Bellintani visitado a empresa, nos Estados Unidos, no ano passado [aqui]. &nbsp; Algumas das quest\u00f5es associadas \u00e0 essa duvidosa decis\u00e3o do Estado precisam ser destacadas. A primeira, diz respeito \u00e0 tranquilidade com que dirigentes da SEC e o pr\u00f3prio governador, segundo o jornal A Tarde de hoje, anunciam que a empresa fornecer\u00e1 gratuitamente a sua su\u00edte educacional para ser usada pelos estudantes da rede p\u00fablica do Estado da Bahia. Tendo \u00e0 frente da SEC um dos pioneiros militantes do movimento do software livre, o ex deputado e senador licenciado Walter Pinheiro, o governo vir a p\u00fablico afirmar que o custo do projeto \u00e9 zero \u00e9 uma total ingenuidade, para n\u00e3o dizer outra coisa. Quem n\u00e3o sabe que quando usamos esses sistemas ditos gratuitos, estamos, na verdade, remunerando essas empresas justamente com a moeda de maior valor no mundo contempor\u00e2neo: nossas informa\u00e7\u00f5es. TODAS, em caixa alta mesmo, todas as informa\u00e7\u00f5es sobre nossas vidas estar\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para uma \u00fanica empresa que vive, justamente, das informa\u00e7\u00f5es que armazena e opera! Que cada sujeito fa\u00e7a isso individualmente \u00e9 do seu foro \u00edntimo e do seu livre arb\u00edtrio. No entanto, que um governo passe a adotar como pol\u00edtica p\u00fablica, \u201cobrigando\u201d toda uma comunidade escolar l\u00e1 depositar seus dados e suas produ\u00e7\u00f5es, \u00e9 absolutamente lastim\u00e1vel. O que tem acontecido com o crescimento dessas grandes corpora\u00e7\u00f5es de TI, como Google, Facebook e outras, \u00e9 um grande desafio contempor\u00e2neo e a\u00e7\u00f5es p\u00fablicas no sentido de limitar a atua\u00e7\u00e3o dessas transnacionais precisam ser enfrentadas, principalmente atrav\u00e9s de pol\u00edticas p\u00fablicas corajosas. Um segundo aspecto, mais amplo, diz respeito, justamente, ao espantoso crescimento dessas empresas, o que tem se tornado uma preocupa\u00e7\u00e3o mundial. Atrav\u00e9s de algoritmos que ningu\u00e9m sabe muito bem como s\u00e3o constru\u00eddos, Google, por exemplo, deixa de ser apenas o nome de uma empresa e passa a ser um verbo: procurar, buscar. Como j\u00e1 fizemos com outras marcas no passado, como Coca-Cola, Gillette entre outras, hoje muitas dessas empresas est\u00e3o se tornando sin\u00f4nimo de internet ou de busca de informa\u00e7\u00e3o. O trabalho da jornalista Naomi Klein \u00e9 fundamental para melhor isso entender (No Logo). Isso \u00e9 ainda mais preocupante pois, com o gigantismo dessas empresas e seus mecanismos computacionais desconhecidos, os resultados das buscas s\u00e3o assustadores e preocupantes. Mat\u00e9ria recente no jornal ingl\u00eas The Guardian analisa esses tendenciosos resultados que s\u00e3o buscados por 63 mil pesquisas por segundo, correspondendo a 5,5 bilh\u00f5es de buscas ao dia. Por outro lado, as hist\u00f3rias da not\u00edcias falsas no Facebook, que dominaram o notici\u00e1rio mundial nos \u00faltimos meses, mostrou a influ\u00eancia dessas not\u00edcias na elei\u00e7\u00e3o presidencial americana, n\u00e3o tendo ainda cessado o debate sobre o que fazer para isso evitar. Esses s\u00e3os alguns exemplos que demandam corajoso enfrentamento, como j\u00e1 disse, que precisa ser feito com regula\u00e7\u00e3o e pol\u00edticas p\u00fablicas que fortale\u00e7am as liberdades e a autonomia dos cidad\u00e3os. No caso da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica no estado da Bahia, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais contradit\u00f3ria, pois a pr\u00f3pria SEC, atrav\u00e9s do IAT (Instituto An\u00edsio Teixeira) tem desenvolvido um belo e avan\u00e7ado trabalho, de cria\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o de um ambiente educacional, uma plataforma constru\u00edda em software livre, licenciado em Creative Commons e com intensa produ\u00e7\u00e3o colaborativa de Recursos Educacionais Abertos (REA), n\u00e3o dependente dessas empresas. Isso, sim, merece ser apoiado, ampliado e espalhado por toda a rede e poderia ser feito a partir de uma forte articula\u00e7\u00e3o dos diversos grupos que atuam na \u00e1rea de TI, envolvendo todas as 12 universidade e institutos de educa\u00e7\u00e3o superior p\u00fablicos aqui instalados, para a montagem de uma verdadeira opera\u00e7\u00e3o de liberta\u00e7\u00e3o da Bahia das amarras dessas empresas que, com a l\u00f3gica do gratuito, aprisionam os cidad\u00e3os &#8211; transformados em meros consumidores &#8211; em uma internet totalmente 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