{"id":157,"date":"2009-01-22T12:07:00","date_gmt":"2009-01-22T12:07:00","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufba.br\/educacoes\/2009\/01\/22\/e-proibido-proibir\/"},"modified":"2023-11-28T16:57:27","modified_gmt":"2023-11-28T19:57:27","slug":"e-proibido-proibir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/2009\/01\/22\/e-proibido-proibir\/","title":{"rendered":"\u00c9 Proibido Proibir"},"content":{"rendered":"<p>&lt;!&#8211;<br \/>\n@page { margin: 2cm }<br \/>\nBLOCKQUOTE { margin-left: 1cm; margin-right: 0.5cm; margin-bottom: 0cm; border: none; padding: 0cm; line-height: 0.18cm }<br \/>\nBLOCKQUOTE.western { font-size: 11pt }<br \/>\nP { margin-bottom: 0.21cm }<br \/>\n&#8211;&gt;<span style=\"color: #000000\">\u00e9&lt;\/<span lang=\"pt-BR\">Caetano Veloso, festival da can\u00e7\u00e3o da Rede Globo, em setembro de 1968 (grande ano!).<\/span><\/span><br \/>\nA apresenta\u00e7\u00e3o de Caetano foi incr\u00edvel, como alias, todos aqueles festivais de musica, sendo que o da TV Record foi o mais badalado e a Globo saiu atr\u00e1&#8211;<br \/>\n@page { margin: 2cm }<br \/>\nP { margin-bottom: 0.21cm }<br \/>\nA:link { so-language: zxx }<br \/>\n&#8211;&gt;<span lang=\"pt-BR\">s com o tal FIC. Era tamb\u00e9m o in\u00edcio das transmiss\u00f5es ao vivo pela tv (ainda em preto e branco, n\u00e3o?!).<br \/>\n<\/span><br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.5cm;margin-left: 160px\"><span lang=\"pt-BR\">E eu digo n\u00e3o<br \/>\nE eu digo n\u00e3o ao n\u00e3o<br \/>\nEu digo: \u00c9!<br \/>\nProibido proibir<br \/>\n\u00c9 proibido proibir<br \/>\n\u00c9 proibido proibir<br \/>\n\u00c9 proibido proibir&#8230;<br \/>\n(Caetano Velo. letra completa no site<\/span> <a href=\"http:\/\/letras.terra.com.br\/caetano-veloso\/395621\/\">letras.us do Terra<\/a>.)<\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.5cm\">&lt;!&#8211;<br \/>\n@page { margin: 2cm }<br \/>\nP { margin-bottom: 0.21cm }<br \/>\n&#8211;&gt;<br \/>\n<span lang=\"pt-BR\">Trago isso por conta da mat\u00e9ria sobre proibir ou n\u00e3o proibir acessos a v\u00eddeos e outras coisas nos telecentros, publicada recentemente no site<\/span> <a href=\"http:\/\/www.guiadascidadesdigitais.com.br\/site\/pagina\/proibir-ou-no-proibir-eis-a-questo\">Cidades Digitais<\/a>.<\/p>\n<div style=\"margin-left: 40px\">&lt;!&#8211;<br \/>\n@page { margin: 2cm }<br \/>\nP { margin-bottom: 0.21cm }<br \/>\n&#8211;&gt;logica do mais f\u00e1cil tome conta de projetos importantes como esses dos telecentros, infocentros ou que nome queiramos dar.<\/div>\n<p>Em recente polemica na nossa Faculdade sobre o tema, insist\u00edamos sobre a necessidade de se colocar uma quest\u00e3o em primeiro lugar, pergunta que, em nossa opini\u00e3o, deve balizar toda a discuss\u00e3o sobre o tema. A quest\u00e3o: por que os filhos das classes m\u00e9dia e alta podem ter acesso ao universo da internet, na privacidade de seus quartos, com banda larga, suporte via telefone e computadores poderosos para fazer um monte de coisas como baixar m\u00fasicas, mix\u00e1-las, distribu\u00ed-las, jogar videogames online, conversar com amigos velhos e novos, visitar e interagir com sites \u00e0s vezes n\u00e3o t\u00e3o adequados segundo os adultos &#8211; que ali\u00e1s, um dia j\u00e1 viram as mesmas coisas em gibis escondidos dentro dos livros escolares! -, e, os filhos dos pobres, t\u00eam que acessar internet em telecentros para serem treinados (com projetos pedag\u00f3gicos) em word e excel (ali\u00e1s, softwares propriet\u00e1rios que lhes \u201cescravizar\u00e3o\u201d para o todo e sempre&#8230;)?!<br \/>\nN\u00e3o temos d<span style=\"color: #000000\">\u00fa<\/span>vida que esses projetos, e junto com eles, <span style=\"color: #000000\">a escola p\u00fablica de qualidade que ainda estamos longe de encontrar, podem e devem assumir a condi\u00e7\u00e3o de se constituir num efetivo espa\u00e7o coletivo de culturas e conhecimentos, oferecendo aos filhos dos pobres aquilo que os filhos dos ricos t\u00eam em casa, como ali<\/span><span style=\"color: #000000\">\u00e1<\/span><span style=\"color: #000000\">s j\u00e1 foi dito pelo educador baiano An\u00edsio Teixeira, na d\u00e9cada de 50 do s\u00e9culo passado em uma belo texto que esta na <a href=\"http:\/\/www.bvanisioteixeira.ufba.br\/\">Biblioteca Virtual An\u00edsio Teixeira<\/a>, agora abrigada na UFBA.<\/span><br \/>\n<span lang=\"pt-BR\">De fato, parece que, se n\u00e3o enfrentarmos essa quest\u00e3o com coragem, vamos ter que repetir Caetano em 68.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: larger\"><span lang=\"pt-BR\">Voc\u00eas<\/span><em><span lang=\"pt-BR\"> n\u00e3o est\u00e3o entendendo nada, nada&#8230;<\/span><\/em><\/span><br \/>\n<span lang=\"pt-BR\">foi assim a ira de caetano naquele 68&#8230; Ser<\/span>\u00e1<span lang=\"pt-BR\"> que vamos ter que continuar a dizer que tem um monte de gente que n\u00e3o est<\/span>\u00e1<span lang=\"pt-BR\"> entendo nada?!<\/span><br \/>\nVeja e ou\u00e7a o discurso completo com a ira de Caetano contra a normalidade e a caretice, no <a href=\"http:\/\/tropicalia.uol.com.br\/site\/internas\/proibido.php\">site Tropicalia<\/a>, do Uol.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&lt;!&#8211; @page { margin: 2cm } BLOCKQUOTE { margin-left: 1cm; margin-right: 0.5cm; margin-bottom: 0cm; border: none; padding: 0cm; line-height: 0.18cm } BLOCKQUOTE.western { font-size: 11pt } P { margin-bottom: 0.21cm } &#8211;&gt;\u00e9&lt;\/Caetano Veloso, festival da can\u00e7\u00e3o da Rede Globo, em setembro de 1968 (grande ano!). 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Proibido proibir \u00c9 proibido proibir \u00c9 proibido proibir \u00c9 proibido proibir&#8230; (Caetano Velo. letra completa no site letras.us do Terra.) &lt;!&#8211; @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } &#8211;&gt; Trago isso por conta da mat\u00e9ria sobre proibir ou n\u00e3o proibir acessos a v\u00eddeos e outras coisas nos telecentros, publicada recentemente no site Cidades Digitais. &lt;!&#8211; @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } &#8211;&gt;logica do mais f\u00e1cil tome conta de projetos importantes como esses dos telecentros, infocentros ou que nome queiramos dar. Em recente polemica na nossa Faculdade sobre o tema, insist\u00edamos sobre a necessidade de se colocar uma quest\u00e3o em primeiro lugar, pergunta que, em nossa opini\u00e3o, deve balizar toda a discuss\u00e3o sobre o tema. A quest\u00e3o: por que os filhos das classes m\u00e9dia e alta podem ter acesso ao universo da internet, na privacidade de seus quartos, com banda larga, suporte via telefone e computadores poderosos para fazer um monte de coisas como baixar m\u00fasicas, mix\u00e1-las, distribu\u00ed-las, jogar videogames online, conversar com amigos velhos e novos, visitar e interagir com sites \u00e0s vezes n\u00e3o t\u00e3o adequados segundo os adultos &#8211; que ali\u00e1s, um dia j\u00e1 viram as mesmas coisas em gibis escondidos dentro dos livros escolares! -, e, os filhos dos pobres, t\u00eam que acessar internet em telecentros para serem treinados (com projetos pedag\u00f3gicos) em word e excel (ali\u00e1s, softwares propriet\u00e1rios que lhes \u201cescravizar\u00e3o\u201d para o todo e sempre&#8230;)?! N\u00e3o temos d\u00favida que esses projetos, e junto com eles, a escola p\u00fablica de qualidade que ainda estamos longe de encontrar, podem e devem assumir a condi\u00e7\u00e3o de se constituir num efetivo espa\u00e7o coletivo de culturas e conhecimentos, oferecendo aos filhos dos pobres aquilo que os filhos dos ricos t\u00eam em casa, como ali\u00e1s j\u00e1 foi dito pelo educador baiano An\u00edsio Teixeira, na d\u00e9cada de 50 do s\u00e9culo passado em uma belo texto que esta na Biblioteca Virtual An\u00edsio Teixeira, agora abrigada na UFBA. De fato, parece que, se n\u00e3o enfrentarmos essa quest\u00e3o com coragem, vamos ter que repetir Caetano em 68. Voc\u00eas n\u00e3o est\u00e3o entendendo nada, nada&#8230; foi assim a ira de caetano naquele 68&#8230; Ser\u00e1 que vamos ter que continuar a dizer que tem um monte de gente que n\u00e3o est\u00e1 entendo nada?! Veja e ou\u00e7a o discurso completo com a ira de Caetano contra a normalidade e a caretice, no site Tropicalia, do Uol.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[189,330],"class_list":["post-157","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos","tag-inclusao-digital","tag-tabuleiro-digital","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/157"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=157"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/157\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4218,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/157\/revisions\/4218"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=157"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=157"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=157"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}