{"id":11,"date":"2007-01-25T16:27:00","date_gmt":"2007-01-25T16:27:00","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufba.br\/educacoes\/2007\/01\/25\/conhecendo-portugal\/"},"modified":"2007-01-25T16:27:00","modified_gmt":"2007-01-25T16:27:00","slug":"conhecendo-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/2007\/01\/25\/conhecendo-portugal\/","title":{"rendered":"Conhecendo Portugal"},"content":{"rendered":"<p>Oi pessoal,<br \/>\nDemorei de achar o blog do gec mas finalmente encontrei.<br \/>\nTenho algumas notinhas para colocar por aqui mas farei isso aos poucos. Pra come\u00e7ar vou colocar um pequeno texto q fiz sobre uma festa popular aqui de Aveiro &#8211; portugal.<br \/>\nDIFERENTES CULTURAS&#8230;<br \/>\nConhcer a cidade de Aveiro \u00e9 algo que n\u00e3o se pode deixar de fazer ao visitar Portugal. Aveiro situa-se na regi\u00e3o Centro de Portugal h\u00e1 cerca de 250 km Lisboa (duas horas de trem) e a 58 km da cidade do Porto (40 min de trem) e conta com 73 335 habitantes. Para chegar a Aveiro saindo de Lisboa de trem \u00e9 preciso ir at\u00e9 a esta\u00e7\u00e3o de Santa Apol\u00f4nia (esta que fica na parte antiga de Lisboa) ou na esta\u00e7\u00e3o Oriente no novo Parque da Na\u00e7\u00f5es.<br \/>\nAveiro possui encantos paisagisticos e culturais particulares ao longo das quatro esta\u00e7\u00f5es do ano. A paisagem diferenciada se dar por conta da Ria formada apelo r\u00e9cuo do mar a partir do s\u00e9culo XVI e do estu\u00e1rio de quatro rios que nela desaguam tendo uma \u00fanica comunica\u00e7\u00e3o com o oceano num canal que corta o cord\u00e3o litoral entre as praias da Barra e S. Jacinto.<br \/>\nDesta forma a Ria cria novos cen\u00e1rios a cada esta\u00e7\u00e3o pois algumas ilhotas podem surgir no ver\u00e3o e, \u00e0s vezes, desaparecerem nos per\u00edodos de forte chuva quando o \u00edndice pluviom\u00e9trico eleva-se bastante. \u00c8 ao lado da Ria que encontra-se a Pra\u00e7a do Peixe que durante o dia serve como ponto de venda de peixes e aves aqu\u00e1ticas pr\u00f3prias da regi\u00e3o. A noite torna-se um local de agitos com os bares e casas noturnas que ficam nos arredores da Pra\u00e7a. \u00c9 tamb\u00e9m pr\u00f3ximo a Pra\u00e7a do Peixe que encontrar-se o Bairro da Beira Mar, onde acontece a Festa de S\u00e3o Gon\u00e7alo, padroeiro da cidade, que \u00e9 carinhosamente chamado pelos aveirenses de S\u00e3o Gon\u00e7alinho. A festa em homenagem a este santo \u00e9 iniciada no dia 05 de janeiro na Capela de S\u00e3o Gon\u00e7alinho com muita festa e anima\u00e7\u00e3o popular. S\u00e3o realizadas eucaristias para os devotos, seguida de apresenta\u00e7\u00e3o de bandas, vendas de comidas t\u00edpicas, queima de fogos e shows musicais. Mas esta festa tem uma particularidade, ou especialidade, que s\u00e3o as cavacas. Trata-se de uma esp\u00e9cie de bolacha feita de claras de ovos, farinha e coberta com a\u00e7\u00facar. Estas cavacas s\u00e3o arremessadas do alto da Capela de S\u00e3o Gon\u00e7alinho para o povo que fica a tentar agarra-las usando redes, guarda-chuvas ou as m\u00e3os. Os arremessadores s\u00e3o pagadores de promessa que, por terem alcan\u00e7ado alguma gra\u00e7a do santo, jogam as cavacas. H\u00e1 quem chegue a jogar numa s\u00f3 noite 20Kgr de cavacas em agradecimento pelo pedido atendido. S\u00e3o Gon\u00e7alinho em geral \u00e9 invocado para resolver problemas \u00f3sseos ou matrimoniais.<br \/>\nN\u00e3o fossem pelas cavacas, poderiamos at\u00e9 imaginar que estav\u00e1mos em uma cidade do interior do Brasil, talvez da Bahia, festejando a devo\u00e7\u00e3o crist\u00e3. Tamb\u00e9m na Bahia as festas da igreja cat\u00f3lica s\u00e3o realizadas com missas, novenas, prociss\u00e3o, lavagem, barracas de comidas e bebidas t\u00edpicas e queima de fogos. \u00c8 a mistura da cren\u00e7a e do profano, santo e do orix\u00e1, da missa ao culto.<br \/>\nEnfim s\u00e3o as diferentes culturas expressas na tradi\u00e7\u00e3o de povos distantes geograficamente mas originados de uma mesma raiz &#8211; a portuguesa. Contudo estas cre\u00e7as n\u00e3o est\u00e3o na m\u00eddia, n\u00e3o s\u00e3o divulgadas pelos grandes jornais. Talvez acontecimentos como estes possam circular em algum jornal ou folheto local ou se a cidade for visitada por alguma personalidade not\u00f3ria a reportagem poder\u00e1 chegar a outros locais no mundo. Esta por\u00e9m \u00e9 uma realidade que a cada dia est\u00e1 se modificando com a rede mundial de computadores. Hoje as noticias locais tornam-se instantaneamente globais por meio dos blogs, fotologs e comunidades no orkut. Vivemos atualmente uma nova fase da comunica\u00e7\u00e3o o que torna poss\u00cdvel contar para todos que possam acessar a rede, sobre as cavadas de S\u00e3o Gon\u00e7alinho e tamb\u00e9m saber sobre o desabamento do metro em S\u00e3o Paulo mesmo estando em Portugal. Mas isso ainda \u00e9 privil\u00e9gio de poucos e no Brasil diria de muitoS poucos que podem conectar-se com o mundo virtual e ser n\u00e3o apenas um receptor de informa\u00e7\u00f5es mas tamb\u00e9m um produtor de novos saberes.<br \/>\nNeste sentido as solu\u00e7\u00f5es que precisamos buscar para o inser\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o brasileira no mundo digital n\u00e3o est\u00e1 apenas na cria\u00e7\u00e3o de programas de inclus\u00e3o que, embora atendam a uma parcela da popula\u00e7\u00e3o, ainda \u00e9 pouco para o universo dos exclu\u00eddos. Desta forma pensar em pol\u00edtica p\u00fablica para a TV digital que possa ofecerem conex\u00e3o a internet n\u00e3o pode ser apenas uma utopia de alguns pesquisadores e comunicadores sociais. Ter uma TV digital para apenas assistir melhores e diferentes cenas do BBB \u00e9 \u201cfazer mais do mesmo\u201d isso n\u00e3o ir\u00e1 modificar a forma de produzir e comunicar culturas e conhecimentos. Ainda podemos fazer muita coisa, o jogo n\u00e3o acabou perdemos apenas uma partida (com a escolha do modelo japon\u00eas) mas n\u00e3o o campeonato cujo pr\u00eamio poder\u00e1 ser uma sociedade mais justa com melhores condi\u00e7\u00f5es social e digital para todos.<br \/>\nSimone de Lucena Ferreira<br \/>\nslucen@ufba.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oi pessoal, Demorei de achar o blog do gec mas finalmente encontrei. Tenho algumas notinhas para colocar por aqui mas farei isso aos poucos. Pra come\u00e7ar vou colocar um pequeno texto q fiz sobre uma festa popular aqui de Aveiro &#8211; portugal. DIFERENTES CULTURAS&#8230; Conhcer a cidade de Aveiro \u00e9 algo que n\u00e3o se pode deixar de fazer ao visitar Portugal. Aveiro situa-se na regi\u00e3o Centro de Portugal h\u00e1 cerca de 250 km Lisboa (duas horas de trem) e a 58 km da cidade do Porto (40 min de trem) e conta com 73 335 habitantes. 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N\u00e3o fossem pelas cavacas, poderiamos at\u00e9 imaginar que estav\u00e1mos em uma cidade do interior do Brasil, talvez da Bahia, festejando a devo\u00e7\u00e3o crist\u00e3. Tamb\u00e9m na Bahia as festas da igreja cat\u00f3lica s\u00e3o realizadas com missas, novenas, prociss\u00e3o, lavagem, barracas de comidas e bebidas t\u00edpicas e queima de fogos. \u00c8 a mistura da cren\u00e7a e do profano, santo e do orix\u00e1, da missa ao culto. Enfim s\u00e3o as diferentes culturas expressas na tradi\u00e7\u00e3o de povos distantes geograficamente mas originados de uma mesma raiz &#8211; a portuguesa. Contudo estas cre\u00e7as n\u00e3o est\u00e3o na m\u00eddia, n\u00e3o s\u00e3o divulgadas pelos grandes jornais. Talvez acontecimentos como estes possam circular em algum jornal ou folheto local ou se a cidade for visitada por alguma personalidade not\u00f3ria a reportagem poder\u00e1 chegar a outros locais no mundo. Esta por\u00e9m \u00e9 uma realidade que a cada dia est\u00e1 se modificando com a rede mundial de computadores. Hoje as noticias locais tornam-se instantaneamente globais por meio dos blogs, fotologs e comunidades no orkut. Vivemos atualmente uma nova fase da comunica\u00e7\u00e3o o que torna poss\u00cdvel contar para todos que possam acessar a rede, sobre as cavadas de S\u00e3o Gon\u00e7alinho e tamb\u00e9m saber sobre o desabamento do metro em S\u00e3o Paulo mesmo estando em Portugal. Mas isso ainda \u00e9 privil\u00e9gio de poucos e no Brasil diria de muitoS poucos que podem conectar-se com o mundo virtual e ser n\u00e3o apenas um receptor de informa\u00e7\u00f5es mas tamb\u00e9m um produtor de novos saberes. 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Simone de Lucena Ferreira slucen@ufba.br<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[274],"class_list":["post-11","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos","tag-portugal","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/webgec\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}