Registros 2017.1 e 2017.2

Início do semestre 2017.1 – 08/05/2017
Final do semestre 2017.2 – 09/09/2017

Reunião de 17 de agosto de 2017

​A reunião foi iniciada com uma apresentação de vídeo sugerida pelo Prof. Nelson. Assistimos então: Delírios utópicos de Cláudio Prado. Em seguida, foi enfatizado a necessidade de pensar o nosso Projeto RIPE (nome que foi inspirado no projeto Rito, da Paraíba) sob este viés especialmente agora que está em curso a migração do RIPE para o NOOSFERO UFBA.

Além disto, discutiu-se a respeito da necessidade corrente de ampliação do espectro de nossas pesquisas com vistas a contemplar possibilidades utópicas!

Outras iniciativas em curso e que são de interesse objetivo do grupo foram comentadas durante a reunião:

  • Articulação para transmissão da Rádio na reunião da ANPED. Indispensável envolvimento de todos – os qu irão e os que assistiram online.
  • Polêmicas em 2017.2 – A inscrição dos alunos, provavelmente será ampliada, sendo necessária também maior envolvimento de todos os integrantes do grupo para oferecer apoio durante o curso da disciplina.
  • Você é o que compartilha: Educações – novo projeto de produtividade do Prof. Nelson.
  • Escola-Mundo: construindo uma escola Hacker. Projeto aprovado via Edital CNPQ. Apesar do valor principal Um milhão de reais, foi aprovado apenas 300 mil. Houve cortes de bolsas e viagens. Sem data inicial prevista. O Foco principal nesse projeto será o registro da metodologia de construção dessa “escola hacker”… Pretende-se constituir uma Residência docente como estágio imersivo.
  •  C_Livre : Programa de democratização da ciência etc… FACOM, DCC, FACED (Emenda Lídice da Mata).

A reunião também contou com a fala de Paulo Pietrobom que apresentou algumas possibilidades de projetos articulando Laboratórios de Pesquisa do IHAC e a Prefeitura de Lauro de Freitas afim de pensarmos aproximações com as áreas de interesse do GEC. Foram destacados os seguintes elementos:

  • Trajetória de formação e envolvimento político de Paulo.
  • 1) Interatividade // Vídeo
  • 2) Modelo de governança – Universidade, Setor público, Setor privado (visto no Vale do Silício, modelo brasileiro Porto de Recife).
  • Comentários sobre a Televisão Digital e os rumos do projeto no Brasil.
  • Criação de metodologia específica para trabalho em rede baseado no modelo de governança Élice Trípla.
  • Laboratório de Projetos Institucionais.
  • Aprendizagem Baseada em Projetos – ABP.
  • O conhecimento não pode servir de trava para a promoção do desenvolvimento.
  • Panorama da violência e dados educacionais de Lauro de Freitas. Com repercussão no cenário baiano.

O projeto que Paulo está buscando viabilizar, é constituído por:
1) Desenvolvimento de um portal online.
2) Diagnósticos dos Desafios e potenciais para inovação.
3) Oficinas de Design Instrucional para experimentação e avaliação das metodologias e tecnologias disponibilizadas pelo portal.
Aderência do GEC a proposta que foi apresentada seria no sentido de contribuir com fundamentação teórico-prática na etapa de proposição do projeto ao poder público.
Após a apresentação do projeto, algumas questões foram discutidas, conforme segue:

  • Nelson critica a falta de articulação interna da prefeitura de Lauro de Freitas entre as próprias secretarias e como isto pode interferir na própria composição e articulação dos projetos. Da maneira em que são propostos, verticalmente, são fadados ao fracasso…
  • Paulo sugere maior envolvimento da universidade para com o poder público como contrapartida.
  • Nelson reitera a participação do GEC ao longo dos anos em iniciativas que “saem da zona de conforto”. Como evidencia a atuação em Irecê.
  • Paulo mencionou a produção de um Webdocumentário relacionado aos BI’s e Nelson reiterou nosso interesse em colabora.

 
Por fim, foram considerados ainda as seguintes perspectivas:
Importância da reunião do GEC para nossas pesquisas e para ampliação dos conhecimentos técnicos e tóricos fundamentais para o grupo.
A contextualização profunda das pesquisas que desenvolvemos no GEC em relação às políticas públicas é indispensável.
Pensar os projetos que propomos como integradores, institucionalizados, isso implica em oferecer-lhes mais capilaridade e possibilidade de continuidade… Contribui-se mais com a sociedade e a universidade quando o arranjo é feito dessa forma.
Dois blogs foram citados pelo Prof. Nelson como modelos de publicização contínua dos temas de interesse de pesquisa de um grupo:

Como último tópico de debate iniciamos uma discussão sobre o formato Multipaper de composição dos relatórios de pesquisa – teses, dissertações. Alguns argumentos foram apresentados e foi encaminhada a demanda por um espaço mais detido para reflexão sobre o tema e possível experiências a partir dos projetos de investigação em curso. Foi indicada a leitura do texto do Prof. Jonei Cerqueira: “Formatos Insurgentes de Teses e Dissertações“.
 

Reunião de 08 de junho de 2017

El día 8 de Junio nos reunimos en el GEC con el objeto de realizar un encuentro con la investigación de Mariana Gama de Paula, bolsista del PIBIC, “Recursos Educacionales Abiertos: definiciones y conceptos”, cuya orientadora es la profesora Salete De Fátima Noro Cordeiro.
La profesora Salete abrió la reunión dando la bienvenida a los asistentes, comentando que las próximas dos semanas no tendremos reunión de GEC debido a las fiestas de Corpus Chrsty y San João. Invitó a los asistentes a participar en el Campus Paty en el mes de Agosto y a todos los postgraduandos a presentar sus proyectos de investigación en actividades de difusión que tiene la universidad. Daniel contó a los asistentes que en la primera semana de Julio celebraremos una reunión para conmemorar la fiesta Junina, con comidas típicas de la región.
Mariana abrió su presentación dando a conocer la metodología de su proyecto, al mencionar que se apoyó en la pesquisa cualitativa y etnografía ya que su objetivo no es dar respuestas absolutas. Al mostrar a los asistentes un mapa del mundo, comentó que Brasil tiene características muy específicas y procesos históricos distintos y por tanto unas prácticas REA asimétricas. Nos contó como en el 2002 llega a Brasil dentro de un evento promovido por la UNESCO, la idea de REA, enmarcada dentro de un concepto de educación abierta de dominio público. Para el año 2008, se realizan en Brasilia y Sao Paulo, eventos de sensibilización de REA. Pero fué hasta el año 2012 cuando los REA se fortalecen en Brasil, teniendo en cuenta además que este concepto siempre se está actualizando y resignificando, gracias a la aparición de nuevas tecnologías.
De otro lado, Mariana nos contó como las prácticas de Redistribuir, Remezclar y Reutilizar configuran el acto de compartir que es propio de los REA, que tienen que ver además con la idea de cultura libre, software libre y filosofía Hacker. En este sentido, no podemos hablar de productos abiertos sin hablar de software libre. En este punto Mariana amplió la discusión haciendo referencia a las leyes de propiedad intelectual, derechos de autor y licencias creativas. De igual manera, Mariana hizo énfasis en la idea de que el código abierto puede contener algún tipo de protocolo cerrado, por eso los contenidos que se dicen abiertos en la red, pueden estar en régimen de Copyright o contener restricciones.
La expositora continuó su presentación hablando sobre las políticas públicas y como estas permiten o no avalar los REA. Del año 2011 al 2014, algunas políticas públicas referentes a los REA en los diferentes estados de Brasil han sido aprobadas, vetadas, archivadas o están en ejecución. Por otra parte,  mencionó las principales iniciativas que existen en el momento con referencia a los RAE: Proyecto Folhas (Paraná-2010,trabaja el protagonismo tanto del profesor como del estudiante), RIPE (repositorio de videos con potencial educativo), Scielo (portal de libros académicos gratis y otros para comprar) y Dominio Público (2004-disponibiliza obra de escritores brasileros para el dominio público).
Mariana concluyó enfatizando que los Recursos Educacionales Abiertos son una manera de repensar la educación, más allá del espacio de la sala de aula, de los libros didácticos cerrados, del consumo de información y de patrones didácticos conservadores. Podemos encontrar otras maneras de, con lo que nos es dado, revertir, reelaborar, reconstruir todo a nuestro favor. Remezclar, compartir, hackear.
Dentro del espacio para preguntas y observaciones, algunos asistentes comentaron lo siguiente:
Uriel le sugiere que podría profundizar un poco más sobre los Creative Commons. La profesora Salete comentó la importancia de construir REA para crear contenido, no solo para ser consumidores sino productores. Menciona además que en el momento no se tienen políticas públicas sólidas en este sentido en Brasil y que existe un nuevo movimiento que se está gestando llamado RELIA, en el cual solo se aceptan contenidos libres. La docente invita a los participantes del GEC a que lo que pensamos, lo teórico y lo filosófico tengan coherencia con nuestras acciones, de manera que usemos con convicción el software libre.
Daniel sugirió a Mariana profundizar un poco más sobre qué son las prácticas abiertas y cómo permiten crear recursos educacionales abiertos, y buscar información desde las contribuciones de la UNESCO. Sugiere además el libro de Andréia Inamorato, Recursos Educacionais abertos no Brasil, como otra bibliografía importante a consultar por parte de la investigadora. Daniel sugiere además añadir a las prácticas de Redistribuir, Remezclar y Reutilizar, otras dos que serían desde su punto de vista: Revisar y Re-guardar. Para finalizar, la profesora Salete dió algunos consejos a Mariana, para mejorar su presentación oral en próximas oportunidades.