Professor ativista: construindo conexões em rede

Conferência em Goiania no Congresso PENSAR – Congresso e Feira da Educação.

Tudo está mudando.
Currículos fechados e impositivos. Escolas espremidas em espaços que não nos cabem. Livros didáticos produzidos lá longe que nos chegam para serem seguidos. Correia de transmissão. Professor na ponta do sistema e… sem autonomia.
Tudo está mudando.
A escola precisa mudar. Não por mudar, como se tivéssemos que trocá-la por um modelo mais novo, como, por exemplo, um celular.
Tem que mudar porque a sociedade está em movimento. Como sempre esteve é bem verdade mas, agora, esse movimento é muito veloz.
As tais competências para o amanhã estão também em movimento e nos deixam assim, meio que sem saber o que fazer. Vamos preparar esses meninos para o que?! Ainda nos cabe preparar alguém? Será essa mesmo a nossa função?
Agora, falamos em saber-fluxo. “O que é preciso aprender não pode mais ser planejado nem precisamente definido com antecedência”, afirma Pierre Levy. Precisamos de educações, num plural pleno, afirmo eu.
“Professor como intelectual”, afirma Henri Giroux. Professor ativista, afirmo eu.
Os nós estão dados. Cabe a nós, agora, tentarmos construir as conexões goianas!
O convite está feito!
Aceita?!

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