{"id":3828,"date":"2015-03-20T13:04:31","date_gmt":"2015-03-20T16:04:31","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufba.br\/nlpretto\/?p=3828"},"modified":"2015-03-20T13:04:31","modified_gmt":"2015-03-20T16:04:31","slug":"venha-para-esta-guerrilha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/2015\/03\/20\/venha-para-esta-guerrilha\/","title":{"rendered":"Venha para esta guerrilha"},"content":{"rendered":"<p><a name=\"docs-internal-guid-71187bb7-0e59-4109-4fa0-935aabe14d6c\"><\/a>\u00a0H\u00e1 exatos dois anos, na Campus Party de 2012, assisti uma confer\u00eancia de Neil Harbisson, considerado o primeiro cyborg a ser reconhecido oficialmente por um governo. Com uma c\u00e2mera implantada em sua cabe\u00e7a e computadores fazendo a convers\u00e3o de cores em sons, Neil Harbisson, que nasceu com uma doen\u00e7a que s\u00f3 lhe permitia ver tonalidades de cinza, pode <i>ouvir as cores<\/i>, atrav\u00e9s de um processo de interpreta\u00e7\u00e3o do colorido dos objetos atrav\u00e9s das frequ\u00eancia sonoras recebidas de um computador implantado em seu corpo. Sua genial confer\u00eancia lotou o palco principal do Anhembi, pois todos queriam entender como ele explicava esse incr\u00edvel mecanismo. L\u00e1 conhecemos um pouco mais do trabalho que ele vem desenvolvendo na <a title=\"Funda\u00e7\u00e3o Cyborg\" href=\"http:\/\/cyborgism.wix.com\/cyborg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Funda\u00e7\u00e3o Cyborg<\/a>, criada justamente para ajudar \u201cas pessoas a serem cyborgs\u201d .<\/p>\n<p>Desde 1997 o Centro de Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o Renato Ascher, do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia (em Campinas), vem pesquisando sobre a impress\u00e3o de tecido humano a partir de pesquisa em parceria com o cientista russo Vladimir Mironov [<a href=\"http:\/\/info.abril.com.br\/noticias\/extras\/2013\/10\/o-russo-e-a-curiosa.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui uma mat\u00e9ria da revista InfoExame sobre a experi\u00eancia<\/a>]. Para a cria\u00e7\u00e3o dos biomodelos necess\u00e1rios, o CTI desenvolveu um software, o InVesalius, licenciado de forma livre em GPL-2, que est\u00e1 hospedado e dispon\u00edvel para toda a comunidade no <a title=\"Portal Software P\u00fablico\" href=\"http:\/\/www.softwarepublico.gov.br\/ver-comunidade?community_id=626732\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Portal do Software P\u00fablico brasileiro<\/a>.<\/p>\n<p>No ano passado, o fil\u00f3sofo Nick Bostrom publicou o livro <i><b>Superintelligence: Paths, Dangers, Strategies<\/b><\/i> (Superintelig\u00eancia: caminhos, perigos e estrat\u00e9gias &#8211; http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Superintelligence:_Paths,_Dangers,_Strategies.) onde apresenta resultados de pesquisa e de prospec\u00e7\u00f5es que indicam que os rob\u00f4s v\u00e3o possuir em breve uma intelig\u00eancia que superar\u00e3o a dos humanos. J\u00e1 hav\u00edamos ouvido coisas similares pelo cientista austr\u00edaco Hans Moravec, tamb\u00e9m um especialista em Intelig\u00eancia Artificial (IA) e rob\u00f3tica, em <a title=\"Wired\" href=\"http:\/\/archive.wired.com\/wired\/archive\/3.10\/moravec.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">artigo na revista Wired<\/a>, nos idos dos anos 90 do s\u00e9culo passado.<\/p>\n<p>Essas s\u00e3o apenas uma pequena mostra da grande revolu\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica que estamos vivendo nos \u00faltimos 50 anos. S\u00e3o descobertas e inova\u00e7\u00f5es fruto do trabalho de milhares de pessoas, em diversas partes do mundo, sejam nas universidades, nos centros de pesquisas ou em espa\u00e7os n\u00e3o acad\u00eamicos formais, denominados de Hacker Labs ou Hacker Clubes.<\/p>\n<p>Tem crescido, de forma bastante significativa, o movimento em torno da chamada ci\u00eancia aberta e, associado a ela, outro grande debate em torno do acesso aberto aos dados das pesquisas de forma a garantir a ampla circula\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es cientificas. S\u00e3o movimentos que possuem como base a ideia de que o compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es \u00e9 ben\u00e9fico para o avan\u00e7o da sociedade.<\/p>\n<p>Imerso neste universo, o nosso grupo de pesquisa Educa\u00e7\u00e3o, Comunica\u00e7\u00e3o e Tecnologias (<a title=\"GEC\" href=\"http:\/\/www.gec.faced.ufba.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">GEC<\/a>) da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Federal da Bahia (UFBA) vem desenvolvendo pesquisas e interven\u00e7\u00f5es no campo do ensino e da extens\u00e3o universit\u00e1ria buscando compreender as possibilidades trazidas para a educa\u00e7\u00e3o por estas tecnologias digitais em rede.<\/p>\n<p>Estamos imbu\u00eddos em avan\u00e7ar nas pesquisas sobre os movimentos dos hackers, aquela turma que \u00e9 assim denominada por ser apaixonada por programa\u00e7\u00e3o de computadores. Pensar nos hackers, em nossa vis\u00e3o, \u00e9 olhar para os movimentos em torno do software e do hardware livre e, mais do que tudo, e para ser mais preciso, \u00e9 juntar tudo isso para pensar em aproxima\u00e7\u00f5es entre educa\u00e7\u00e3o, tecnologias e o que chamamos de &#8220;um jeito hacker de ser&#8221;, tanto para professores como alunos.<\/p>\n<p><a name=\"docs-internal-guid-59811d54-0e27-c769-7ee4-87ac42727413\"><\/a> Queremos, aqui n&#8217;A Rede, trazer mensalmente reflex\u00f5es em torno destes desafios. Queremos pensar, quem sabe, numa educa\u00e7\u00e3o hacker, o que ela significa, como ela pode se constituir e que desafios teremos para implementar algo desta natureza.<\/p>\n<p>N\u00e3o nos importaremos em caminhar na contra m\u00e3o daqueles que pensam em curr\u00edculos \u00fanicos, bases curriculares nacionais, exames e sistemas de avalia\u00e7\u00e3o que tratem o diferente como o igual.<\/p>\n<p>A tarefa n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, pois todo o sistema est\u00e1 constru\u00eddo e consolidado em bases que pensam os processos de aprendizagem sempre centrados na premissa de que se aprende do simples para o complexo, do pequeno para o grande, do perto para o distante, como se isso fosse um dado posto e que n\u00e3o nos coubesse discutir.<\/p>\n<p>Queremos, sim, discutir tudo isso.<\/p>\n<p>Vamos por nesta roda professores, gestores e alunos, todos conectados em tempo integral, para pensarmos na possibilidade de transformar a escola em um rico espa\u00e7o de produ\u00e7\u00e3o de culturas e de conhecimentos, espa\u00e7o rico para a viv\u00eancia plena do universo de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o contempor\u00e2neo. Tudo isso, com \u00eanfase em processos colaborativos, centrados na generosidade, no ativismo, com intenso protagonismo dos estudantes.<\/p>\n<p>Queremos \u2013 e voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 convidado a estar aqui conosco mensalmente, desenvolver uma a\u00e7\u00e3o hacker, de guerrilha mesmo, para pensar para muito al\u00e9m da escola institu\u00edda, viajando na possibilidade de trazer para nossas reflex\u00f5es uma perspectiva plural que tanto nos agrada e, com isso, pensar em educa\u00e7\u00f5es, a partir dos saberes e experi\u00eancias de cada um, em cada uma de suas localidades.<\/p>\n<p>O convite est\u00e1 feito, vamos, juntos, pensar na educa\u00e7\u00e3o com <i>um jeito hacker de ser<\/i>!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Publicado na minha coluna mensal no <a title=\"A Rede\" href=\"http:\/\/www.arede.inf.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Portal A Rede<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0H\u00e1 exatos dois anos, na Campus Party de 2012, assisti uma confer\u00eancia de Neil Harbisson, considerado o primeiro cyborg a ser reconhecido oficialmente por um governo. Com uma c\u00e2mera implantada em sua cabe\u00e7a e computadores fazendo a convers\u00e3o de cores em sons, Neil Harbisson, que nasceu com uma doen\u00e7a que s\u00f3 lhe permitia ver tonalidades de cinza, pode ouvir as cores, atrav\u00e9s de um processo de interpreta\u00e7\u00e3o do colorido dos objetos atrav\u00e9s das frequ\u00eancia sonoras recebidas de um computador implantado em seu corpo. Sua genial confer\u00eancia lotou o palco principal do Anhembi, pois todos queriam entender como ele explicava esse incr\u00edvel mecanismo. L\u00e1 conhecemos um pouco mais do trabalho que ele vem desenvolvendo na Funda\u00e7\u00e3o Cyborg, criada justamente para ajudar \u201cas pessoas a serem cyborgs\u201d . Desde 1997 o Centro de Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o Renato Ascher, do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia (em Campinas), vem pesquisando sobre a impress\u00e3o de tecido humano a partir de pesquisa em parceria com o cientista russo Vladimir Mironov [aqui uma mat\u00e9ria da revista InfoExame sobre a experi\u00eancia]. Para a cria\u00e7\u00e3o dos biomodelos necess\u00e1rios, o CTI desenvolveu um software, o InVesalius, licenciado de forma livre em GPL-2, que est\u00e1 hospedado e dispon\u00edvel para toda a comunidade no Portal do Software P\u00fablico brasileiro. No ano passado, o fil\u00f3sofo Nick Bostrom publicou o livro Superintelligence: Paths, Dangers, Strategies (Superintelig\u00eancia: caminhos, perigos e estrat\u00e9gias &#8211; http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Superintelligence:_Paths,_Dangers,_Strategies.) onde apresenta resultados de pesquisa e de prospec\u00e7\u00f5es que indicam que os rob\u00f4s v\u00e3o possuir em breve uma intelig\u00eancia que superar\u00e3o a dos humanos. J\u00e1 hav\u00edamos ouvido coisas similares pelo cientista austr\u00edaco Hans Moravec, tamb\u00e9m um especialista em Intelig\u00eancia Artificial (IA) e rob\u00f3tica, em artigo na revista Wired, nos idos dos anos 90 do s\u00e9culo passado. Essas s\u00e3o apenas uma pequena mostra da grande revolu\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica que estamos vivendo nos \u00faltimos 50 anos. S\u00e3o descobertas e inova\u00e7\u00f5es fruto do trabalho de milhares de pessoas, em diversas partes do mundo, sejam nas universidades, nos centros de pesquisas ou em espa\u00e7os n\u00e3o acad\u00eamicos formais, denominados de Hacker Labs ou Hacker Clubes. Tem crescido, de forma bastante significativa, o movimento em torno da chamada ci\u00eancia aberta e, associado a ela, outro grande debate em torno do acesso aberto aos dados das pesquisas de forma a garantir a ampla circula\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es cientificas. S\u00e3o movimentos que possuem como base a ideia de que o compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es \u00e9 ben\u00e9fico para o avan\u00e7o da sociedade. Imerso neste universo, o nosso grupo de pesquisa Educa\u00e7\u00e3o, Comunica\u00e7\u00e3o e Tecnologias (GEC) da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Federal da Bahia (UFBA) vem desenvolvendo pesquisas e interven\u00e7\u00f5es no campo do ensino e da extens\u00e3o universit\u00e1ria buscando compreender as possibilidades trazidas para a educa\u00e7\u00e3o por estas tecnologias digitais em rede. Estamos imbu\u00eddos em avan\u00e7ar nas pesquisas sobre os movimentos dos hackers, aquela turma que \u00e9 assim denominada por ser apaixonada por programa\u00e7\u00e3o de computadores. Pensar nos hackers, em nossa vis\u00e3o, \u00e9 olhar para os movimentos em torno do software e do hardware livre e, mais do que tudo, e para ser mais preciso, \u00e9 juntar tudo isso para pensar em aproxima\u00e7\u00f5es entre educa\u00e7\u00e3o, tecnologias e o que chamamos de &#8220;um jeito hacker de ser&#8221;, tanto para professores como alunos. 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Vamos por nesta roda professores, gestores e alunos, todos conectados em tempo integral, para pensarmos na possibilidade de transformar a escola em um rico espa\u00e7o de produ\u00e7\u00e3o de culturas e de conhecimentos, espa\u00e7o rico para a viv\u00eancia plena do universo de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o contempor\u00e2neo. Tudo isso, com \u00eanfase em processos colaborativos, centrados na generosidade, no ativismo, com intenso protagonismo dos estudantes. Queremos \u2013 e voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 convidado a estar aqui conosco mensalmente, desenvolver uma a\u00e7\u00e3o hacker, de guerrilha mesmo, para pensar para muito al\u00e9m da escola institu\u00edda, viajando na possibilidade de trazer para nossas reflex\u00f5es uma perspectiva plural que tanto nos agrada e, com isso, pensar em educa\u00e7\u00f5es, a partir dos saberes e experi\u00eancias de cada um, em cada uma de suas localidades. O convite est\u00e1 feito, vamos, juntos, pensar na educa\u00e7\u00e3o com um jeito hacker de ser! &nbsp; Publicado na minha coluna mensal no Portal A Rede.<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pgc_meta":"","_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[122,234,253],"class_list":["post-3828","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-portal-a-rede","tag-ciencia","tag-hacker","tag-inteligencia-artificial","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3828"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3828"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3828\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3828"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3828"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3828"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}