{"id":3680,"date":"2013-12-26T13:26:50","date_gmt":"2013-12-26T16:26:50","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufba.br\/nlpretto\/?p=3680"},"modified":"2013-12-26T13:26:50","modified_gmt":"2013-12-26T16:26:50","slug":"a-expansao-da-ufba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/2013\/12\/26\/a-expansao-da-ufba\/","title":{"rendered":"A expans\u00e3o da UFBA"},"content":{"rendered":"<p>A Comiss\u00e3o de Patrim\u00f4nio, Espa\u00e7o F\u00edsico e Meio Ambiente da Universidade Federal da Bahia tem estudado algumas propostas para a sua expans\u00e3o em termos de \u00e1rea f\u00edsica. \u00c9 sabido e vis\u00edvel que estamos j\u00e1 espremidos tanto no campus de Ondina como no Canela. Ao longo dos \u00faltimos anos, a UFBA ampliou seus espa\u00e7os para al\u00e9m da capital, implantando os\u00a0<em>campi<\/em>\u00a0de Barreiras, que depois deu origem \u00e0 Universidade do Oeste da Bahia, de Vit\u00f3ria da Conquista e um outro em Cama\u00e7ari, que at\u00e9 agora n\u00e3o mostrou o foco de sua implanta\u00e7\u00e3o sem ter efetivamente sa\u00eddo do papel. Est\u00e3o sendo estudados, segundo seu Plano de Desenvolvimento Institucional, a \u201ccria\u00e7\u00e3o do Campus UFBA no Sub\u00farbio Ferrovi\u00e1rio de Salvador e um outro na Chapada Diamantina, com sede em Len\u00e7\u00f3is\u201d. N\u00e3o resta d\u00favida que a UFBA olha para diversos outros espa\u00e7os e \u00e1reas e isso, em princ\u00edpio, \u00e9 muito bom.<\/p>\n<p>No entanto, esta expans\u00e3o precisa ser mais discutida no interior da pr\u00f3pria universidade e, principalmente, com a sociedade baiana.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o norteadora das futuras discuss\u00f5es que espero que em breve aconte\u00e7am, deve ser prioritariamente compreender qual o modelo de universidade queremos para a Bahia. Um Estado que saiu da lament\u00e1vel situa\u00e7\u00e3o de s\u00f3 ter a UFBA como institui\u00e7\u00e3o federal de ensino superior, para a privilegiada situa\u00e7\u00e3o de ocupar o 3\u00ba lugar no pa\u00eds em n\u00famero de Federais por estado, contanto com cinco Institui\u00e7\u00f5es: al\u00e9m da UFBA, temos a UFRB no Rec\u00f4ncavo, a do Sul da Bahia, a do Centro Oeste e a do Vale do S\u00e3o Francisco, esta em pareceria com Pernambuco.<\/p>\n<p>A UFBA cresceu, tendo hoje cerca de 40 mil alunos entre gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, com a implanta\u00e7\u00e3o de muitos cursos noturno (em 2012.1 eram 7.679 alunos nos cursos noturnos), sendo esta uma aspira\u00e7\u00e3o de muitos, no interior na pr\u00f3pria comunidade universit\u00e1ria e na sociedade. No entanto, precisamos pensar que tipo de universidade est\u00e1 sendo implantada, especialmente no per\u00edodo noturno. O que temos visto, basicamente, \u00e9 que \u00e0 noite, nossos alunos t\u00eam aulas e nada mais. O que sempre criticamos quando da absurda e desordenada expans\u00e3o do sistema privado de ensino superior, est\u00e1 sendo a nossa pr\u00e1tica: a implanta\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>escol\u00f5es<\/em>\u00a0de terceiro grau! \u00c0 noite, n\u00e3o h\u00e1 pesquisa, n\u00e3o h\u00e1 extens\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 vida universit\u00e1ria! E mesmo para as atividades de ensino, as condi\u00e7\u00f5es concretas est\u00e3o longe de serem as minimamente adequadas para uma institui\u00e7\u00e3o que se valha do t\u00edtulo de superior. S\u00e3o condi\u00e7\u00f5es verdadeiramente inferiores, de trabalho, de infraestrutura e, como consequ\u00eancia, tamb\u00e9m de ensino.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/s1.trrsf.com\/blogs\/42\/files\/image\/urbaa.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/s1.trrsf.com\/blogs\/42\/files\/image\/urbaa.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"848\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u00c9 com base nesta experi\u00eancia que temos que pensar sobre as possibilidades de expans\u00e3o da UFBA. Durante o rico evento\u00a0<a href=\"http:\/\/urbba13.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">UrBA 2013<\/a>, realizado em novembro \u00faltimo na Faculdade de Arquitetura, participei de um debate sobre o tema. Umas das apresenta\u00e7\u00f5es realizadas foi a do superientende do IPHAN na Bahia, meu ex-aluno Carlos Amorim, que apresentou a possibilidade da UFBA vir a se agregar ao esfor\u00e7o de revitaliza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o do com\u00e9rcio na cidade baixa aqui em Salvador. Com isso, alguns hist\u00f3ricos pr\u00e9dios poderiam ser usados pela Universidade. De novo, a quest\u00e3o central volta \u00e0 tona: usados para que? Para mais salas de aulas? Ser\u00e1 essa a expans\u00e3o que almejamos? Podemos pensar o mesmo para o chamado sub\u00farbio ferrovi\u00e1rio: que UFBA l\u00e1 queremos?<\/p>\n<p>Se a resposta for apenas ocupar salas de aulas para que alunos daquelas regi\u00f5es possam receber aulas, estas oferecidas por professores que at\u00e9 l\u00e1 se deslocariam para oferecer os conte\u00fados curriculares, seguramente esta n\u00e3o \u00e9 uma adequada op\u00e7\u00e3o para a expans\u00e3o da UFBA. Estaremos perdendo, assim, uma grande oportunidade de, efetivamente, entender a Universidade como um ente que tem como indissoci\u00e1vel o ensino, a pesquisa e a extens\u00e3o, tudo isso inserido fortemente naquelas regi\u00f5es para, efetivamente, fazer a diferen\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia, de culturas e conhecimentos, estes fortemente articulados e enraizados com a realidade local que, conectada pelas redes digitais, seria, ao mesmo tempo planet\u00e1ria. Essa \u00e9 a grande UFBA que queremos e n\u00e3o uma expans\u00e3o pela simples expans\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Publicado em A Tarde de 26.12.2013. Clique <a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/nlpretto\/files\/2013\/12\/2013_12_26Atarde_expsnsao_ufbapretto.pdf\">aqui para o pdf da p\u00e1gina<\/a>\u00a0(na revis\u00e3o que fizeram terminou saindo dois erros, aten\u00e7\u00e3o!).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m na <a title=\"Expans\u00e3o da UFBA\" href=\"http:\/\/terramagazine.terra.com.br\/blogdonelsonpretto\/blog\/2013\/12\/26\/a-expansao-da-ufba\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">minha coluna do Terra Magazine<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Comiss\u00e3o de Patrim\u00f4nio, Espa\u00e7o F\u00edsico e Meio Ambiente da Universidade Federal da Bahia tem estudado algumas propostas para a sua expans\u00e3o em termos de \u00e1rea f\u00edsica. \u00c9 sabido e vis\u00edvel que estamos j\u00e1 espremidos tanto no campus de Ondina como no Canela. Ao longo dos \u00faltimos anos, a UFBA ampliou seus espa\u00e7os para al\u00e9m da capital, implantando os\u00a0campi\u00a0de Barreiras, que depois deu origem \u00e0 Universidade do Oeste da Bahia, de Vit\u00f3ria da Conquista e um outro em Cama\u00e7ari, que at\u00e9 agora n\u00e3o mostrou o foco de sua implanta\u00e7\u00e3o sem ter efetivamente sa\u00eddo do papel. Est\u00e3o sendo estudados, segundo seu Plano de Desenvolvimento Institucional, a \u201ccria\u00e7\u00e3o do Campus UFBA no Sub\u00farbio Ferrovi\u00e1rio de Salvador e um outro na Chapada Diamantina, com sede em Len\u00e7\u00f3is\u201d. N\u00e3o resta d\u00favida que a UFBA olha para diversos outros espa\u00e7os e \u00e1reas e isso, em princ\u00edpio, \u00e9 muito bom. No entanto, esta expans\u00e3o precisa ser mais discutida no interior da pr\u00f3pria universidade e, principalmente, com a sociedade baiana. A quest\u00e3o norteadora das futuras discuss\u00f5es que espero que em breve aconte\u00e7am, deve ser prioritariamente compreender qual o modelo de universidade queremos para a Bahia. Um Estado que saiu da lament\u00e1vel situa\u00e7\u00e3o de s\u00f3 ter a UFBA como institui\u00e7\u00e3o federal de ensino superior, para a privilegiada situa\u00e7\u00e3o de ocupar o 3\u00ba lugar no pa\u00eds em n\u00famero de Federais por estado, contanto com cinco Institui\u00e7\u00f5es: al\u00e9m da UFBA, temos a UFRB no Rec\u00f4ncavo, a do Sul da Bahia, a do Centro Oeste e a do Vale do S\u00e3o Francisco, esta em pareceria com Pernambuco. A UFBA cresceu, tendo hoje cerca de 40 mil alunos entre gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, com a implanta\u00e7\u00e3o de muitos cursos noturno (em 2012.1 eram 7.679 alunos nos cursos noturnos), sendo esta uma aspira\u00e7\u00e3o de muitos, no interior na pr\u00f3pria comunidade universit\u00e1ria e na sociedade. No entanto, precisamos pensar que tipo de universidade est\u00e1 sendo implantada, especialmente no per\u00edodo noturno. O que temos visto, basicamente, \u00e9 que \u00e0 noite, nossos alunos t\u00eam aulas e nada mais. O que sempre criticamos quando da absurda e desordenada expans\u00e3o do sistema privado de ensino superior, est\u00e1 sendo a nossa pr\u00e1tica: a implanta\u00e7\u00e3o de\u00a0escol\u00f5es\u00a0de terceiro grau! \u00c0 noite, n\u00e3o h\u00e1 pesquisa, n\u00e3o h\u00e1 extens\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 vida universit\u00e1ria! E mesmo para as atividades de ensino, as condi\u00e7\u00f5es concretas est\u00e3o longe de serem as minimamente adequadas para uma institui\u00e7\u00e3o que se valha do t\u00edtulo de superior. S\u00e3o condi\u00e7\u00f5es verdadeiramente inferiores, de trabalho, de infraestrutura e, como consequ\u00eancia, tamb\u00e9m de ensino. \u00c9 com base nesta experi\u00eancia que temos que pensar sobre as possibilidades de expans\u00e3o da UFBA. Durante o rico evento\u00a0UrBA 2013, realizado em novembro \u00faltimo na Faculdade de Arquitetura, participei de um debate sobre o tema. Umas das apresenta\u00e7\u00f5es realizadas foi a do superientende do IPHAN na Bahia, meu ex-aluno Carlos Amorim, que apresentou a possibilidade da UFBA vir a se agregar ao esfor\u00e7o de revitaliza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o do com\u00e9rcio na cidade baixa aqui em Salvador. Com isso, alguns hist\u00f3ricos pr\u00e9dios poderiam ser usados pela Universidade. De novo, a quest\u00e3o central volta \u00e0 tona: usados para que? Para mais salas de aulas? Ser\u00e1 essa a expans\u00e3o que almejamos? Podemos pensar o mesmo para o chamado sub\u00farbio ferrovi\u00e1rio: que UFBA l\u00e1 queremos? Se a resposta for apenas ocupar salas de aulas para que alunos daquelas regi\u00f5es possam receber aulas, estas oferecidas por professores que at\u00e9 l\u00e1 se deslocariam para oferecer os conte\u00fados curriculares, seguramente esta n\u00e3o \u00e9 uma adequada op\u00e7\u00e3o para a expans\u00e3o da UFBA. Estaremos perdendo, assim, uma grande oportunidade de, efetivamente, entender a Universidade como um ente que tem como indissoci\u00e1vel o ensino, a pesquisa e a extens\u00e3o, tudo isso inserido fortemente naquelas regi\u00f5es para, efetivamente, fazer a diferen\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia, de culturas e conhecimentos, estes fortemente articulados e enraizados com a realidade local que, conectada pelas redes digitais, seria, ao mesmo tempo planet\u00e1ria. Essa \u00e9 a grande UFBA que queremos e n\u00e3o uma expans\u00e3o pela simples expans\u00e3o. &nbsp; Publicado em A Tarde de 26.12.2013. Clique aqui para o pdf da p\u00e1gina\u00a0(na revis\u00e3o que fizeram terminou saindo dois erros, aten\u00e7\u00e3o!). Tamb\u00e9m na minha coluna do Terra Magazine.<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pgc_meta":"","_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-3680","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3680"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3680"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3680\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3680"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3680"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3680"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}