{"id":2536,"date":"2012-05-16T11:05:19","date_gmt":"2012-05-16T14:05:19","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufba.br\/nlpretto\/?p=2536"},"modified":"2012-05-16T11:05:19","modified_gmt":"2012-05-16T14:05:19","slug":"ensino-de-ciencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/2012\/05\/16\/ensino-de-ciencias\/","title":{"rendered":"Ensino de Ci\u00eancias"},"content":{"rendered":"<p>Reproduzo aqui o belo documento elaborado pela grupo\u00a0\u201cColabora\u00e7\u00e3o em pesquisa e pr\u00e1tica em educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica- CoPPEC\u201d, liderado pelo professor\u00a0Charbel Ni\u00f1o El-Hani (LEHFBio, IB-UFBA).<\/p>\n<p>Acho que \u00e9 uma boa contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 discuss\u00e3o sobre o ensino de ci\u00eancias. Voltarei ao tema em outro post, em breve&#8230;<\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"color: #ff0000\"><strong>\u00a0PROPOSTAS PARA A MELHORIA DA EDUCA\u00c7\u00c3O CIENT\u00cdFICA NO ESTADO DA BAHIA<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><strong>Iniciativa CoPPEC*<\/strong><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Em Abril de 2012, o secret\u00e1rio regional da SBPC Bahia, Prof. Nelson Pretto, da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da UFBA, nos solicitou contribui\u00e7\u00f5es para discuss\u00e3o a ser conduzida pela secretaria regional e pela Academia Baiana de Ci\u00eancias sobre a melhoria da qualidade da educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica no Estado da Bahia. Em resposta a esta solicita\u00e7\u00e3o, preparamos o documento que ora divulgamos, que re\u00fane as contribui\u00e7\u00f5es da iniciativa \u201cColabora\u00e7\u00e3o em pesquisa e pr\u00e1tica em educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica- CoPPEC\u201d (cujos integrantes s\u00e3o listados abaixo), com linhas gerais de propostas para a melhoria do ensino de ci\u00eancias neste Estado, mas certamente reproduz\u00edveis em outros contextos estaduais.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">1. Deve-se defender o professor como eixo central da transforma\u00e7\u00e3o e da melhoria do ensino de ci\u00eancias, como ator principal dos processos de intera\u00e7\u00e3o discursiva que, em sala de aula, constituem o ensino e mediam a aprendizagem dos estudantes (Schoonmaker, 2007; El-Hani &amp; Sepulveda, 2012).<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">1.1. Isso significa que, antes de qualquer outra interven\u00e7\u00e3o nas escolas que busque melhor\u00e1-las, devem-se criar condi\u00e7\u00f5es adequadas de trabalho para os professores, a come\u00e7ar por sal\u00e1rios dignos, que v\u00e3o al\u00e9m, de fato, do sal\u00e1rio base proposto pelo governo federal. Este ponto \u00e9 tamb\u00e9m importante para aumentar a valoriza\u00e7\u00e3o social da profiss\u00e3o docente, de modo que possam ser atra\u00eddos os melhores quadros para essa atividade de central import\u00e2ncia na sociedade brasileira. Novos m\u00e9todos de ensino, novos equipamentos, novos curr\u00edculos etc., todos podem trazer sua contribui\u00e7\u00e3o ao ensino de ci\u00eancias, mas sem a atua\u00e7\u00e3o de qualidade do professor de nada adiantar\u00e3o. Essa atua\u00e7\u00e3o de qualidade depende de boas condi\u00e7\u00f5es de trabalho e, tamb\u00e9m, de boa forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">1.2. No que tange \u00e0 forma\u00e7\u00e3o, prop\u00f5e-se uma ampla discuss\u00e3o nas universidades do estado da Bahia, capitaneada pela SBPC regional, sobre as licenciaturas voltadas para o ensino de ci\u00eancias, de modo a serem discutidas, comparativamente, as abordagens seguidas por cada curso, como via de aprimoramento da forma\u00e7\u00e3o docente. Em rela\u00e7\u00e3o aos est\u00e1gios da licenciatura, \u00e9 importante que envolvam efetivamente a conviv\u00eancia dos estudantes com a escola e a possibilidade de propostas de trabalho colaborativas com os docentes no desenvolvimento de inova\u00e7\u00f5es educacionais, em parceria com os formadores de professores que trabalham desde a universidade. Tamb\u00e9m \u00e9 importante implantar processo sistem\u00e1tico de avalia\u00e7\u00e3o dos resultados do PIBID: o programa tem propiciado processos colaborativos, por exemplo? Qual tem sido o papel dos professores da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica na orienta\u00e7\u00e3o dos alunos bolsistas? Que tipo de viv\u00eancia do cotidiano do trabalho docente o programa tem propiciado aos alunos da licenciatura? H\u00e1 uma articula\u00e7\u00e3o entre PIBID e est\u00e1gios supervisionados? Por fim, \u00e9 preciso avaliar as condi\u00e7\u00f5es de trabalho dos professores que orientam est\u00e1gios: carga hor\u00e1ria assumida com outras disciplinas, bem como condi\u00e7\u00f5es materiais para a execu\u00e7\u00e3o de seu trabalho.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">2. Como diretriz de transforma\u00e7\u00e3o do ensino de ci\u00eancias nas escolas do Estado da Bahia, propomos a ideia de que <strong>o sistema escolar p\u00fablico do estado e, logo, cada escola deve tornar-se produtora de conhecimento, n\u00e3o apenas reprodutora do mesmo<\/strong> (Hargreaves, 1999; McIntyre, 2005). Desta perspectiva, entende-se que a pesquisa docente nas escolas \u00e9 uma via importante de transforma\u00e7\u00e3o da realidade do ensino. N\u00e3o se deve, contudo, assumir que, para que uma escola seja produtora de conhecimento, todos seus professores devem ser investigadores. Isso porque \u00e9 importante respeitar a diversidade de vias de a\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica e desenvolvimento profissional dos professores, sem estabelecer vias \u00fanicas para todos os sujeitos (Schoonmaker, 2007). Sobre este ponto, seguem algumas elabora\u00e7\u00f5es adicionais:<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">2.1. Neste sentido, devem ser refor\u00e7adas e estendidas iniciativas que j\u00e1 vemos em andamento em nosso estado, a exemplo de editais como o Edital de Inova\u00e7\u00f5es Educacionais, da SEC\/IAT e da FAPESB, que disponibiliza bolsas de professor-investigador para docentes da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica em propor\u00e7\u00e3o significativa (70% dos recursos financiados), al\u00e9m de disponibilizar para as escolas recursos financeiros por meio de descentraliza\u00e7\u00e3o de recursos do FAED. Em caso de parceria com a universidade, o mesmo montante financiado para a universidade (incluindo bolsas) \u00e9 dirigido \u00e0 escola. \u00c9 fundamental manter o procedimento de que este recurso seja usado de acordo com planilha constru\u00edda pelos membros da equipe do projeto e assinada pelo diretor da escola, de modo a garantir o uso dos recursos para a finalidade do projeto. Outro aspecto importante a ser implementado e mantido no Edital de Inova\u00e7\u00f5es Educacionais \u00e9 a possibilidade de que escolas da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica sejam proponentes de projetos para concorrerem no edital. Outra proposta que constitui iniciativa a ser mantida e estendida \u00e9 o Edital de Populariza\u00e7\u00e3o da Ci\u00eancia da FAPESB, que, al\u00e9m de disponibilizar bolsa na modalidade de professor-investigador, tamb\u00e9m permite que as escolas da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica proponham projetos.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">2.2. \u00c9 importante, contudo, criar outras condi\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m necess\u00e1rias \u00e0 condu\u00e7\u00e3o da pesquisa docente nas escolas, como a disponibiliza\u00e7\u00e3o de horas para a pesquisa, mediante diminui\u00e7\u00e3o da carga hor\u00e1ria dos docentes da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, e de espa\u00e7os f\u00edsicos espec\u00edficos de trabalho, pesquisa e estudo. Al\u00e9m disso, para a escola tornar-se produtora de conhecimentos, afastando-se de sua atual condi\u00e7\u00e3o de transmissora formal dos saberes cient\u00edficos, \u00e9 for\u00e7oso refletir sobre os tempos escolares, engessados em cronogramas, que obrigam o cumprimento de uma carga hor\u00e1ria muitas vezes em prol de si mesma, levando com freq\u00fc\u00eancia a uma reprodu\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es descontextualizadas do cotidiano dos alunos e dos professores, de forma impositiva, cujas consequ\u00eancias est\u00e3o bem \u00e0 mostra no \u00e2mbito das principais pesquisas educacionais, que se referem \u00e0 alfabetiza\u00e7\u00e3o cient\u00edfica dos alunos em forma\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e gradua\u00e7\u00e3o. A incorpora\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia na vida cotidiana dos estudantes demanda um tratamento dos conte\u00fados conceituais, procedimentais e atitudinais da ci\u00eancia em conex\u00e3o com suas pr\u00f3prias vidas, o que requer curr\u00edculos menos repletos de conte\u00fados, menos engessados e mais flex\u00edveis.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">2.3. Deve-se ampliar a discuss\u00e3o nas universidades sobre a pesquisa docente conduzida por professores da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, de modo a p\u00f4r em quest\u00e3o a posi\u00e7\u00e3o hier\u00e1rquica, de superioridade, que pesquisadores e universidade tendem a assumir em rela\u00e7\u00e3o aos professores de educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e \u00e0 escola (El-Hani &amp; Greca, 2011, no prelo; El-Hani &amp; Sepulveda, 2012). \u00c9 importante criar procedimentos para divulga\u00e7\u00e3o entre os pares das inova\u00e7\u00f5es educacionais e pesquisas conduzidas por professores da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. Tamb\u00e9m \u00e9 importante que n\u00e3o s\u00f3 as inova\u00e7\u00f5es geradas nas universidades, mas nos \u00f3rg\u00e3os t\u00e9cnicos da pr\u00f3pria Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o sejam produzidas em rela\u00e7\u00f5es de colabora\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, \u00e9 importante pensar modalidades de projetos colaborativos entre professores da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica n\u00e3o s\u00f3 de \u00e1reas diferentes, mas tamb\u00e9m, de uma mesma \u00e1rea que atuam em n\u00edveis escolares diferentes, o que poderia contribuir para a apropria\u00e7\u00e3o de conceitos cient\u00edficos pelos professores das s\u00e9ries iniciais (n\u00e3o garantida pelos cursos de Pedagogia) ou finais (conceitos de F\u00edsica\/Qu\u00edmica\/Biologia) do Ensino Fundamental. Al\u00e9m de favorecer a forma\u00e7\u00e3o dos professores, esta colabora\u00e7\u00e3o contribuiria para que professores das s\u00e9ries mais avan\u00e7adas conhecessem melhor o percurso de aprendizagem dos seus alunos. Al\u00e9m disso, seria poss\u00edvel realizar estudos longitudinais com vistas \u00e0 proposi\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00f5es educacionais.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">3. Por fim, da perspectiva das universidades, \u00e9 importante fomentar melhores condi\u00e7\u00f5es para aproxima\u00e7\u00e3o entre a pesquisa educacional e a pr\u00e1tica docente, com base em propostas como as que seguem:<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">3.1. A proposi\u00e7\u00e3o de novos editais que fomentem parceria entre escolas e universidades em propostas n\u00e3o s\u00f3 de pesquisa, mas tamb\u00e9m de inova\u00e7\u00e3o educacional, podendo ser proponentes n\u00e3o apenas universidades, mas tamb\u00e9m escolas da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">3.2. Fomentar a cria\u00e7\u00e3o de n\u00facleos de aproxima\u00e7\u00e3o pesquisa-pr\u00e1tica docente nas universidades, com professores do quadro docente da universidade com experi\u00eancia de trabalho colaborativo com professores da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, que possam atuar como negociadores de fronteiras (Wenger, 1998) entre as distintas comunidades de pesquisadores, professores e outros atores educacionais. Para promover a negocia\u00e7\u00e3o de fronteiras entre universidade e escola, seria interessante um sistema em que diferentes professores de pr\u00e1tica de ensino \u2013 orientadores dos est\u00e1gios supervisionados \u2013 assumissem esta fun\u00e7\u00e3o durante um per\u00edodo \u2013 por exemplo, dois a quatro anos \u2013 e, para tanto, tivesse, sua carga hor\u00e1ria de sala de aula reduzida \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o de est\u00e1gio e a este papel mediador, para o qual seria requerido que vivenciassem o cotidiano tanto da universidade quanto das escolas.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">4. A SBPC deve fomentar propostas para a melhoria da educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica que n\u00e3o sejam constru\u00eddas somente por pesquisadores das \u00e1reas espec\u00edficas (bi\u00f3logos, f\u00edsicos, qu\u00edmicos etc.), ou somente por pesquisadores das \u00e1reas pedag\u00f3gicas. Estas propostas devem ser elaboradas por equipes verdadeiramente interdisciplinares, na medida em que o problema educacional \u00e9 complexo, demandando aportes de conhecimento sobre os conte\u00fados e procedimentos espec\u00edficos das disciplinas cient\u00edficas; sobre os processos de ensino e aprendizagem; sobre os processos de gest\u00e3o da sala de aula e da escola; sobre o saber docente; sobre a hist\u00f3ria, filosofia e ensino de ci\u00eancias. A sugest\u00e3o \u00e9, ent\u00e3o, que a SBPC Regional se contraponha a propostas unilaterais de transforma\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica que por vezes vemos alardeadas nos meios cient\u00edficos e mesmo na m\u00eddia. Para um problema complexo, necessitamos de uma abordagem que envolva distintas perspectivas, n\u00e3o com uma \u00fanica mirada.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">5. Como a SEC tem promovido as Feiras de Ci\u00eancias da Bahia, precedidas das Feiras de Ci\u00eancias nas escolas, seria importante haver um monitoramento do processo investigativo que resulta nos produtos expostos nas feiras, com destaque para a concep\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia envolvida. Seria importante que as Feiras de Ci\u00eancias fossem precedidas de um levantamento das atuais condi\u00e7\u00f5es estruturantes das escolas e universidades, seguidas de um relat\u00f3rio que contemplasse tamb\u00e9m o estado de empoderamento dos professores, protagonistas obrigat\u00f3rios em qualquer iniciativa escolar, visando disponibilizar informa\u00e7\u00f5es diagn\u00f3sticas sobre as feiras, visando \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de projetos com fundamentos s\u00f3lidos e bem estruturados, que n\u00e3o frustrem os agentes do processo educativo nas escolas.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Sem mais no momento, mas certamente podendo e devendo pensar em novas ideias, esta \u00e9 nossa contribui\u00e7\u00e3o atual.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">EL-HANI, C. N. &amp; GRECA, I. M. Participa\u00e7\u00e3o em uma comunidade virtual de pr\u00e1tica desenhada como meio de diminuir a lacuna pesquisa-pr\u00e1tica na educa\u00e7\u00e3o em biologia.<strong> Ci\u00eancia e Educa\u00e7\u00e3o<\/strong>, v. 17, n. 3, p. 579-601, 2011.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">EL-HANI, C. N. &amp; GRECA, I. M. ComPratica: A virtual community of practice for promoting biology teachers\u2019 professional development in Brazil. <strong>Research in Science Education<\/strong>, no prelo.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">EL-HANI, C. N. &amp; SEPULVEDA, C. Comunidades de pr\u00e1tica, pesquisa colaborativa e n\u00facleos de pesquisa em ensino de ci\u00eancias nas escolas: inova\u00e7\u00e3o educacional e democratiza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de conhecimento. <strong>Jornal da Ci\u00eancia<\/strong>, n. 4479, 18\/04\/2012.<\/p>\n<p lang=\"en-US\" align=\"JUSTIFY\">HARGREAVES, D. H. The knowledge-creating school. <strong>British Journal of Educational Studies<\/strong>, v. 47, n. 2, p. 122-144, 1999.<\/p>\n<p lang=\"en-US\" align=\"JUSTIFY\">MCINTYRE, D. Bridging the gap between research and practice. <strong>Cambridge Journal of Education<\/strong>, v. 35, n. 3, p. 357\u2013382, 2005.<\/p>\n<p lang=\"en-US\" align=\"JUSTIFY\">SCHOONMAKER, F. One size doesn\u2019t fit all: reopening discussion of the research-practice connection. <strong>Theory into Practice<\/strong>, v. 46, n. 4, p. 264-271, 2007.<\/p>\n<p>WENGER, E. <strong>Communities of practice<\/strong>: learning, meaning, and identity. New York, NY: Cambridge University Press, 1998.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">*Este documento \u00e9 um produto coletivo dos participantes da iniciativa \u201cColabora\u00e7\u00e3o em pesquisa e pr\u00e1tica em educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica- CoPPEC\u201d.<\/p>\n<p lang=\"es-AR\" align=\"JUSTIFY\">UFBA:<\/p>\n<p lang=\"es-AR\" align=\"JUSTIFY\">Charbel Ni\u00f1o El-Hani (LEHFBio, IB-UFBA)<\/p>\n<p lang=\"es-AR\" align=\"JUSTIFY\">Thiago Serravalle de S\u00e1 (LEHFBio, IB-UFBA)<\/p>\n<p lang=\"es-AR\" align=\"JUSTIFY\">Juan Manuel S\u00e1nchez Arteaga (LEHFBio, IB-UFBA)<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Maria Daniela Martins Guimar\u00e3es (LEHFBio, IB-UFBA)<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Maria Aparecida dos Santos Santana (LEHFBio, IB-UFBA)<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Rosil\u00e9ia Oliveira de Almeida (EnCiMa, FACED-UFBA)<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Izaura Santiago da Cruz (EnCiMa, FACED-UFBA)<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">UEFS:<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Claudia de Alencar Serra e Sepulveda (GCPEC, Depto. de Educa\u00e7\u00e3o-UEFS)<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Mariangela Cerqueira Almeida (GCPEC, Depto. de Educa\u00e7\u00e3o-UEFS)<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Col\u00e9gio da Pol\u00edcia Militar (CPM), Unidade Dendezeiros, Salvador:<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">C\u00e1ssia Regina Reis Muniz<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Valter Alves Pereira<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Nat\u00e1lia Rodrigues da Silva<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Anna C\u00e1ssia de Holanda Sarmento<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Instituto de Educa\u00e7\u00e3o Gast\u00e3o Guimar\u00e3es (IEGG), Feira de Santana:<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Vanessa Perp\u00e9tua Garcia Santana Reis<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Maria da Concei\u00e7\u00e3o Lago Carneiro<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Col\u00e9gio Estadual Hermano Gouveia Neto, Lauro de Freitas:<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Jorge Bugary Teles Junior<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">T\u00e2nia Costa Caldas<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">V\u00e2nia Jaciara Bispo Costa<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Col\u00e9gio Modelo Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es, Feira de Santana:<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Ana Lucia Albuquerque Pereira Costa Amarante<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia da Bahia (IFBA), Cama\u00e7ari:<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Ana Paula Miranda Guimar\u00e3es<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Alessandro Eduardo de Almeida Sousa<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Col\u00e9gio Estadual Plataforma, Salvador<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Andrea da Silveira Cordeiro Cunha<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reproduzo aqui o belo documento elaborado pela grupo\u00a0\u201cColabora\u00e7\u00e3o em pesquisa e pr\u00e1tica em educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica- CoPPEC\u201d, liderado pelo professor\u00a0Charbel Ni\u00f1o El-Hani (LEHFBio, IB-UFBA). Acho que \u00e9 uma boa contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 discuss\u00e3o sobre o ensino de ci\u00eancias. Voltarei ao tema em outro post, em breve&#8230; \u00a0PROPOSTAS PARA A MELHORIA DA EDUCA\u00c7\u00c3O CIENT\u00cdFICA NO ESTADO DA BAHIA Iniciativa CoPPEC* Em Abril de 2012, o secret\u00e1rio regional da SBPC Bahia, Prof. Nelson Pretto, da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da UFBA, nos solicitou contribui\u00e7\u00f5es para discuss\u00e3o a ser conduzida pela secretaria regional e pela Academia Baiana de Ci\u00eancias sobre a melhoria da qualidade da educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica no Estado da Bahia. Em resposta a esta solicita\u00e7\u00e3o, preparamos o documento que ora divulgamos, que re\u00fane as contribui\u00e7\u00f5es da iniciativa \u201cColabora\u00e7\u00e3o em pesquisa e pr\u00e1tica em educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica- CoPPEC\u201d (cujos integrantes s\u00e3o listados abaixo), com linhas gerais de propostas para a melhoria do ensino de ci\u00eancias neste Estado, mas certamente reproduz\u00edveis em outros contextos estaduais. 1. Deve-se defender o professor como eixo central da transforma\u00e7\u00e3o e da melhoria do ensino de ci\u00eancias, como ator principal dos processos de intera\u00e7\u00e3o discursiva que, em sala de aula, constituem o ensino e mediam a aprendizagem dos estudantes (Schoonmaker, 2007; El-Hani &amp; Sepulveda, 2012). 1.1. Isso significa que, antes de qualquer outra interven\u00e7\u00e3o nas escolas que busque melhor\u00e1-las, devem-se criar condi\u00e7\u00f5es adequadas de trabalho para os professores, a come\u00e7ar por sal\u00e1rios dignos, que v\u00e3o al\u00e9m, de fato, do sal\u00e1rio base proposto pelo governo federal. Este ponto \u00e9 tamb\u00e9m importante para aumentar a valoriza\u00e7\u00e3o social da profiss\u00e3o docente, de modo que possam ser atra\u00eddos os melhores quadros para essa atividade de central import\u00e2ncia na sociedade brasileira. Novos m\u00e9todos de ensino, novos equipamentos, novos curr\u00edculos etc., todos podem trazer sua contribui\u00e7\u00e3o ao ensino de ci\u00eancias, mas sem a atua\u00e7\u00e3o de qualidade do professor de nada adiantar\u00e3o. Essa atua\u00e7\u00e3o de qualidade depende de boas condi\u00e7\u00f5es de trabalho e, tamb\u00e9m, de boa forma\u00e7\u00e3o. 1.2. No que tange \u00e0 forma\u00e7\u00e3o, prop\u00f5e-se uma ampla discuss\u00e3o nas universidades do estado da Bahia, capitaneada pela SBPC regional, sobre as licenciaturas voltadas para o ensino de ci\u00eancias, de modo a serem discutidas, comparativamente, as abordagens seguidas por cada curso, como via de aprimoramento da forma\u00e7\u00e3o docente. Em rela\u00e7\u00e3o aos est\u00e1gios da licenciatura, \u00e9 importante que envolvam efetivamente a conviv\u00eancia dos estudantes com a escola e a possibilidade de propostas de trabalho colaborativas com os docentes no desenvolvimento de inova\u00e7\u00f5es educacionais, em parceria com os formadores de professores que trabalham desde a universidade. Tamb\u00e9m \u00e9 importante implantar processo sistem\u00e1tico de avalia\u00e7\u00e3o dos resultados do PIBID: o programa tem propiciado processos colaborativos, por exemplo? Qual tem sido o papel dos professores da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica na orienta\u00e7\u00e3o dos alunos bolsistas? Que tipo de viv\u00eancia do cotidiano do trabalho docente o programa tem propiciado aos alunos da licenciatura? H\u00e1 uma articula\u00e7\u00e3o entre PIBID e est\u00e1gios supervisionados? Por fim, \u00e9 preciso avaliar as condi\u00e7\u00f5es de trabalho dos professores que orientam est\u00e1gios: carga hor\u00e1ria assumida com outras disciplinas, bem como condi\u00e7\u00f5es materiais para a execu\u00e7\u00e3o de seu trabalho. 2. Como diretriz de transforma\u00e7\u00e3o do ensino de ci\u00eancias nas escolas do Estado da Bahia, propomos a ideia de que o sistema escolar p\u00fablico do estado e, logo, cada escola deve tornar-se produtora de conhecimento, n\u00e3o apenas reprodutora do mesmo (Hargreaves, 1999; McIntyre, 2005). Desta perspectiva, entende-se que a pesquisa docente nas escolas \u00e9 uma via importante de transforma\u00e7\u00e3o da realidade do ensino. N\u00e3o se deve, contudo, assumir que, para que uma escola seja produtora de conhecimento, todos seus professores devem ser investigadores. Isso porque \u00e9 importante respeitar a diversidade de vias de a\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica e desenvolvimento profissional dos professores, sem estabelecer vias \u00fanicas para todos os sujeitos (Schoonmaker, 2007). Sobre este ponto, seguem algumas elabora\u00e7\u00f5es adicionais: 2.1. Neste sentido, devem ser refor\u00e7adas e estendidas iniciativas que j\u00e1 vemos em andamento em nosso estado, a exemplo de editais como o Edital de Inova\u00e7\u00f5es Educacionais, da SEC\/IAT e da FAPESB, que disponibiliza bolsas de professor-investigador para docentes da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica em propor\u00e7\u00e3o significativa (70% dos recursos financiados), al\u00e9m de disponibilizar para as escolas recursos financeiros por meio de descentraliza\u00e7\u00e3o de recursos do FAED. Em caso de parceria com a universidade, o mesmo montante financiado para a universidade (incluindo bolsas) \u00e9 dirigido \u00e0 escola. \u00c9 fundamental manter o procedimento de que este recurso seja usado de acordo com planilha constru\u00edda pelos membros da equipe do projeto e assinada pelo diretor da escola, de modo a garantir o uso dos recursos para a finalidade do projeto. Outro aspecto importante a ser implementado e mantido no Edital de Inova\u00e7\u00f5es Educacionais \u00e9 a possibilidade de que escolas da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica sejam proponentes de projetos para concorrerem no edital. Outra proposta que constitui iniciativa a ser mantida e estendida \u00e9 o Edital de Populariza\u00e7\u00e3o da Ci\u00eancia da FAPESB, que, al\u00e9m de disponibilizar bolsa na modalidade de professor-investigador, tamb\u00e9m permite que as escolas da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica proponham projetos. 2.2. \u00c9 importante, contudo, criar outras condi\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m necess\u00e1rias \u00e0 condu\u00e7\u00e3o da pesquisa docente nas escolas, como a disponibiliza\u00e7\u00e3o de horas para a pesquisa, mediante diminui\u00e7\u00e3o da carga hor\u00e1ria dos docentes da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, e de espa\u00e7os f\u00edsicos espec\u00edficos de trabalho, pesquisa e estudo. Al\u00e9m disso, para a escola tornar-se produtora de conhecimentos, afastando-se de sua atual condi\u00e7\u00e3o de transmissora formal dos saberes cient\u00edficos, \u00e9 for\u00e7oso refletir sobre os tempos escolares, engessados em cronogramas, que obrigam o cumprimento de uma carga hor\u00e1ria muitas vezes em prol de si mesma, levando com freq\u00fc\u00eancia a uma reprodu\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es descontextualizadas do cotidiano dos alunos e dos professores, de forma impositiva, cujas consequ\u00eancias est\u00e3o bem \u00e0 mostra no \u00e2mbito das principais pesquisas educacionais, que se referem \u00e0 alfabetiza\u00e7\u00e3o cient\u00edfica dos alunos em forma\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e gradua\u00e7\u00e3o. A incorpora\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia na vida cotidiana dos estudantes demanda um tratamento dos conte\u00fados conceituais, procedimentais e atitudinais da ci\u00eancia em conex\u00e3o com suas pr\u00f3prias vidas, o que requer curr\u00edculos menos repletos de conte\u00fados, menos engessados e mais flex\u00edveis. 2.3. Deve-se ampliar a discuss\u00e3o nas universidades sobre a pesquisa docente conduzida por professores da<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pgc_meta":"","_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[20],"tags":[184],"class_list":["post-2536","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ensino-de-ciencias-2","tag-ensino-de-ciencias","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2536"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2536"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2536\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2536"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2536"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2536"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}