{"id":2518,"date":"2012-04-01T12:02:50","date_gmt":"2012-04-01T15:02:50","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufba.br\/nlpretto\/?p=2518"},"modified":"2012-04-01T12:02:50","modified_gmt":"2012-04-01T15:02:50","slug":"arquitetura-ciencia-e-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/2012\/04\/01\/arquitetura-ciencia-e-educacao\/","title":{"rendered":"Arquitetura, ci\u00eancia e educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: large\">Por ocasi\u00e3o do anivers\u00e1rio do projeto <a title=\"Cidade do Saber\" href=\"http:\/\/www.cidadedosaber.org.br\/wp\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cidade do Saber<\/a>, na cidade de Cama\u00e7ari\/Bahia, publiquei em A Tarde de 29.03.2012 (dia do anivers\u00e1rio de 463 anos de Salvador, o artigo &#8220;Arquitetura, ci\u00eancia e educa\u00e7\u00e3o&#8221;<\/span><\/p>\n<p>Equipamentos urbanos s\u00e3o, por sua pr\u00f3pria natureza, equipamentos que educam. Seja por sua fun\u00e7\u00e3o social \u2013 um teatro, pra\u00e7a ou abrigo -, seja por sua arquitetura. Essa segunda dimens\u00e3o me encanta, mas a deixo para os arquitetos. Do ponto de vista pedag\u00f3gico, a tem\u00e1tica \u00e9 rica para a forma\u00e7\u00e3o da cidadania. Esse debate n\u00e3o pode ser deixado de lado pelos pol\u00edticos que adoram construir de equipamentos urbanos, como se bastasse sair por ai simplesmente reproduzindo projetos.<\/p>\n<p>Aproveito os cinco anos do Cidade do Saber, para pensar sobre a fun\u00e7\u00e3o social de um equipamento urbano de uso p\u00fablico e coletivo, como aquele implantado em Cama\u00e7ari. N\u00e3o tenho o privil\u00e9gio de acompanhar o seu uso cotidiano, mas das poucas vezes que por l\u00e1 estive, me impressionou a din\u00e2mica que potencialmente se pode estabelecer com a exist\u00eancia desse espa\u00e7o de m\u00faltiplas fun\u00e7\u00f5es e finalidades.<\/p>\n<p>Lembro de An\u00edsio Teixeira e dos arquitetos Di\u00f3genes Rebou\u00e7as e H\u00e9lio Duarte com a Escola Parque, na Caixa d&#8217;\u00c1gua, que j\u00e1 compreendiam, em 1950, que arquitetura e educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o \u00e1reas com muito a se falar. Os espa\u00e7os para a educa\u00e7\u00e3o devem ser pensados a partir da compreens\u00e3o do que s\u00e3o os processos formativos, qual o papel dos conte\u00fados e que outros elementos, al\u00e9m daqueles formais da escola institu\u00edda, precisam estar contemplados em um projeto nacional de educa\u00e7\u00e3o. Isso nos leva a ver os espa\u00e7os educacionais como espa\u00e7os arquitet\u00f4nicos que, por si s\u00f3, educam. No entanto, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel pensar a arquitetura de hoje tendo na cabe\u00e7a uma educa\u00e7\u00e3o de anteontem.<\/p>\n<p>A escola deveria incorporar mais o fazer, principalmente nesse mundo onde encontramos tudo pronto, e pronto tamb\u00e9m para ser substitu\u00eddo. Fora dela isso tem crescido, e um bom exemplo \u00e9 o movimento dos \u201cmakers\u201d (fazedores), que reuniu em Nova York, num \u00fanico final de semana de 2011, mais de 35 mil vistantes na <em>Maker Faire.<\/em> Esse movimento busca retomar mais intensamente a perspectiva de produ\u00e7\u00e3o de coisas, a partir da experimenta\u00e7\u00e3o. Construir pequenos objetos, juntar pe\u00e7as velhas e produzir novos equipamentos, inventar, inventar, inventar. Me parece que a escola \u2013 apesar do esfor\u00e7o individual de muitos professores &#8211; pouco tem percebido e acompanhado isso. As aulas de ci\u00eancias terminam sendo, prioritariamente, associadas ao \u201cconsumo\u201d da ci\u00eancia moderna estabelecida (\u00e0s vezes de forma totalmente acr\u00edtica!), como se fosse suficiente para a compreens\u00e3o do mundo, conhecer meia d\u00fazia de leis da natureza.<\/p>\n<p>Penso sempre na riqueza de um abridor de garrafa constru\u00eddo nas praias da Bahia a partir de um tosco peda\u00e7o de madeira e um parafuso na ponta. Quanta ci\u00eancia e tecnologia temos a\u00ed! Vejo meu  Davi de 12 anos inventar\/construir um \u201camplificador\u201d de som a partir do cone cortado de uma garrafa pet que, colocado no min\u00fasculo alto falante do seu tocador de m\u00fasica, lhe possibilita ampliar o som e, assim, prestar mais aten\u00e7\u00e3o na letra em ingl\u00eas, que ele deseja compreender e traduzir. Pequenas inven\u00e7\u00f5es, com muita ci\u00eancia e arte. S\u00e3o inova\u00e7\u00f5es e cria\u00e7\u00f5es que motivam a meninada e fazem a diferen\u00e7a na forma\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da juventude que, no futuro, ser\u00e3o os nossos cientistas.<\/p>\n<p>O UNICA (Museu Interativo de Ci\u00eancia e Tecnologia) foi resgatado por Cama\u00e7ari da antiga OAF, sendo importante espa\u00e7o para a experimenta\u00e7\u00e3o, estimulador da cria\u00e7\u00e3o e das inven\u00e7\u00f5es da turma jovem. Mas ele n\u00e3o se basta, a experi\u00eancia n\u00e3o pode ser  \u201c\u00fanica\u201d! Tem que se multiplicar pela Bahia e a\u00ed o papel da Secretaria de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (SECTI) \u00e9 fundamental, a partir do apoio, por exemplo, \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de garagens digitais, que possibilitariam \u00e0 juventude experimentar todo tipo de tecnologia e, mais uma vez, inventar e criar! Isso, se bem articulado com as escolas e Pontos de Cultura, criaria, de fato, o que denomino de um ecossistema pedag\u00f3gico em cada regi\u00e3o da Bahia.<\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da juventude \u00e9 importante passo se objetivamos a constru\u00e7\u00e3o de um planeta sustent\u00e1vel e justo para todos os cidad\u00e3os, e isso n\u00e3o pode esperar o amanh\u00e3.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nelson Pretto &#8211; Professor da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Federal da Bahia. <a href=\"http:\/\/www.pretto.info\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.pretto.info<\/a>. Email: <a href=\"mailto:nelson@pretto.info\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">nelson@pretto.info<\/a><\/p>\n<p>Veja o <a href=\"https:\/\/blog.ufba.br\/nlpretto\/files\/2012\/04\/atarde_pretto_20120329_cidadesaber140304.pdf\">arquivo em pdf<\/a> do jornal <a href=\"http:\/\/www.atarde.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A Tarde<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por ocasi\u00e3o do anivers\u00e1rio do projeto Cidade do Saber, na cidade de Cama\u00e7ari\/Bahia, publiquei em A Tarde de 29.03.2012 (dia do anivers\u00e1rio de 463 anos de Salvador, o artigo &#8220;Arquitetura, ci\u00eancia e educa\u00e7\u00e3o&#8221; Equipamentos urbanos s\u00e3o, por sua pr\u00f3pria natureza, equipamentos que educam. Seja por sua fun\u00e7\u00e3o social \u2013 um teatro, pra\u00e7a ou abrigo -, seja por sua arquitetura. Essa segunda dimens\u00e3o me encanta, mas a deixo para os arquitetos. 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Lembro de An\u00edsio Teixeira e dos arquitetos Di\u00f3genes Rebou\u00e7as e H\u00e9lio Duarte com a Escola Parque, na Caixa d&#8217;\u00c1gua, que j\u00e1 compreendiam, em 1950, que arquitetura e educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o \u00e1reas com muito a se falar. Os espa\u00e7os para a educa\u00e7\u00e3o devem ser pensados a partir da compreens\u00e3o do que s\u00e3o os processos formativos, qual o papel dos conte\u00fados e que outros elementos, al\u00e9m daqueles formais da escola institu\u00edda, precisam estar contemplados em um projeto nacional de educa\u00e7\u00e3o. Isso nos leva a ver os espa\u00e7os educacionais como espa\u00e7os arquitet\u00f4nicos que, por si s\u00f3, educam. No entanto, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel pensar a arquitetura de hoje tendo na cabe\u00e7a uma educa\u00e7\u00e3o de anteontem. A escola deveria incorporar mais o fazer, principalmente nesse mundo onde encontramos tudo pronto, e pronto tamb\u00e9m para ser substitu\u00eddo. Fora dela isso tem crescido, e um bom exemplo \u00e9 o movimento dos \u201cmakers\u201d (fazedores), que reuniu em Nova York, num \u00fanico final de semana de 2011, mais de 35 mil vistantes na Maker Faire. Esse movimento busca retomar mais intensamente a perspectiva de produ\u00e7\u00e3o de coisas, a partir da experimenta\u00e7\u00e3o. Construir pequenos objetos, juntar pe\u00e7as velhas e produzir novos equipamentos, inventar, inventar, inventar. Me parece que a escola \u2013 apesar do esfor\u00e7o individual de muitos professores &#8211; pouco tem percebido e acompanhado isso. As aulas de ci\u00eancias terminam sendo, prioritariamente, associadas ao \u201cconsumo\u201d da ci\u00eancia moderna estabelecida (\u00e0s vezes de forma totalmente acr\u00edtica!), como se fosse suficiente para a compreens\u00e3o do mundo, conhecer meia d\u00fazia de leis da natureza. Penso sempre na riqueza de um abridor de garrafa constru\u00eddo nas praias da Bahia a partir de um tosco peda\u00e7o de madeira e um parafuso na ponta. Quanta ci\u00eancia e tecnologia temos a\u00ed! Vejo meu Davi de 12 anos inventar\/construir um \u201camplificador\u201d de som a partir do cone cortado de uma garrafa pet que, colocado no min\u00fasculo alto falante do seu tocador de m\u00fasica, lhe possibilita ampliar o som e, assim, prestar mais aten\u00e7\u00e3o na letra em ingl\u00eas, que ele deseja compreender e traduzir. Pequenas inven\u00e7\u00f5es, com muita ci\u00eancia e arte. S\u00e3o inova\u00e7\u00f5es e cria\u00e7\u00f5es que motivam a meninada e fazem a diferen\u00e7a na forma\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da juventude que, no futuro, ser\u00e3o os nossos cientistas. O UNICA (Museu Interativo de Ci\u00eancia e Tecnologia) foi resgatado por Cama\u00e7ari da antiga OAF, sendo importante espa\u00e7o para a experimenta\u00e7\u00e3o, estimulador da cria\u00e7\u00e3o e das inven\u00e7\u00f5es da turma jovem. Mas ele n\u00e3o se basta, a experi\u00eancia n\u00e3o pode ser \u201c\u00fanica\u201d! Tem que se multiplicar pela Bahia e a\u00ed o papel da Secretaria de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (SECTI) \u00e9 fundamental, a partir do apoio, por exemplo, \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de garagens digitais, que possibilitariam \u00e0 juventude experimentar todo tipo de tecnologia e, mais uma vez, inventar e criar! Isso, se bem articulado com as escolas e Pontos de Cultura, criaria, de fato, o que denomino de um ecossistema pedag\u00f3gico em cada regi\u00e3o da Bahia. A forma\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da juventude \u00e9 importante passo se objetivamos a constru\u00e7\u00e3o de um planeta sustent\u00e1vel e justo para todos os cidad\u00e3os, e isso n\u00e3o pode esperar o amanh\u00e3. &nbsp; &nbsp; Nelson Pretto &#8211; Professor da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Federal da Bahia. www.pretto.info. Email: nelson@pretto.info Veja o arquivo em pdf do jornal A Tarde.<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pgc_meta":"","_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[4,7,20],"tags":[],"class_list":["post-2518","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arquitetura","category-artigos-em-a-tarde","category-ensino-de-ciencias-2","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2518"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2518"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2518\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2518"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2518"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2518"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}