{"id":2462,"date":"2011-12-24T19:50:30","date_gmt":"2011-12-24T22:50:30","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.ufba.br\/nlpretto\/?p=2462"},"modified":"2011-12-24T19:50:30","modified_gmt":"2011-12-24T22:50:30","slug":"ativistas-protestam-pelo-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/2011\/12\/24\/ativistas-protestam-pelo-mundo\/","title":{"rendered":"Ativistas protestam pelo mundo"},"content":{"rendered":"<p><!-- \t\t@page { margin: 2cm } \t\tP { margin-bottom: 0.21cm } \t\tA:link { so-language: zxx } -->Ativistas protestam pelo mundo<\/p>\n<p>Nelson Pretto \u2013 professor da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da UFBA \u2013 nelson@pretto.info<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio desta \u00faltima d\u00e9cada, com a explos\u00e3o do acesso \u00e0 internet e o barateamento dos equipamentos digitais, a produ\u00e7\u00e3o de imagens e informa\u00e7\u00f5es deixou de estar restrita aos grandes conglomerados midi\u00e1ticos e passou a ser prerrogativa de qualquer um, pelo menos potencialmente. Com os equipamentos mais baratos, tudo vai ficando mais f\u00e1cil. Proliferam blogs, tu\u00edtes, p\u00e1ginas e textos nas redes sociais. Dados recentemente publicados (F\/Radar) mostram que j\u00e1 s\u00e3o 29,5 milh\u00f5es de brasileiros com mais de 12 anos que se conectam \u00e0 internet em movimento, sendo 74% atrav\u00e9s de celulares. Lembro da constru\u00e7\u00e3o do meu primeiro blog \u2013 SMOG \u2013 com cr\u00f4nicas quinzenais que fazia quando estava fora do pa\u00eds para um ano sab\u00e1tico. De l\u00e1, escrevia em html \u2013 a maioria dos leitores nem deve saber que diabo \u00e9 isso, e nem precisa saber mais! &#8211; e, por ftp &#8211; ooppss! -, mandava os arquivos para o CPD de nossa UFBA e, assim, quase como um milagre, minhas cr\u00f4nicas estavam publicadas. At\u00e9 hoje isso continua ali, como mem\u00f3ria daquele tempo:\u00a0<a title=\"Smog - cr\u00f4nicas de viagens\" href=\"http:\/\/migre.me\/7pf5q\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/migre.me\/7pf5q<\/a><\/p>\n<p>De l\u00e1 para c\u00e1, tudo mudou, e muito. E r\u00e1pido. Entre junho de 2003 e outubro de 2004, a blogosfera cresceu 8 vezes, chegando a 4 milh\u00f5es de blogs. Hoje, existem cerca de 112 milh\u00f5es e cerca de 120 mil s\u00e3o criados diariamente (Technorati). Nesse per\u00edodo, o n\u00famero de usu\u00e1rios que assistiram v\u00eddeo nos Estados Unidos superou os 100 milh\u00f5es e, no Brasil, 86,5% dos internautas com mais de 15 anos assistiram v\u00eddeos atrav\u00e9s da internet (ComScore).<\/p>\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o explodiu e o cidad\u00e3o passou a estar em foco. A revista americana Time tradicionalmente escolhe um personagem para homenagear como \u201cpersonalidade do ano\u201d. Na sua edi\u00e7\u00e3o de dezembro de 2010, estampou uma importante capa onde indicava, em letras garrafais, o personagem daquele ano: \u201cYOU\/VOC\u00ca\u201d. Ou seja, o usu\u00e1rio\/leitor\/cidad\u00e3o, que deixava de ser apenas um consumidor de informa\u00e7\u00e3o e passava a ter a possibilidade de ser o produtor de informa\u00e7\u00f5es. O mundo continuou mudando. Agora, em 2011, na sua \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, a mesma Time escolheu para personagem do ano \u201cTHE PROTESTERS\/OS ATIVISTAS\u201d, indicando claramente uma qualifica\u00e7\u00e3o do personagem anterior: do \u201cVoc\u00ea\u201d de 2010 para um cidad\u00e3o ativo, que atua na sociedade e que, como vimos ao longo dos mais recentes epis\u00f3dios mundiais, modificou de forma substancial o Egito e a L\u00edbia, para ficar s\u00f3 em dois exemplos. Estes protestos, conhecidos como a Primavera \u00c1rabe, se espalharam por Wall Street (<em>Occupy Wall Street<\/em>) e tantas outras ruas e pra\u00e7as do mundo. Um cidad\u00e3o qualificado que, com uso pleno das tecnologias da informa\u00e7\u00e3o, passou a fazer a diferen\u00e7a, trazendo para o debate outras formas de manifesta\u00e7\u00e3o e de se fazer pol\u00edtica, com consequ\u00eancias ainda n\u00e3o profundamente analisadas.<br \/>\nNo Brasil, esses protestos ainda andam muito devagar. N\u00e3o que aqui n\u00e3o tenhamos motivos suficientes. Os temos de sobra e isso merece um boa reflex\u00e3o: por que ainda n\u00e3o nos mobilizamos de forma efetiva e contundente? No pa\u00eds, a corrup\u00e7\u00e3o grassa. Salvador tamb\u00e9m tem nos dados bons motivos para protestar. Contudo, parece que a onda de protestos aqui \u00e9 muito timida!<\/p>\n<p>Lembro de outros protestos de um passado recente como a Revolta do Buzu\/2003, j\u00e1 objeto de artigo meu aqui em <strong>A Tarde<\/strong>, a partir da monografia de Genielli Fran\u00e7a da Silva (Faced\/UFBA), onde fizemos uma rela\u00e7\u00e3o destes movimentos com a educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A educa\u00e7\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno que tem na escola um espa\u00e7o fundamental, mas n\u00e3o limitada a este. As ruas, as a\u00e7\u00f5es sociais, as fam\u00edlias, a vida cotidiana e, principalmente, a luta pol\u00edtica, possuem tamb\u00e9m uma dimens\u00e3o formativa b\u00e1sica dos jovens no mundo contempor\u00e2neo.<\/p>\n<p>Cuidar de nossa cidade, de nosso pa\u00eds e do planeta, n\u00e3o pode ser tarefa exclusiva da escola, mas, seguramente, se esta estiver conectada com rede de qualidade, se os professores forem qualificados para tratar de todos esses temas, a escola da rua, a escola formal, o cidad\u00e3o-aluno e o aluno-cidad\u00e3o far\u00e3o a diferen\u00e7a no mundo contempor\u00e2neo e, quem sabe, n\u00e3o ser\u00e3o eles os ativistas personagens de todos os anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Publicado em A Tarde em 01.01.2012, pag. 02. <a href=\"https:\/\/blog.ufba.br\/nlpretto\/files\/2011\/12\/20120101pretto_atarde_ativista134697.pdf\">clique aqui para baixar o pdf da p\u00e1gina do jornal<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ativistas protestam pelo mundo Nelson Pretto \u2013 professor da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da UFBA \u2013 nelson@pretto.info &nbsp; Desde o in\u00edcio desta \u00faltima d\u00e9cada, com a explos\u00e3o do acesso \u00e0 internet e o barateamento dos equipamentos digitais, a produ\u00e7\u00e3o de imagens e informa\u00e7\u00f5es deixou de estar restrita aos grandes conglomerados midi\u00e1ticos e passou a ser prerrogativa de qualquer um, pelo menos potencialmente. Com os equipamentos mais baratos, tudo vai ficando mais f\u00e1cil. Proliferam blogs, tu\u00edtes, p\u00e1ginas e textos nas redes sociais. Dados recentemente publicados (F\/Radar) mostram que j\u00e1 s\u00e3o 29,5 milh\u00f5es de brasileiros com mais de 12 anos que se conectam \u00e0 internet em movimento, sendo 74% atrav\u00e9s de celulares. Lembro da constru\u00e7\u00e3o do meu primeiro blog \u2013 SMOG \u2013 com cr\u00f4nicas quinzenais que fazia quando estava fora do pa\u00eds para um ano sab\u00e1tico. De l\u00e1, escrevia em html \u2013 a maioria dos leitores nem deve saber que diabo \u00e9 isso, e nem precisa saber mais! &#8211; e, por ftp &#8211; ooppss! -, mandava os arquivos para o CPD de nossa UFBA e, assim, quase como um milagre, minhas cr\u00f4nicas estavam publicadas. At\u00e9 hoje isso continua ali, como mem\u00f3ria daquele tempo:\u00a0http:\/\/migre.me\/7pf5q De l\u00e1 para c\u00e1, tudo mudou, e muito. E r\u00e1pido. Entre junho de 2003 e outubro de 2004, a blogosfera cresceu 8 vezes, chegando a 4 milh\u00f5es de blogs. Hoje, existem cerca de 112 milh\u00f5es e cerca de 120 mil s\u00e3o criados diariamente (Technorati). Nesse per\u00edodo, o n\u00famero de usu\u00e1rios que assistiram v\u00eddeo nos Estados Unidos superou os 100 milh\u00f5es e, no Brasil, 86,5% dos internautas com mais de 15 anos assistiram v\u00eddeos atrav\u00e9s da internet (ComScore). A comunica\u00e7\u00e3o explodiu e o cidad\u00e3o passou a estar em foco. A revista americana Time tradicionalmente escolhe um personagem para homenagear como \u201cpersonalidade do ano\u201d. Na sua edi\u00e7\u00e3o de dezembro de 2010, estampou uma importante capa onde indicava, em letras garrafais, o personagem daquele ano: \u201cYOU\/VOC\u00ca\u201d. Ou seja, o usu\u00e1rio\/leitor\/cidad\u00e3o, que deixava de ser apenas um consumidor de informa\u00e7\u00e3o e passava a ter a possibilidade de ser o produtor de informa\u00e7\u00f5es. O mundo continuou mudando. Agora, em 2011, na sua \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, a mesma Time escolheu para personagem do ano \u201cTHE PROTESTERS\/OS ATIVISTAS\u201d, indicando claramente uma qualifica\u00e7\u00e3o do personagem anterior: do \u201cVoc\u00ea\u201d de 2010 para um cidad\u00e3o ativo, que atua na sociedade e que, como vimos ao longo dos mais recentes epis\u00f3dios mundiais, modificou de forma substancial o Egito e a L\u00edbia, para ficar s\u00f3 em dois exemplos. Estes protestos, conhecidos como a Primavera \u00c1rabe, se espalharam por Wall Street (Occupy Wall Street) e tantas outras ruas e pra\u00e7as do mundo. Um cidad\u00e3o qualificado que, com uso pleno das tecnologias da informa\u00e7\u00e3o, passou a fazer a diferen\u00e7a, trazendo para o debate outras formas de manifesta\u00e7\u00e3o e de se fazer pol\u00edtica, com consequ\u00eancias ainda n\u00e3o profundamente analisadas. No Brasil, esses protestos ainda andam muito devagar. N\u00e3o que aqui n\u00e3o tenhamos motivos suficientes. Os temos de sobra e isso merece um boa reflex\u00e3o: por que ainda n\u00e3o nos mobilizamos de forma efetiva e contundente? No pa\u00eds, a corrup\u00e7\u00e3o grassa. Salvador tamb\u00e9m tem nos dados bons motivos para protestar. Contudo, parece que a onda de protestos aqui \u00e9 muito timida! Lembro de outros protestos de um passado recente como a Revolta do Buzu\/2003, j\u00e1 objeto de artigo meu aqui em A Tarde, a partir da monografia de Genielli Fran\u00e7a da Silva (Faced\/UFBA), onde fizemos uma rela\u00e7\u00e3o destes movimentos com a educa\u00e7\u00e3o. A educa\u00e7\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno que tem na escola um espa\u00e7o fundamental, mas n\u00e3o limitada a este. As ruas, as a\u00e7\u00f5es sociais, as fam\u00edlias, a vida cotidiana e, principalmente, a luta pol\u00edtica, possuem tamb\u00e9m uma dimens\u00e3o formativa b\u00e1sica dos jovens no mundo contempor\u00e2neo. Cuidar de nossa cidade, de nosso pa\u00eds e do planeta, n\u00e3o pode ser tarefa exclusiva da escola, mas, seguramente, se esta estiver conectada com rede de qualidade, se os professores forem qualificados para tratar de todos esses temas, a escola da rua, a escola formal, o cidad\u00e3o-aluno e o aluno-cidad\u00e3o far\u00e3o a diferen\u00e7a no mundo contempor\u00e2neo e, quem sabe, n\u00e3o ser\u00e3o eles os ativistas personagens de todos os anos. &nbsp; Publicado em A Tarde em 01.01.2012, pag. 02. clique aqui para baixar o pdf da p\u00e1gina do jornal. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pgc_meta":"","_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-2462","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-em-a-tarde","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2462"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2462"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2462\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2462"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2462"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2462"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}