{"id":2223,"date":"2009-06-08T19:43:00","date_gmt":"2009-06-08T19:43:00","guid":{"rendered":"http:\/\/abobrinhasdepretto.wordpress.com\/2009\/06\/08\/fator-uaauu-na-educacao\/"},"modified":"2009-06-08T19:43:00","modified_gmt":"2009-06-08T19:43:00","slug":"fator-uaauu-na-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/2009\/06\/08\/fator-uaauu-na-educacao\/","title":{"rendered":"Fator &#8220;uaauu&#8221; na educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"western\">Fator &quot;uaauu&quot;<\/h1>\n<p>Nelson De Luca Pretto &#8211; professor associado da Faculdade de<\/p>\n<p class=\"western\">Educa&ccedil;&atilde;o\/UFBA e visitante da Universidade Trent,&nbsp; Nottingham,<br \/>Inglaterra. www.pretto.info<\/p>\n<p><span style=\"font-size:medium\">A crise da educa&ccedil;&atilde;o &eacute; tema constante em todos os pa&iacute;ses. Todos reclamam dos baixos &iacute;ndices de aprova&ccedil;&atilde;o, da viol&ecirc;ncia nas escolas, dos sistemas de avalia&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o d&atilde;o conta dos desafios contempor&acirc;neos, da universidade que n&atilde;o prepara para o mundo profissional tampouco para a vida. Mas essa &eacute; uma crise anunciada, uma vez que pesquisas realizadas h&aacute; muito j&aacute; a vislumbravam.<\/p>\n<p>Na Inglaterra, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; dram&aacute;tica neste final de ano letivo (o ver&atilde;o come&ccedil;a agora em junho). Os dados apontam uma crise sem precedentes no que diz respeito &agrave; empregabilidade dos alunos que agora est&atilde;o se formando. Recente pesquisa realizada pela &quot;Chartered Institute of Personnel and Development&quot; anunciou que 50% dos empregadores entrevistados n&atilde;o est&atilde;o pensando em contratar recem graduados. Em fun&ccedil;&atilde;o da gravidade da situa&ccedil;&atilde;o, o professor David Blachflower, at&eacute; recentemente membro do comit&ecirc; monet&aacute;rio do Banco da Inglaterra, alertou o governo para o que considera o maior desafio atual do pa&iacute;s, o &quot;desemprego da juventude&quot;.<\/p>\n<p>No &acirc;mbito do ensino b&aacute;sico ingl&ecirc;s, o que aqui e acol&aacute; se v&ecirc; s&atilde;o projetos&nbsp; e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que buscam &#8211; sem<br \/>sucesso, com os n&uacute;meros indicam &#8211; transformar a educa&ccedil;&atilde;o e criar algum tipo de motiva&ccedil;&atilde;o (n&atilde;o gosto dessa palavra, mas ela costumeiramente &eacute; usada nesse contexto) para que a juventude permane&ccedil;a na escola. Foi proposta recentemente a redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de &aacute;reas de aprendizagem de 13 &#8211; as &aacute;reas mais tradicionais, tais como ci&ecirc;ncias, biologia, hist&oacute;ria, etc. &#8211; para seis &aacute;reas de maior abrang&ecirc;ncia. O interessante dessa proposta &eacute; a introdu&ccedil;&atilde;o, de forma&nbsp; explicita, do uso das tecnologias de comunica&ccedil;&atilde;o, a exemplo dos blogs, twitter, orkut e todos os demais elementos da chamada m&iacute;dia contempor&acirc;nea. A proposta, a ser implementada at&eacute; 2011, prop&otilde;e&nbsp; &aacute;reas de aprendizagem mais amplas, tais como compreens&atilde;o do Ingl&ecirc;s, comunica&ccedil;&atilde;o e linguagens, compreens&atilde;o cient&iacute;fica e tecnol&oacute;gica, compreens&atilde;o do humano, social e ambiental, entre outras. A&nbsp; confus&atilde;o j&aacute; est&aacute; estabelecida, com reclama&ccedil;&otilde;es de todos os lados, pois, como j&aacute; estamos lamentavelmente acostumados na educa&ccedil;&atilde;o, tal proposta foi pouco discutida, segundo os sindicatos docentes. A pr&oacute;pria m&iacute;dia, que tem tratado muito da educa&ccedil;&atilde;o, termina polarizando o debate entre, por exemplo, se &eacute;<br \/>importante ensinar Twitter ou Segunda Guerra Mundial e, claro, isso tem um grande efeito sobre os pais e a popula&ccedil;&atilde;o. Evidentemente esse n&atilde;o &eacute; o ponto central e, como de costume, uma cortina de fuma&ccedil;a cai sobre a import&acirc;ncia de discuss&otilde;es mais profundas sobre a educa&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Por outro lado, a proposta inglesa se reporta &agrave; necessidade de um &quot;curr&iacute;culo criativo&quot;, o que para mim &eacute; uma redund&acirc;ncia, uma vez que tanto curr&iacute;culo como escola t&ecirc;m na criatividade e na cria&ccedil;&atilde;o seus elementos mais fundamentais. Chegam a cogitar de inserir um &quot;fator uaauu&quot; (<i>wow factor<\/i>) no curr&iacute;culo, como elemento de impacto nas escolas, para &quot;prender&quot; a aten&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as e jovens. Tamb&eacute;m essa &eacute; uma antiga discuss&atilde;o, pois n&atilde;o estamos aqui a falar de espet&aacute;culos, onde os estudantes precisam ser &quot;motivados&quot; e o professor tem que ser um ator &#8211; de prefer&ecirc;ncia c&ocirc;mico, como em muitos dos nossos cursinhos de vestibular &#8211; para que os alunos possam &quot;apreender&quot; os assuntos. <\/p>\n<p>Educa&ccedil;&atilde;o &eacute; muito mais do que isso. Educa&ccedil;&atilde;o &eacute; di&aacute;logo permanente e aqui, quando falamos em di&aacute;logo, tratamos deste em pelo menos dois n&iacute;veis. Um no &acirc;mbito das escolas e outro no &acirc;mbito das fam&iacute;lias. Nestas, essa pr&aacute;tica, que deveria ser constante, em muitos casos praticamente deixou de existir, seja pela enfraquecimento da fam&iacute;lia enquanto espa&ccedil;o de di&aacute;logo, seja pela pr&oacute;pria inexist&ecirc;ncia desta.&nbsp; Um intenso e permanente di&aacute;logo &eacute; conversa que flui, &eacute; um verdadeiro jogo de ir e vir, de ouvir e falar, de ceder e conceder. Mas &eacute; tamb&eacute;m o exerc&iacute;cio da autoridade &#8211; n&atilde;o do autoritarismo &#8211; nos<br \/>momentos necess&aacute;rios.<\/p>\n<p>Um outro di&aacute;logo &eacute; aquele entre o conhecimento que cada um traz de sua realidade e experi&ecirc;ncia de vida com a Ci&ecirc;ncia e a Cultura, estas com &quot;c&quot; mai&uacute;sculo mesmo. Mas n&atilde;o como uma imposi&ccedil;&atilde;o destas sobre as demais ci&ecirc;ncias, saberes, conhecimentos e culturas, aqui todas em minusculo e no plural. A busca por essa conviv&ecirc;ncia permanente entre diferen&ccedil;as, conhecimentos e saberes constitui-se no movimento central para a prepara&ccedil;&atilde;o dos jovens para o mundo. E<br \/>quando falamos em mundo estamos a nos referir tamb&eacute;m ao mundo do trabalho, mas n&atilde;o s&oacute; a este. Falamos de um mundo que ainda nem sabemos como vai se configurar no futuro.<\/p>\n<p>Aqui, temos que retomar a minha preferida quest&atilde;o: o fortalecimento do fundamental papel dos professores nas escolas, este sim, seguramente, o verdadeiro &quot;fator uaauu&quot;. <\/span><\/p>\n<p class=\"western\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"western\">Uma vers&atilde;o ligeiramente reduzida foi publicada no jornal A Tarde, de 08.06.2009, p&aacute;gina 03. Publicado no <a href=\"http:\/\/terramagazine.terra.com.br\/interna\/0,,OI3817819-EI6581,00-Fator+uaauu.html\">Terra Magazine<\/a> de 11.06.2009.<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fator &quot;uaauu&quot; Nelson De Luca Pretto &#8211; professor associado da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o\/UFBA e visitante da Universidade Trent,&nbsp; Nottingham,Inglaterra. www.pretto.info A crise da educa&ccedil;&atilde;o &eacute; tema constante em todos os pa&iacute;ses. Todos reclamam dos baixos &iacute;ndices de aprova&ccedil;&atilde;o, da viol&ecirc;ncia nas escolas, dos sistemas de avalia&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o d&atilde;o conta dos desafios contempor&acirc;neos, da universidade que n&atilde;o prepara para o mundo profissional tampouco para a vida. Mas essa &eacute; uma crise anunciada, uma vez que pesquisas realizadas h&aacute; muito j&aacute; a vislumbravam. Na Inglaterra, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; dram&aacute;tica neste final de ano letivo (o ver&atilde;o come&ccedil;a agora em junho). Os dados apontam uma crise sem precedentes no que diz respeito &agrave; empregabilidade dos alunos que agora est&atilde;o se formando. Recente pesquisa realizada pela &quot;Chartered Institute of Personnel and Development&quot; anunciou que 50% dos empregadores entrevistados n&atilde;o est&atilde;o pensando em contratar recem graduados. Em fun&ccedil;&atilde;o da gravidade da situa&ccedil;&atilde;o, o professor David Blachflower, at&eacute; recentemente membro do comit&ecirc; monet&aacute;rio do Banco da Inglaterra, alertou o governo para o que considera o maior desafio atual do pa&iacute;s, o &quot;desemprego da juventude&quot;. 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A proposta, a ser implementada at&eacute; 2011, prop&otilde;e&nbsp; &aacute;reas de aprendizagem mais amplas, tais como compreens&atilde;o do Ingl&ecirc;s, comunica&ccedil;&atilde;o e linguagens, compreens&atilde;o cient&iacute;fica e tecnol&oacute;gica, compreens&atilde;o do humano, social e ambiental, entre outras. A&nbsp; confus&atilde;o j&aacute; est&aacute; estabelecida, com reclama&ccedil;&otilde;es de todos os lados, pois, como j&aacute; estamos lamentavelmente acostumados na educa&ccedil;&atilde;o, tal proposta foi pouco discutida, segundo os sindicatos docentes. A pr&oacute;pria m&iacute;dia, que tem tratado muito da educa&ccedil;&atilde;o, termina polarizando o debate entre, por exemplo, se &eacute;importante ensinar Twitter ou Segunda Guerra Mundial e, claro, isso tem um grande efeito sobre os pais e a popula&ccedil;&atilde;o. Evidentemente esse n&atilde;o &eacute; o ponto central e, como de costume, uma cortina de fuma&ccedil;a cai sobre a import&acirc;ncia de discuss&otilde;es mais profundas sobre a educa&ccedil;&atilde;o. Por outro lado, a proposta inglesa se reporta &agrave; necessidade de um &quot;curr&iacute;culo criativo&quot;, o que para mim &eacute; uma redund&acirc;ncia, uma vez que tanto curr&iacute;culo como escola t&ecirc;m na criatividade e na cria&ccedil;&atilde;o seus elementos mais fundamentais. Chegam a cogitar de inserir um &quot;fator uaauu&quot; (wow factor) no curr&iacute;culo, como elemento de impacto nas escolas, para &quot;prender&quot; a aten&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as e jovens. Tamb&eacute;m essa &eacute; uma antiga discuss&atilde;o, pois n&atilde;o estamos aqui a falar de espet&aacute;culos, onde os estudantes precisam ser &quot;motivados&quot; e o professor tem que ser um ator &#8211; de prefer&ecirc;ncia c&ocirc;mico, como em muitos dos nossos cursinhos de vestibular &#8211; para que os alunos possam &quot;apreender&quot; os assuntos. Educa&ccedil;&atilde;o &eacute; muito mais do que isso. Educa&ccedil;&atilde;o &eacute; di&aacute;logo permanente e aqui, quando falamos em di&aacute;logo, tratamos deste em pelo menos dois n&iacute;veis. Um no &acirc;mbito das escolas e outro no &acirc;mbito das fam&iacute;lias. Nestas, essa pr&aacute;tica, que deveria ser constante, em muitos casos praticamente deixou de existir, seja pela enfraquecimento da fam&iacute;lia enquanto espa&ccedil;o de di&aacute;logo, seja pela pr&oacute;pria inexist&ecirc;ncia desta.&nbsp; Um intenso e permanente di&aacute;logo &eacute; conversa que flui, &eacute; um verdadeiro jogo de ir e vir, de ouvir e falar, de ceder e conceder. Mas &eacute; tamb&eacute;m o exerc&iacute;cio da autoridade &#8211; n&atilde;o do autoritarismo &#8211; nosmomentos necess&aacute;rios. Um outro di&aacute;logo &eacute; aquele entre o conhecimento que cada um traz de sua realidade e experi&ecirc;ncia de vida com a Ci&ecirc;ncia e a Cultura, estas com &quot;c&quot; mai&uacute;sculo mesmo. Mas n&atilde;o como uma imposi&ccedil;&atilde;o destas sobre as demais ci&ecirc;ncias, saberes, conhecimentos e culturas, aqui todas em minusculo e no plural. 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