{"id":2214,"date":"2009-03-02T00:40:00","date_gmt":"2009-03-02T00:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/abobrinhasdepretto.wordpress.com\/2009\/03\/02\/artigo-em-a-tarde-carnaval-caetano-e-educacao\/"},"modified":"2009-03-02T00:40:00","modified_gmt":"2009-03-02T00:40:00","slug":"artigo-em-a-tarde-carnaval-caetano-e-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/2009\/03\/02\/artigo-em-a-tarde-carnaval-caetano-e-educacao\/","title":{"rendered":"Artigo em A Tarde: carnaval, caetano e educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h1>Lingua Culta, Caetano e educa&ccedil;&atilde;o<\/h1>\n<p>Nelson Pretto &#8211; professor associado da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o\/UFBA e visitante da Universidade Trent,&nbsp; Nottingham, Inglaterra. www.pretto.info<\/p>\n<p><span style=\"font-size:larger\">Acabou o carnaval. Acabou o ver&atilde;o, na pr&aacute;tica. O Brasil e especialmente a Bahia voltam ao normal. Normal? Claro que n&atilde;o. Voltam &agrave; vidinha de sempre, alimentada, nesses tempos de crise, pela constante d&uacute;vida sobre o futuro. Falar em futuro &eacute; sempre falar em educa&ccedil;&atilde;o. Todos, e n&atilde;o s&oacute; n&oacute;s os educadores, que j&aacute; fazemos isso a vida inteira, estabelecem essa refer&ecirc;ncia nesses momentos.<br \/>Provocado por Caetano Veloso em um texto, na verdade um <i>post<\/i>, mais na verdade ainda, um <i>petardo-post<\/i>, que ele publicou, em pleno Carnaval, no seu blog&nbsp; <\/span><span style=\"font-size:larger\"><a href=\"http:\/\/www.obraemprogresso.com.br\/\"><i>Obra em Progresso<\/i><\/a><span>,<\/span> &#8211; j&aacute; refer&ecirc;ncia de boas conversas -, com um sofisticado di&aacute;logo com autores e leitores e suscitando uma deliciosa pol&ecirc;mica sobre a import&acirc;ncia da l&iacute;ngua culta e da educa&ccedil;&atilde;o, venho nestas linhas concordar com ele sobre a necessidade de uma forma&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida para a juventude.<br \/>Em tempos de tantas possibilidades para a escrita, com os blogs, SMS, microblogs, fotoblogs e tantos outros <i>ogs<\/i>, retomar o tema da escola pode parecer anacr&ocirc;nico, mas penso que n&atilde;o o seja. Por uma coincid&ecirc;ncia &#8211; ou n&atilde;o!, como diria Caetano -, em diversas das minhas atuais leituras sobre cibercultura tem aparecido um autor austr&iacute;aco muito presente na minha forma&ccedil;&atilde;o na d&eacute;cada de 80: Ivan Illich. Defensor da &quot;sociedade sem escolas&quot;, Illich escreveu sobre diversas coisas e, meio que antevendo o futuro, j&aacute; falava em web e em rede. Mas, claro, n&atilde;o era ainda a internet e muito menos essa internet de hoje, que j&aacute; a escrevemos com o i min&uacute;sculo, diferente do que ocorria h&aacute; pouco tempo, quando d&aacute;vamos a ela uma dimens&atilde;o pr&oacute;pria. O risco de recuperar Illich, justo agora em que a educa&ccedil;&atilde;o anda t&atilde;o mal em todo o mundo, &eacute; vermos crescer a absurda tese da n&atilde;o necessidade das escolas e dos professores, atrav&eacute;s das iniciativas de forma&ccedil;&atilde;o no ambiente dom&eacute;stico, com pais e familiares desempenhando o papel dos professores. <br \/>As chamadas tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m trazido incomensur&aacute;veis possibilidades de est&iacute;mulo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de v&iacute;deos, imagens, sons, textos, pr&eacute;-textos e muito mais &#8211; por cada um individualmente ou nos coletivos, a partir de suas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias e viv&ecirc;ncias. Mas isso s&oacute; n&atilde;o basta. Penso ser necess&aacute;rio o di&aacute;logo profundo e intenso com o saber estabelecido, com os avan&ccedil;os das ci&ecirc;ncias, com o conhecimento das tecnologias desenvolvidas, com as culturas e com os cl&aacute;ssicos da literatura universal e nacional, e n&atilde;o s&oacute; com os nossos autores regionais mais pr&oacute;ximos e queridos, e, como insiste Caetano l&aacute; no blog, com a chamada l&iacute;ngua culta.<br \/>Fortalecer a meninada, estimulando a escrita <i>a la<\/i> &quot;blz, to aki lgdo en vc&quot;, &eacute; imprescind&iacute;vel. N&atilde;o podemos desconsiderar essa forma de express&atilde;o, que,&nbsp; mais do real, &eacute; fundamental, pois est&aacute; associada ao meio tecnol&oacute;gico na qual &eacute; utilizada. Estabelecer e promover a produ&ccedil;&atilde;o de filmes e v&iacute;deos nas escolas e comunidades &eacute; indispens&aacute;vel. Mas tudo isso&nbsp; s&oacute; se configurar&aacute; em forma&ccedil;&atilde;o &#8211; e aqui temos que falar de boca cheia e em alto e bom som em <b>forma&ccedil;&atilde;o<\/b>, e n&atilde;o em treinamento! &#8211; se tudo se articular de forma intensa com a rica produ&ccedil;&atilde;o cultural hist&oacute;rica da humanidade, ao mesmo tempo com respeito e, principalmente, com agu&ccedil;ada cr&iacute;tica. Mas, para tanto, &eacute; necess&aacute;rio conhecer. Para isso, e n&atilde;o s&oacute;, a escola &eacute; fundamental. Da&iacute;, a grande import&acirc;ncia dos professores. Estes respeitados e tratados com dignidade, com s&oacute;lida forma&ccedil;&atilde;o e pagos com decentes sal&aacute;rios, como o s&atilde;o alguns dos profissionais de algumas outras carreiras, e n&atilde;o como trabalhadores de segunda categoria, somente porque existem em quantidade fenomenal, necess&aacute;ria para dar conta do enorme desafio colocado para a humanidade nos dias de hoje. Professores nobres, como j&aacute; me referi outras vezes, trazendo de novo Caetano. <i>Nobreza brau<\/i>, disse ele em uma deliciosa m&uacute;sica, falando de Neide Candolina, sua professora de portugu&ecirc;s no Central. Negona retada que, certamente, chuto eu aqui, com regras, delicadeza e afeto, fez o t&atilde;o necess&aacute;rio link entre o institu&iacute;do (a l&iacute;ngua culta) e o movimento alucinado da <i>gera&ccedil;&atilde;o Central<\/i>, que, entre tantas outras maravilhosas loucuras, deram na Tropic&aacute;lia, no Cinema Novo e nos Caetanos. Quer mais?<\/p>\n<p><\/span><br \/>Publicado em A Tarde, de Salvador, Bahia, em 07.03.2009, pag. 03<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lingua Culta, Caetano e educa&ccedil;&atilde;o Nelson Pretto &#8211; professor associado da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o\/UFBA e visitante da Universidade Trent,&nbsp; Nottingham, Inglaterra. www.pretto.info Acabou o carnaval. Acabou o ver&atilde;o, na pr&aacute;tica. O Brasil e especialmente a Bahia voltam ao normal. Normal? Claro que n&atilde;o. Voltam &agrave; vidinha de sempre, alimentada, nesses tempos de crise, pela constante d&uacute;vida sobre o futuro. Falar em futuro &eacute; sempre falar em educa&ccedil;&atilde;o. Todos, e n&atilde;o s&oacute; n&oacute;s os educadores, que j&aacute; fazemos isso a vida inteira, estabelecem essa refer&ecirc;ncia nesses momentos.Provocado por Caetano Veloso em um texto, na verdade um post, mais na verdade ainda, um petardo-post, que ele publicou, em pleno Carnaval, no seu blog&nbsp; Obra em Progresso, &#8211; j&aacute; refer&ecirc;ncia de boas conversas -, com um sofisticado di&aacute;logo com autores e leitores e suscitando uma deliciosa pol&ecirc;mica sobre a import&acirc;ncia da l&iacute;ngua culta e da educa&ccedil;&atilde;o, venho nestas linhas concordar com ele sobre a necessidade de uma forma&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida para a juventude.Em tempos de tantas possibilidades para a escrita, com os blogs, SMS, microblogs, fotoblogs e tantos outros ogs, retomar o tema da escola pode parecer anacr&ocirc;nico, mas penso que n&atilde;o o seja. Por uma coincid&ecirc;ncia &#8211; ou n&atilde;o!, como diria Caetano -, em diversas das minhas atuais leituras sobre cibercultura tem aparecido um autor austr&iacute;aco muito presente na minha forma&ccedil;&atilde;o na d&eacute;cada de 80: Ivan Illich. Defensor da &quot;sociedade sem escolas&quot;, Illich escreveu sobre diversas coisas e, meio que antevendo o futuro, j&aacute; falava em web e em rede. Mas, claro, n&atilde;o era ainda a internet e muito menos essa internet de hoje, que j&aacute; a escrevemos com o i min&uacute;sculo, diferente do que ocorria h&aacute; pouco tempo, quando d&aacute;vamos a ela uma dimens&atilde;o pr&oacute;pria. O risco de recuperar Illich, justo agora em que a educa&ccedil;&atilde;o anda t&atilde;o mal em todo o mundo, &eacute; vermos crescer a absurda tese da n&atilde;o necessidade das escolas e dos professores, atrav&eacute;s das iniciativas de forma&ccedil;&atilde;o no ambiente dom&eacute;stico, com pais e familiares desempenhando o papel dos professores. As chamadas tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m trazido incomensur&aacute;veis possibilidades de est&iacute;mulo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de v&iacute;deos, imagens, sons, textos, pr&eacute;-textos e muito mais &#8211; por cada um individualmente ou nos coletivos, a partir de suas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias e viv&ecirc;ncias. Mas isso s&oacute; n&atilde;o basta. Penso ser necess&aacute;rio o di&aacute;logo profundo e intenso com o saber estabelecido, com os avan&ccedil;os das ci&ecirc;ncias, com o conhecimento das tecnologias desenvolvidas, com as culturas e com os cl&aacute;ssicos da literatura universal e nacional, e n&atilde;o s&oacute; com os nossos autores regionais mais pr&oacute;ximos e queridos, e, como insiste Caetano l&aacute; no blog, com a chamada l&iacute;ngua culta.Fortalecer a meninada, estimulando a escrita a la &quot;blz, to aki lgdo en vc&quot;, &eacute; imprescind&iacute;vel. N&atilde;o podemos desconsiderar essa forma de express&atilde;o, que,&nbsp; mais do real, &eacute; fundamental, pois est&aacute; associada ao meio tecnol&oacute;gico na qual &eacute; utilizada. Estabelecer e promover a produ&ccedil;&atilde;o de filmes e v&iacute;deos nas escolas e comunidades &eacute; indispens&aacute;vel. Mas tudo isso&nbsp; s&oacute; se configurar&aacute; em forma&ccedil;&atilde;o &#8211; e aqui temos que falar de boca cheia e em alto e bom som em forma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o em treinamento! &#8211; se tudo se articular de forma intensa com a rica produ&ccedil;&atilde;o cultural hist&oacute;rica da humanidade, ao mesmo tempo com respeito e, principalmente, com agu&ccedil;ada cr&iacute;tica. Mas, para tanto, &eacute; necess&aacute;rio conhecer. Para isso, e n&atilde;o s&oacute;, a escola &eacute; fundamental. Da&iacute;, a grande import&acirc;ncia dos professores. Estes respeitados e tratados com dignidade, com s&oacute;lida forma&ccedil;&atilde;o e pagos com decentes sal&aacute;rios, como o s&atilde;o alguns dos profissionais de algumas outras carreiras, e n&atilde;o como trabalhadores de segunda categoria, somente porque existem em quantidade fenomenal, necess&aacute;ria para dar conta do enorme desafio colocado para a humanidade nos dias de hoje. Professores nobres, como j&aacute; me referi outras vezes, trazendo de novo Caetano. Nobreza brau, disse ele em uma deliciosa m&uacute;sica, falando de Neide Candolina, sua professora de portugu&ecirc;s no Central. Negona retada que, certamente, chuto eu aqui, com regras, delicadeza e afeto, fez o t&atilde;o necess&aacute;rio link entre o institu&iacute;do (a l&iacute;ngua culta) e o movimento alucinado da gera&ccedil;&atilde;o Central, que, entre tantas outras maravilhosas loucuras, deram na Tropic&aacute;lia, no Cinema Novo e nos Caetanos. Quer mais? Publicado em A Tarde, de Salvador, Bahia, em 07.03.2009, pag. 03<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pgc_meta":"","_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[109,172,191],"class_list":["post-2214","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria","tag-caetano_veloso","tag-educacao","tag-escola","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2214"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2214"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2214\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2214"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2214"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2214"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}