{"id":2209,"date":"2009-02-12T10:45:00","date_gmt":"2009-02-12T10:45:00","guid":{"rendered":"http:\/\/abobrinhasdepretto.wordpress.com\/2009\/02\/12\/artigo-em-a-tarde-de-hoje\/"},"modified":"2009-02-12T10:45:00","modified_gmt":"2009-02-12T10:45:00","slug":"artigo-em-a-tarde-de-hoje","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/2009\/02\/12\/artigo-em-a-tarde-de-hoje\/","title":{"rendered":"Artigo em A Tarde de hoje"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size:x-large\">Darwin, ci&ecirc;ncia e tecnologia<\/span><\/p>\n<p>No dia 12 de fevereiro de 1809, nascia na pequena Shrewsbury o naturalista ingl&ecirc;s Charles Darwin, famoso no mundo todo pelo seu delicado trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica em torno da origem das esp&eacute;cies. Agora em 2009, comemoramse 200 anos do seu nascimento e 150 anos da publica&ccedil;&atilde;o do livro marco da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, A Origem das Esp&eacute;cies.<\/p>\n<p>O Museu de Hist&oacute;ria Natural de Londres est&aacute; com uma bel&iacute;ssima exposi&ccedil;&atilde;o sobre Darwin, associada a uma s&eacute;rie de outras atividades que podem ser acompanhadas pela internet (<a href=\"http:\/\/www.darwin200.org\">www.darwin200.org<\/a>), como tamb&eacute;m est&aacute; na internet o trabalho do pesquisador brit&acirc;nico John van Wyhe, respons&aacute;vel pelo belo site Darwin online (darwin-online.org.uk).<\/p>\n<p>Hoje voc&ecirc; encontra tudo sobre Darwin na rede, mas, na sua &eacute;poca, ele deve ter sofrido por n&atilde;o contar com nada parecido.<\/p>\n<p>Para divulgar suas ideias, ao longo dos cinco anos de viagem do Beagle, ele escrevia cartas e mais cartas, dando conta de suas pesquisas. Para envi&aacute;-las, aproveitavase dos navios que cruzavam os mares da &eacute;poca. Tais cartas &ndash; muitas delas expostas na exposi&ccedil;&atilde;o de Londres &ndash; foram construindo a mem&oacute;ria dessa hist&oacute;rica viagem e, o mais importante, possibilitaram ao mundo acompanhar seu trabalho cient&iacute;fico, ao tempo em que davamlhe for&ccedil;a pol&iacute;tica para a obten&ccedil;&atilde;o de mais recursos para suas pesquisas.<\/p>\n<p>A ci&ecirc;ncia &eacute; feita assim, por gente de carne e osso, que trabalha duro como os demais trabalhadores, e que necessita de apoio e financiamento. N&atilde;o &eacute; compreens&iacute;vel, portanto, que o Congresso Nacional recentemente tenha feito um corte de R$ 1,1 bilh&atilde;o, representando 18% no or&ccedil;amento do MCT para 2009.<\/p>\n<p>Lament&aacute;vel! Nossas universidades e centros de pesquisas precisam de condi&ccedil;&otilde;es concretas para pesquisar, desenvolver tecnologias e, simultaneamente, promover uma ampla difus&atilde;o do conhecimento cient&iacute;fico. Difus&atilde;o essa que deve acontecer em todos os meios: jornais, revistas, TV, internet, mas tamb&eacute;m em exposi&ccedil;&otilde;es, museus e no cotidiano das escolas. O trabalho dentro das escolas &eacute; absolutamente fundamental e, para tanto, precisamos de professores com s&oacute;lida forma&ccedil;&atilde;o inicial e em permanente e continuado aperfei&ccedil;oamento.<\/p>\n<p>A forma&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da juventude &eacute; algo que n&atilde;o pode ser descuidada e demanda a&ccedil;&otilde;es de todos os setores do governo, e n&atilde;o apenas da educa&ccedil;&atilde;o. Na Bahia, por exemplo, nos perguntamos sempre sobre o que foi feito do Museu de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, ali na Boca do Rio, constru&iacute;do na &eacute;poca de Roberto Santos, por&eacute;m, totalmente abandonado ao longo dos governos subsequentes. Por que a ideia de um planet&aacute;rio em Salvador, em rela&ccedil;&atilde;o a qual o governador e o secret&aacute;rio de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia j&aacute; demonstraram interesse, n&atilde;o decolou? Essas a&ccedil;&otilde;es mais l&uacute;dicas fora da escola contribuem para que nossas crian&ccedil;as possam compreender a natureza, o ambiente, o universo, a cultura, a ci&ecirc;ncia, e s&atilde;o passos b&aacute;sicos para pensarmos uma Na&ccedil;&atilde;o com ene mai&uacute;sculo.<\/p>\n<p>Mas esse n&atilde;o &eacute; apenas um problema brasileiro. Mesmo pa&iacute;ses com alto investimento em educa&ccedil;&atilde;o como a Su&eacute;cia, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; preocupante. De 1995 para 2007, despencou em 42 pontos a avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento cient&iacute;fico da juventude sueca. Claro que esses testes n&atilde;o s&atilde;o l&aacute; muito confi&aacute;veis, uma vez que estabelecem padr&otilde;es de compara&ccedil;&atilde;o que nem sempre concordamos, mas, n&atilde;o resta d&uacute;vida, que d&atilde;o um pux&atilde;o de orelha, tanto l&aacute; como c&aacute;, nos governantes que n&atilde;o investem significativamente em educa&ccedil;&atilde;o, cultura, ci&ecirc;ncia e tecnologia.<\/p>\n<p>Tais &iacute;ndices s&atilde;o, pelo menos, um alerta indicando que n&atilde;o podemos descuidar da turma pequena. Ela precisa de boa capacidade de leitura e escrita, associada a um bom conhecimento cient&iacute;fico, e isso n&atilde;o acontece de um dia para o outro.<\/p>\n<p>Darwin passou pela Bahia por duas vezes naquela famosa viagem do Beagle.<\/p>\n<p>A segunda, exato no m&ecirc;s de fevereiro do ano de 1832. Quem sabe, aproveitando essas datas comemorativas, n&atilde;o tenhamos an&uacute;ncios alvi&ccedil;areiros da retomada de projetos importantes visando a forma&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da nossa juventude, a exemplo do Museu de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, do planet&aacute;rio de Salvador e, tamb&eacute;m, de novos projetos como o de um Centro de Refer&ecirc;ncia do Sert&atilde;o, do fortalecimento do observat&oacute;rio Antares, em Feira, e de tantos outros que poderiam ser implantados pela Bahia adentro.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/atarde.ideavalley.com.br\/flip\/index.php?playerType=double&amp;idEdicao=80963674bef3aa3e08d43f1094bd654d&amp;idCaderno=2b94975314279890432b23b7663f7702&amp;page2go=3\">link para o jornal<\/a>, mas n&atilde;o sei se vc consegue ver o texto por l&aacute;&#8230;<\/p>\n<p>Replicado no <a href=\"http:\/\/www.jornaldaciencia.org.br\/Detalhe.jsp?id=61696\">Jornal da Ci&ecirc;ncia Hoje de 13.02.2009<\/a>.<\/p>\n<p>Veja aqui a maravilhosa charge de Simanca, na mesma p&aacute;gina de A Tarde.<\/p>\n<div style=\"text-align:center\"><a href=\"http:\/\/pics.livejournal.com\/nelsonpretto\/pic\/0001g2d8\/\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" height=\"240\" border=\"3\" width=\"285\" src=\"http:\/\/pics.livejournal.com\/nelsonpretto\/pic\/0001g2d8\/s320x240\" alt=\"\" \/><\/a><\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Darwin, ci&ecirc;ncia e tecnologia No dia 12 de fevereiro de 1809, nascia na pequena Shrewsbury o naturalista ingl&ecirc;s Charles Darwin, famoso no mundo todo pelo seu delicado trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica em torno da origem das esp&eacute;cies. Agora em 2009, comemoramse 200 anos do seu nascimento e 150 anos da publica&ccedil;&atilde;o do livro marco da teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, A Origem das Esp&eacute;cies. O Museu de Hist&oacute;ria Natural de Londres est&aacute; com uma bel&iacute;ssima exposi&ccedil;&atilde;o sobre Darwin, associada a uma s&eacute;rie de outras atividades que podem ser acompanhadas pela internet (www.darwin200.org), como tamb&eacute;m est&aacute; na internet o trabalho do pesquisador brit&acirc;nico John van Wyhe, respons&aacute;vel pelo belo site Darwin online (darwin-online.org.uk). Hoje voc&ecirc; encontra tudo sobre Darwin na rede, mas, na sua &eacute;poca, ele deve ter sofrido por n&atilde;o contar com nada parecido. Para divulgar suas ideias, ao longo dos cinco anos de viagem do Beagle, ele escrevia cartas e mais cartas, dando conta de suas pesquisas. Para envi&aacute;-las, aproveitavase dos navios que cruzavam os mares da &eacute;poca. Tais cartas &ndash; muitas delas expostas na exposi&ccedil;&atilde;o de Londres &ndash; foram construindo a mem&oacute;ria dessa hist&oacute;rica viagem e, o mais importante, possibilitaram ao mundo acompanhar seu trabalho cient&iacute;fico, ao tempo em que davamlhe for&ccedil;a pol&iacute;tica para a obten&ccedil;&atilde;o de mais recursos para suas pesquisas. A ci&ecirc;ncia &eacute; feita assim, por gente de carne e osso, que trabalha duro como os demais trabalhadores, e que necessita de apoio e financiamento. N&atilde;o &eacute; compreens&iacute;vel, portanto, que o Congresso Nacional recentemente tenha feito um corte de R$ 1,1 bilh&atilde;o, representando 18% no or&ccedil;amento do MCT para 2009. Lament&aacute;vel! Nossas universidades e centros de pesquisas precisam de condi&ccedil;&otilde;es concretas para pesquisar, desenvolver tecnologias e, simultaneamente, promover uma ampla difus&atilde;o do conhecimento cient&iacute;fico. Difus&atilde;o essa que deve acontecer em todos os meios: jornais, revistas, TV, internet, mas tamb&eacute;m em exposi&ccedil;&otilde;es, museus e no cotidiano das escolas. O trabalho dentro das escolas &eacute; absolutamente fundamental e, para tanto, precisamos de professores com s&oacute;lida forma&ccedil;&atilde;o inicial e em permanente e continuado aperfei&ccedil;oamento. A forma&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da juventude &eacute; algo que n&atilde;o pode ser descuidada e demanda a&ccedil;&otilde;es de todos os setores do governo, e n&atilde;o apenas da educa&ccedil;&atilde;o. Na Bahia, por exemplo, nos perguntamos sempre sobre o que foi feito do Museu de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, ali na Boca do Rio, constru&iacute;do na &eacute;poca de Roberto Santos, por&eacute;m, totalmente abandonado ao longo dos governos subsequentes. Por que a ideia de um planet&aacute;rio em Salvador, em rela&ccedil;&atilde;o a qual o governador e o secret&aacute;rio de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia j&aacute; demonstraram interesse, n&atilde;o decolou? Essas a&ccedil;&otilde;es mais l&uacute;dicas fora da escola contribuem para que nossas crian&ccedil;as possam compreender a natureza, o ambiente, o universo, a cultura, a ci&ecirc;ncia, e s&atilde;o passos b&aacute;sicos para pensarmos uma Na&ccedil;&atilde;o com ene mai&uacute;sculo. Mas esse n&atilde;o &eacute; apenas um problema brasileiro. Mesmo pa&iacute;ses com alto investimento em educa&ccedil;&atilde;o como a Su&eacute;cia, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; preocupante. De 1995 para 2007, despencou em 42 pontos a avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento cient&iacute;fico da juventude sueca. Claro que esses testes n&atilde;o s&atilde;o l&aacute; muito confi&aacute;veis, uma vez que estabelecem padr&otilde;es de compara&ccedil;&atilde;o que nem sempre concordamos, mas, n&atilde;o resta d&uacute;vida, que d&atilde;o um pux&atilde;o de orelha, tanto l&aacute; como c&aacute;, nos governantes que n&atilde;o investem significativamente em educa&ccedil;&atilde;o, cultura, ci&ecirc;ncia e tecnologia. Tais &iacute;ndices s&atilde;o, pelo menos, um alerta indicando que n&atilde;o podemos descuidar da turma pequena. Ela precisa de boa capacidade de leitura e escrita, associada a um bom conhecimento cient&iacute;fico, e isso n&atilde;o acontece de um dia para o outro. Darwin passou pela Bahia por duas vezes naquela famosa viagem do Beagle. A segunda, exato no m&ecirc;s de fevereiro do ano de 1832. Quem sabe, aproveitando essas datas comemorativas, n&atilde;o tenhamos an&uacute;ncios alvi&ccedil;areiros da retomada de projetos importantes visando a forma&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da nossa juventude, a exemplo do Museu de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, do planet&aacute;rio de Salvador e, tamb&eacute;m, de novos projetos como o de um Centro de Refer&ecirc;ncia do Sert&atilde;o, do fortalecimento do observat&oacute;rio Antares, em Feira, e de tantos outros que poderiam ser implantados pela Bahia adentro. link para o jornal, mas n&atilde;o sei se vc consegue ver o texto por l&aacute;&#8230; Replicado no Jornal da Ci&ecirc;ncia Hoje de 13.02.2009. Veja aqui a maravilhosa charge de Simanca, na mesma p&aacute;gina de A Tarde.<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pgc_meta":"","_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[86,122,157,169],"class_list":["post-2209","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria","tag-artigo","tag-ciencia","tag-darwin","tag-divulgacao_cientifica","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2209"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2209"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2209\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2209"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2209"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2209"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}