{"id":2208,"date":"2009-02-12T10:37:00","date_gmt":"2009-02-12T10:37:00","guid":{"rendered":"http:\/\/abobrinhasdepretto.wordpress.com\/2009\/02\/12\/hoje-no-terra-magazine\/"},"modified":"2009-02-12T10:37:00","modified_gmt":"2009-02-12T10:37:00","slug":"hoje-no-terra-magazine","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/2009\/02\/12\/hoje-no-terra-magazine\/","title":{"rendered":"Hoje, no Terra Magazine"},"content":{"rendered":"<div><a target=\"_top\" href=\"http:\/\/terramagazine.terra.com.br\" rel=\"noopener\">Terra Magazine<\/a><\/div>\n<p><!--\/\/path-->  <\/p>\n<h1>Parab&eacute;ns Mr. Darwin<\/h1>\n<div>\n<p class=\"autor_nome\">Nelson Pretto<br \/>De Nottingham, Inglaterra<\/p>\n<\/div>\n<p> <\/p>\n<div class=\"data\">Quinta, 12 de fevereiro de 2009, 19h26 <br \/>Reprodu&ccedil;&atilde;o<\/div>\n<p>  <!--miolo-->   <!-- foto-->  \t\t                 \t\t\t\t   \t\t\t \t\t\t\t     <\/p>\n<div><!-- ini imagem horiz --> \t<\/p>\n<table cellspacing=\"0\" width=\"301\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" alt=\"Caricatura de Charles Darwin na revista Hornet, em 1871: desvirtuamento das id&eacute;ias do naturalista brit&acirc;nico\" src=\"http:\/\/img.terra.com.br\/i\/2009\/02\/11\/978581-6830-it2.jpg\" \/> <\/p>\n<div>Caricatura de Charles Darwin na revista Hornet, em 1871: desvirtuamento das id&eacute;ias do naturalista brit&acirc;nico<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n<p><\/p>\n<p>H&aacute; exatos 200 anos, na data de hoje, nascia na cidade de Shrewsbury, no norte da Inglaterra, o naturalista Charles Darwin, que veio a se tornar conhecido em todo o mundo pelo seu delicado trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o da origem das esp&eacute;cies.<\/p>\n<p>As comemora&ccedil;&otilde;es dos 200 anos do seu nascimento est&atilde;o tamb&eacute;m associadas aos 150 anos da primeira publica&ccedil;&atilde;o do livro que marcou a chamada teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, e que foi lan&ccedil;ado pela primeira vez em Londres, em 1859, pela editora John Murray. O nome do livro &eacute; enorme: Sobre a origem das esp&eacute;cies atrav&eacute;s da sele&ccedil;&atilde;o natural ou a preserva&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as favorecidas na luta pela vida. Tamb&eacute;m enorme foi o trabalho e dedica&ccedil;&atilde;o de Darwin, e aqui destaca-se a famosa viagem que fez a bordo do HMS Beagle, o navio que partiu da Inglaterra e, durante quase cinco anos, rodou o mundo. Nele Darwin observava detalhes m&iacute;nimos de cada uma das esp&eacute;cies, comparando-as e buscando semelhan&ccedil;as e diferen&ccedil;as entre elas. Essa expedi&ccedil;&atilde;o, que durou de dezembro de 1831 a outubro de 1836, passou pelo Brasil, parando em diversos lugares, como a Bahia e o Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>No extraordin&aacute;rio Museu de Hist&oacute;ria Natural de Londres (ah! como temos poucos museus de ci&ecirc;ncia e tecnologia espalhados por esse Brasil a dentro!), acontece, at&eacute; dia 19 de abril, uma maravilhosa exposi&ccedil;&atilde;o sobre Darwin, associada a uma s&eacute;rie de outras atividades que podem ser acompanhadas pela internet (www.darwin200.org), j&aacute; que a sua vida e o seu trabalho cient&iacute;fico despertam curiosidade em todo o mundo. E isso ganha outra dimens&atilde;o, principalmente no momento em que a discuss&atilde;o sobre o criacionismo ressurge em v&aacute;rios pa&iacute;ses, com uma certa for&ccedil;a. Na Inglaterra, por exemplo, recente pesquisa realizada pela Ipsos Mori identificou que quase um ter&ccedil;o dos professores de ci&ecirc;ncias da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica consideram importante ensinar o criacionismo nas aulas de ci&ecirc;ncias, junto com teoria da evolu&ccedil;&atilde;o e Big Bang. Os resultados dessa pesquisa obviamente preocupam, pois fica claro a confus&atilde;o que se estabeleceu durante a forma&ccedil;&atilde;o desses professores, que terminam misturando suas cren&ccedil;as pessoais com ci&ecirc;ncia. Nos Estados Unidos tamb&eacute;m se tem noticia de um espantoso crescimento na cren&ccedil;a no criacionismo, que resgata Ad&atilde;o e Eva. E tudo isso, seguramente, tem a ver, l&aacute;, c&aacute; e no Brasil, com a falta de uma forma&ccedil;&atilde;o cultural e cient&iacute;fica mais ampla e s&oacute;lida da popula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Da&iacute; porque o trabalho de Darwin &eacute; t&atilde;o importante e essas comemora&ccedil;&otilde;es contribuem muito para que esses temas voltem &agrave; discuss&atilde;o. Evidente est&aacute; que precisamos, urgentemente, intensificar e melhorar a forma&ccedil;&atilde;o cientifica e natural&iacute;stica &#8211; se &eacute; que podemos usar essa palavra &#8211; da juventude. Tal forma&ccedil;&atilde;o se d&aacute; nas escolas, &eacute; claro, onde s&atilde;o fundamentais professores bem preparados. Mas n&atilde;o &eacute; s&oacute; nesse espa&ccedil;o privilegiado de educa&ccedil;&atilde;o &#8211; a escola &#8211; que se d&aacute; a forma&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da juventude. Ela acontece no dia a dia da meninada que, se bem estimulada, sabe criar e deixar fluir os comportamentos mais curiosos e investigativos.<\/p>\n<p>No Brasil, ainda temos muito pouca produ&ccedil;&atilde;o sobre ci&ecirc;ncia e tecnologia na televis&atilde;o e no r&aacute;dio. N&atilde;o podemos esquecer que esses meios s&atilde;o concess&otilde;es p&uacute;blicas a servi&ccedil;o da educa&ccedil;&atilde;o e da cultura, de modo que a veicula&ccedil;&atilde;o de programas de divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica em muito ajudaria a forma&ccedil;&atilde;o dos jovens que, na escola, poderiam aprofundar todos os temas. Tais programas poderiam ser os conhecidos document&aacute;rios, que explicariam aspectos relevantes (e os pol&ecirc;micos) da ci&ecirc;ncia e da tecnologia, associando-os com o mundo da cultura. Mas se poderia lan&ccedil;ar m&atilde;o de outros tipos de programas, ou mesmo vinhetas, onde pud&eacute;ssemos compreender os fen&ocirc;menos e o funcionamento do universo. Sobre Darwin mesmo, ter&iacute;amos muito o que fazer e ver. Claro que lembro logo do muito bom Minuto Cient&iacute;fico, que foi ao ar pela TV Cultura algum tempo atr&aacute;s.<\/p>\n<p>A BBC da Inglaterra, conhecida no mundo todo pela qualidade da sua produ&ccedil;&atilde;o e programa&ccedil;&atilde;o de divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, veiculou no in&iacute;cio deste m&ecirc;s um excelente document&aacute;rio (Chalres Darwin e a &aacute;rvore da vida), apresentado pelo tamb&eacute;m naturalista e bem conhecido divulgador cient&iacute;fico David Attenborough. Um belo programa, em hor&aacute;rio nobre, que ajuda a compreender o trabalho e, principalmente, as quest&otilde;es que Darwin formulava e que o levaram a pensar na Origem das Esp&eacute;cies. Veiculado uma &uacute;nica vez e numa &uacute;nica noite, o programa depois, fica dispon&iacute;vel apenas durante uma semana na internet, somente para acessos oriundos da Inglaterra &#8211; e para os que t&ecirc;m banda larga, claro! Lamentavelmente, porque bem que programas como esses poderiam estar dispon&iacute;veis para acessos de qualquer lugar do mundo, o tempo todo. Certamente seria um excelente material para aulas e para o p&uacute;blico em geral. Logo, logo, um garoto faria a tradu&ccedil;&atilde;o e colocaria legendas, e o conhecimento circularia com muito mais facilidade e contribuiria para o aumento do bem comum do planeta.Mais gente conheceria Darwin. Mais gente conheceria suas id&eacute;ias e suas teorias. Menos gente cogitaria de recorrer a Ad&atilde;o e Eva nas escolas para explicar a origem da humanidade.<\/p>\n<p> <\/p>\n<div class=\"destaque_cinza\"><i><b>Nelson Pretto<\/b> &eacute; professor associado da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o\/UFBA e visitante da Universidade Trent de Nottingham. E-mail: nelson@pretto.info<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/terramagazine.terra.com.br\/interna\/0,,OI3510295-EI6604,00-Parabens+Mr+Darwin.html\">link direto no Terra<\/a><br \/><\/i><\/div>\n<p><span style=\"font-size:large\">P&oacute;s Texto<\/span><br \/>Esse texto deu o maior pau, e recebi alguns emails irados&#8230; Vou post&aacute;-los aqui assim que tiver um tempinho&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Terra Magazine Parab&eacute;ns Mr. Darwin Nelson PrettoDe Nottingham, Inglaterra Quinta, 12 de fevereiro de 2009, 19h26 Reprodu&ccedil;&atilde;o Caricatura de Charles Darwin na revista Hornet, em 1871: desvirtuamento das id&eacute;ias do naturalista brit&acirc;nico H&aacute; exatos 200 anos, na data de hoje, nascia na cidade de Shrewsbury, no norte da Inglaterra, o naturalista Charles Darwin, que veio a se tornar conhecido em todo o mundo pelo seu delicado trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o da origem das esp&eacute;cies. As comemora&ccedil;&otilde;es dos 200 anos do seu nascimento est&atilde;o tamb&eacute;m associadas aos 150 anos da primeira publica&ccedil;&atilde;o do livro que marcou a chamada teoria da evolu&ccedil;&atilde;o, e que foi lan&ccedil;ado pela primeira vez em Londres, em 1859, pela editora John Murray. O nome do livro &eacute; enorme: Sobre a origem das esp&eacute;cies atrav&eacute;s da sele&ccedil;&atilde;o natural ou a preserva&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as favorecidas na luta pela vida. Tamb&eacute;m enorme foi o trabalho e dedica&ccedil;&atilde;o de Darwin, e aqui destaca-se a famosa viagem que fez a bordo do HMS Beagle, o navio que partiu da Inglaterra e, durante quase cinco anos, rodou o mundo. Nele Darwin observava detalhes m&iacute;nimos de cada uma das esp&eacute;cies, comparando-as e buscando semelhan&ccedil;as e diferen&ccedil;as entre elas. Essa expedi&ccedil;&atilde;o, que durou de dezembro de 1831 a outubro de 1836, passou pelo Brasil, parando em diversos lugares, como a Bahia e o Rio de Janeiro. No extraordin&aacute;rio Museu de Hist&oacute;ria Natural de Londres (ah! como temos poucos museus de ci&ecirc;ncia e tecnologia espalhados por esse Brasil a dentro!), acontece, at&eacute; dia 19 de abril, uma maravilhosa exposi&ccedil;&atilde;o sobre Darwin, associada a uma s&eacute;rie de outras atividades que podem ser acompanhadas pela internet (www.darwin200.org), j&aacute; que a sua vida e o seu trabalho cient&iacute;fico despertam curiosidade em todo o mundo. E isso ganha outra dimens&atilde;o, principalmente no momento em que a discuss&atilde;o sobre o criacionismo ressurge em v&aacute;rios pa&iacute;ses, com uma certa for&ccedil;a. Na Inglaterra, por exemplo, recente pesquisa realizada pela Ipsos Mori identificou que quase um ter&ccedil;o dos professores de ci&ecirc;ncias da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica consideram importante ensinar o criacionismo nas aulas de ci&ecirc;ncias, junto com teoria da evolu&ccedil;&atilde;o e Big Bang. Os resultados dessa pesquisa obviamente preocupam, pois fica claro a confus&atilde;o que se estabeleceu durante a forma&ccedil;&atilde;o desses professores, que terminam misturando suas cren&ccedil;as pessoais com ci&ecirc;ncia. Nos Estados Unidos tamb&eacute;m se tem noticia de um espantoso crescimento na cren&ccedil;a no criacionismo, que resgata Ad&atilde;o e Eva. E tudo isso, seguramente, tem a ver, l&aacute;, c&aacute; e no Brasil, com a falta de uma forma&ccedil;&atilde;o cultural e cient&iacute;fica mais ampla e s&oacute;lida da popula&ccedil;&atilde;o. Da&iacute; porque o trabalho de Darwin &eacute; t&atilde;o importante e essas comemora&ccedil;&otilde;es contribuem muito para que esses temas voltem &agrave; discuss&atilde;o. Evidente est&aacute; que precisamos, urgentemente, intensificar e melhorar a forma&ccedil;&atilde;o cientifica e natural&iacute;stica &#8211; se &eacute; que podemos usar essa palavra &#8211; da juventude. Tal forma&ccedil;&atilde;o se d&aacute; nas escolas, &eacute; claro, onde s&atilde;o fundamentais professores bem preparados. Mas n&atilde;o &eacute; s&oacute; nesse espa&ccedil;o privilegiado de educa&ccedil;&atilde;o &#8211; a escola &#8211; que se d&aacute; a forma&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da juventude. Ela acontece no dia a dia da meninada que, se bem estimulada, sabe criar e deixar fluir os comportamentos mais curiosos e investigativos. No Brasil, ainda temos muito pouca produ&ccedil;&atilde;o sobre ci&ecirc;ncia e tecnologia na televis&atilde;o e no r&aacute;dio. N&atilde;o podemos esquecer que esses meios s&atilde;o concess&otilde;es p&uacute;blicas a servi&ccedil;o da educa&ccedil;&atilde;o e da cultura, de modo que a veicula&ccedil;&atilde;o de programas de divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica em muito ajudaria a forma&ccedil;&atilde;o dos jovens que, na escola, poderiam aprofundar todos os temas. Tais programas poderiam ser os conhecidos document&aacute;rios, que explicariam aspectos relevantes (e os pol&ecirc;micos) da ci&ecirc;ncia e da tecnologia, associando-os com o mundo da cultura. Mas se poderia lan&ccedil;ar m&atilde;o de outros tipos de programas, ou mesmo vinhetas, onde pud&eacute;ssemos compreender os fen&ocirc;menos e o funcionamento do universo. Sobre Darwin mesmo, ter&iacute;amos muito o que fazer e ver. Claro que lembro logo do muito bom Minuto Cient&iacute;fico, que foi ao ar pela TV Cultura algum tempo atr&aacute;s. A BBC da Inglaterra, conhecida no mundo todo pela qualidade da sua produ&ccedil;&atilde;o e programa&ccedil;&atilde;o de divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, veiculou no in&iacute;cio deste m&ecirc;s um excelente document&aacute;rio (Chalres Darwin e a &aacute;rvore da vida), apresentado pelo tamb&eacute;m naturalista e bem conhecido divulgador cient&iacute;fico David Attenborough. Um belo programa, em hor&aacute;rio nobre, que ajuda a compreender o trabalho e, principalmente, as quest&otilde;es que Darwin formulava e que o levaram a pensar na Origem das Esp&eacute;cies. Veiculado uma &uacute;nica vez e numa &uacute;nica noite, o programa depois, fica dispon&iacute;vel apenas durante uma semana na internet, somente para acessos oriundos da Inglaterra &#8211; e para os que t&ecirc;m banda larga, claro! Lamentavelmente, porque bem que programas como esses poderiam estar dispon&iacute;veis para acessos de qualquer lugar do mundo, o tempo todo. Certamente seria um excelente material para aulas e para o p&uacute;blico em geral. Logo, logo, um garoto faria a tradu&ccedil;&atilde;o e colocaria legendas, e o conhecimento circularia com muito mais facilidade e contribuiria para o aumento do bem comum do planeta.Mais gente conheceria Darwin. Mais gente conheceria suas id&eacute;ias e suas teorias. Menos gente cogitaria de recorrer a Ad&atilde;o e Eva nas escolas para explicar a origem da humanidade. Nelson Pretto &eacute; professor associado da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o\/UFBA e visitante da Universidade Trent de Nottingham. E-mail: nelson@pretto.info link direto no Terra P&oacute;s TextoEsse texto deu o maior pau, e recebi alguns emails irados&#8230; Vou post&aacute;-los aqui assim que tiver um tempinho&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pgc_meta":"","_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[87,122,157,169],"class_list":["post-2208","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria","tag-artigos","tag-ciencia","tag-darwin","tag-divulgacao_cientifica","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2208"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2208"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2208\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2208"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2208"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2208"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}