{"id":18,"date":"2005-06-02T10:23:00","date_gmt":"2005-06-02T10:23:00","guid":{"rendered":"http:\/\/abobrinhasdepretto.wordpress.com\/2005\/06\/02\/a-ufba-e-a-cidade\/"},"modified":"2005-06-02T10:23:00","modified_gmt":"2005-06-02T10:23:00","slug":"a-ufba-e-a-cidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/2005\/06\/02\/a-ufba-e-a-cidade\/","title":{"rendered":"A UFBA e a cidade"},"content":{"rendered":"<p>Escrevi para o jornal A Tarde, aqui de Salvador o artigo abaixo.<br \/>\nUma reflex\u00e3o pessoal sobre como deve atuar a Universidade e sua rela\u00e7\u00e3o com a cidade.<br \/>\nEstamos vivendo um momento muito dificil na UFBA por conta dos m\u00e9todos como as coisas est\u00e3o sendo tocadas aqui dentro&#8230;<br \/>\nMas um dia isso muda!!!<br \/>\nVejam o artigo.. foi publicado no jornal A Tarde de 02\/07\/2005, pagina 02.<br \/>\n&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br \/>\nA UFBA e a sociedade<\/p>\n<p>nelson pretto &#8211; diretor da faculdade de educa\u00e7\u00e3o da ufba &#8211; www.pretto.info<\/p>\n<p>Ao longo dos anos os jornais baianos abrem espa\u00e7os para professores e pesquisadores da \u00fanica universidade federal instalada at\u00e9 o momento em nosso Estado manifestarem-se sobre temas candentes do mundo contempor\u00e2neo, como os trang\u00eanicos, a transposi\u00e7\u00e3o do rio S\u00e3o Francisco, o uso de c\u00e9lulas-tronco, a reforma universit\u00e1ria, entre tantos outros.<br \/>\nOutras vezes, esses espa\u00e7os s\u00e3o ocupados para trazer para fora dos muros da universidade (que, fisicamente, na verdade, n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o fechados assim!!!) temas que poderiam ser considerados mais internos \u00e0 comunidade universit\u00e1ria.<br \/>\nA import\u00e2ncia do trato dos temas do primeiro grupo s\u00e3o evidentes, quase \u00f3bvios, j\u00e1 que a UFBA, em conjunto com as demais universidade p\u00fablicas de nosso estado, \u00e9 um celeiro de pesquisadores nas mais diversas \u00e1reas do conhecimento, e a manifesta\u00e7\u00e3o p\u00fablica sobre essas temas \u00e9 muito mais do que uma obriga\u00e7\u00e3o inerente \u00e0 nossa profiss\u00e3o, \u00e9 o dever c\u00edvico de estarmos opinando sobre esses assuntos, temas que a universidade investiga e, principalmente, produz novos conceitos. S\u00e3o temas ligados \u00e0 ci\u00eancia e \u00e0 pol\u00edtica, passando pela artes,educa\u00e7\u00e3o, cultura e sa\u00fade, entre tantos outros e que n\u00e3o podem ocupar apenas as p\u00e1ginas das revistas acad\u00eamicas de circula\u00e7\u00e3o restrita. Essa \u00e9 uma das muitas formas da Universidade prestar conta do que faz, contribuindo para a forma\u00e7\u00e3o de uma popula\u00e7\u00e3o cr\u00edtica que sabe o porqu\u00ea e a import\u00e2ncia da tomada de posi\u00e7\u00e3o sobre os rumos para o nosso t\u00e3o maltratado planeta.<br \/>\nQuando, por outro lado, trazemos a p\u00fablico aqueles temas aparentemente internos  entendemos que, da mesma forma que no primeiro grupo, \u00e9 nossa obriga\u00e7\u00e3o partilhar com a sociedade as quest\u00f5es \u00edntimas que nos afligem, como, por exemplo, a pr\u00f3pria estrutura\u00e7\u00e3o da universidade, a forma de acesso a esta, e a\u00ed entram as pol\u00edticas afirmativas, como as cotas recentemente implantadas, o mecanismo de escolha de reitor ou da ocupa\u00e7\u00e3o que a UFBA faz dos espa\u00e7os f\u00edsicos da cidade e a sua rela\u00e7\u00e3o com ela.<br \/>\nDividir com a sociedade essas preocupa\u00e7\u00f5es \u00e9 uma forma, tamb\u00e9m, de prestar conta do que se faz na UFBA, de pensarmos e propormos para a cidade (e para o Estado), do qual somos parte, novas e criativas possibilidades.<br \/>\nMais ainda, ao expormos nossos \u201cproblemas internos\u201d queremos &#8211; em alto e bom som! &#8211; anunciar e convocar a sociedade baiana a assum\u00ed-los como tamb\u00e9m seus. Como nossos, no sentido mais amplo do termo e do tema sendo este, exatamente, o caso da recente discuss\u00e3o sobre o Plano Diretor da UFBA, coordenado pela nossa Faculdade de Arquitetura.<br \/>\nA UFBA mexe com a cidade. O movimento da cidade mexe com a UFBA. Essa dan\u00e7a, \u00e0s vezes n\u00e3o t\u00e3o harm\u00f4nica, toca na est\u00e9tica urbana, nas configura\u00e7\u00f5es espaciais e culturais dos bairros e da vida das pessoas. Pensar a cidade, enquanto espa\u00e7o f\u00edsico, \u00e9 papel da UFBA como um todo e n\u00e3o s\u00f3 dos especialistas de Arquitetura. \u00c9 papel de todos n\u00f3s, de todas as \u00e1reas, refletirmos, opinarmos e sermos ouvidos sobre todos esses aspectos da vida das\/nas cidades. Al\u00e9m disso, a UFBA, enquanto uma universidade p\u00fablica, tem a obriga\u00e7\u00e3o de, tamb\u00e9m e principalmente nos m\u00e9todos, apresentar novas pr\u00e1ticas, que tenham no di\u00e1logo, no respeito ao coletivo e na generosidade seus elementos mais fundamentais. Assim,. um plano diretor precisa ter a sensibilidade de ouvir e sentir o clamor daqueles que vivem o cotidiano dos espa\u00e7os da Universidade e da cidade. Por isso, quando olhamos para o Canela e vemos os hist\u00f3ricos e charmosos pr\u00e9dios da Reitoria, do Teatro Santo Ant\u00f4nio com a nossa Escola de Teatro, da Escola de Belas Artes e as resid\u00eancias estudantis do Canela e da Vit\u00f3ria, percebemos que elas fazem parte dos contornos e da vida da cidade. Mais do que tudo, vemos que essas edifica\u00e7\u00f5es existem e resistem (a duras penas, \u00e9 vero!) \u00e0 violenta especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria que se alastra pela cidade da Bahia, justamente porque , e somente porque, s\u00e3o um patrim\u00f4nio federal, como o \u00e9 a colina de S\u00e3o L\u00e1zaro, que abriga hoje a Faculdade de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas num espa\u00e7o que j\u00e1 foi o INEP na \u00e9poca de An\u00edsio Teixeira.<br \/>\nN\u00f3s, cidad\u00e3os que j\u00e1 vivemos lutas hist\u00f3ricas como o do Movimento da F\u00e1brica, que visava preservar uma velha f\u00e1brica de papel no Rio Vermelho e transform\u00e1-la num centro cultural que engrandecesse  ainda mais a nossa cidade, sabemos o quanto \u00e9 duro ver em seu lugar um posto de gasolina e uma lanchonete, marca do capitalismo feroz que igualiza tudo e todos, l\u00e1 restando, apenas, a tradicional chamin\u00e9 dos tempos onde o tempo era marcado pelo seu apito.<br \/>\nA mesmice impera, e parece que muita gente gosta!!! Tudo vira shoping center e a comida \u00e9 r\u00e1pida, \u00e9 fast food&#8230;  Tamb\u00e9m nas universidades, os restaurantes universit\u00e1rios, palcos de tantos lutas, encontros e desencontros, viraram \u2013 pasmem! &#8211; pra\u00e7as de alimenta\u00e7\u00e3o (SIC!). A universidade n\u00e3o pode se deixar levar pelas solu\u00e7\u00f5es f\u00e1ceis do mercado. Ser\u00e1 mesmo que t\u00e3o f\u00e1ceis assim?!!<br \/>\nQuando a imprensa p\u00f5e na ordem do dia a discuss\u00e3o sobre o plano diretor e o patrim\u00f4nio da UFBA, est\u00e1 a nos cobrar um posi\u00e7\u00e3o mais en\u00e9rgica. Cabe \u00e0 Universidade, al\u00e9m de produzir conhecimento e cultura, defender esse patrim\u00f4nio, fortalecendo a voca\u00e7\u00e3o art\u00edstica e cultural que marcou UFBA no seu nascimento na d\u00e9cada de 50, com Edgard Santos, e que \u00e9 uma das marcas mais fortes de Salvador e da Bahia.<br \/>\nPensar a UFBA \u00e9 pensar Salvador. \u00c9 pensar a Bahia. Pensar a Bahia para vivermos o s\u00e9culo XXI com a dignidade que fomos perdendo aos longo das \u00faltimas d\u00e9cadas, tendo a coragem de pensar uma cidade e um estado de ponta, tanto do ponto de vista cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico, como no respeito aos valores \u00e9ticos e est\u00e9ticos mais profundos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Escrevi para o jornal A Tarde, aqui de Salvador o artigo abaixo. Uma reflex\u00e3o pessoal sobre como deve atuar a Universidade e sua rela\u00e7\u00e3o com a cidade. Estamos vivendo um momento muito dificil na UFBA por conta dos m\u00e9todos como as coisas est\u00e3o sendo tocadas aqui dentro&#8230; Mas um dia isso muda!!! 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Por isso, quando olhamos para o Canela e vemos os hist\u00f3ricos e charmosos pr\u00e9dios da Reitoria, do Teatro Santo Ant\u00f4nio com a nossa Escola de Teatro, da Escola de Belas Artes e as resid\u00eancias estudantis do Canela e da Vit\u00f3ria, percebemos que elas fazem parte dos contornos e da vida da cidade. Mais do que tudo, vemos que essas edifica\u00e7\u00f5es existem e resistem (a duras penas, \u00e9 vero!) \u00e0 violenta especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria que se alastra pela cidade da Bahia, justamente porque , e somente porque, s\u00e3o um patrim\u00f4nio federal, como o \u00e9 a colina de S\u00e3o L\u00e1zaro, que abriga hoje a Faculdade de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas num espa\u00e7o que j\u00e1 foi o INEP na \u00e9poca de An\u00edsio Teixeira. 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Quando a imprensa p\u00f5e na ordem do dia a discuss\u00e3o sobre o plano diretor e o patrim\u00f4nio da UFBA, est\u00e1 a nos cobrar um posi\u00e7\u00e3o mais en\u00e9rgica. Cabe \u00e0 Universidade, al\u00e9m de produzir conhecimento e cultura, defender esse patrim\u00f4nio, fortalecendo a voca\u00e7\u00e3o art\u00edstica e cultural que marcou UFBA no seu nascimento na d\u00e9cada de 50, com Edgard Santos, e que \u00e9 uma das marcas mais fortes de Salvador e da Bahia. Pensar a UFBA \u00e9 pensar Salvador. \u00c9 pensar a Bahia. 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