{"id":109,"date":"2007-10-03T14:54:00","date_gmt":"2007-10-03T14:54:00","guid":{"rendered":"http:\/\/abobrinhasdepretto.wordpress.com\/2007\/10\/03\/109\/"},"modified":"2007-10-03T14:54:00","modified_gmt":"2007-10-03T14:54:00","slug":"109","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/nelsonpretto\/2007\/10\/03\/109\/","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"<h1 class=\"western\">Redes colaborativas: o n\u00f3 da quest\u00e3o<\/h1>\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom:0\">Nelson Pretto \u2013 Diretor da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Federal da Bahia. Curador-associado do ciclo de debates <i>Al\u00e9m das Redes de Colabora\u00e7\u00e3o: diversidade cultural e tecnologias do poder. <\/i> <\/p>\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom:0\"> <\/p>\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom:0\">Novas m\u00eddias, conex\u00e3o digital, tv pela internet ou celular. Conex\u00e3o total. O Ministro da Cultura quer <i>bandalargar<\/i> o pa\u00eds. Vai a Pira\u00ed, no Rio de Janeiro e, junto com ele, um monte de gente que, durante um dia inteiro, discute o que se est\u00e1 fazendo neste Brasil afora. E adentro! Pensam em voz alta sobre o que \u00e9 poss\u00edvel fazer com o uso das chamadas Tecnologias da Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o (TIC). Pira\u00ed \u00e9 uma das primeiras cidades totalmente conectadas, atrav\u00e9s de redes sem fio, bancada pelo poder p\u00fablico, com o objetivo de n\u00e3o deixar que o fosso digital separe ainda mais nossa sociedade, j\u00e1 t\u00e3o desigual e injusta. Pira\u00ed virou um esp\u00e9cie de \u00edcone do tema. E precisa ser pensada como o pontap\u00e9 inicial de pol\u00edticas p\u00fablicas mais corajosas de intensifica\u00e7\u00e3o de processos colaborativos em rede, envolvendo educa\u00e7\u00e3o, cultura, ci\u00eancia e tecnologia.<\/p>\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom:0\">As redes, potencialmente, conectam pessoas, institui\u00e7\u00f5es, setores e podem produzir novas articula\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es. Com elas, e com as pessoas se apropriando das tecnologias, novos saberes s\u00e3o produzidos, emergem novas formas de ser e de pensar esse nosso alucinado mundo contempor\u00e2neo. Passamos a conviver, mesmo com todas as conhecidas dificuldades de acesso, com novas linguagens e novas formas de express\u00e3o, que demandam um olhar mais atento. Associam-se essas linguagens ao movimento da popula\u00e7\u00e3o jovem, que j\u00e1 convive com o universo de imagens e informa\u00e7\u00f5es. Alguns pensam que isso s\u00f3 est\u00e1 acontecendo com os jovens das camadas mais abastadas da sociedade, popula\u00e7\u00e3o de classe m\u00e9dia e alta. Ledo engano! N\u00e3o podemos esquecer que as classes desfavorecidas encontram outras formas de fazer parte desse universo, tomando posse de muitas dessas tecnologias e saberes, seja atrav\u00e9s de movimentos como o <i>hip hop<\/i>, os <i>raps<\/i>, os bailes <i>funks<\/i>, a m\u00fasica eletr\u00f4nica, seja atrav\u00e9s das in\u00fameras <i>lan houses<\/i> espalhadas por todos os cantos das cidade, especialmente nos caminhos que levam \u00e0 escola. Apropriam-se dessas linguagens tamb\u00e9m atrav\u00e9s das r\u00e1dios livres e comunit\u00e1rias, produzidas pela meninada e colocadas na internet, intensificando a dimens\u00e3o produ\u00e7\u00e3o, em lugar da perspectiva de meros consumidores que ainda insiste em ser dominante na sociedade. Tudo isso vem trazendo novas possibilidades e come\u00e7amos a vivenciar grandes transforma\u00e7\u00f5es nos comportamentos dessa turma que futuca tudo, recriaando, combinando e recombinando. Enfim, a onda \u00e9 remixar e, essencialmente, partilhar.<\/p>\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom:0\">Essa meninada, tomando pra si esse estilo multitarefa de produzir e consumir, usando o seu <i>jeito alt+tab de ser<\/i>, que \u00e9 como denominamos essa juventude que, com o movimento das duas teclinhas do computador, abre dezenas de janelas, conversa com um monte de gente, &#8220;tudo ao mesmo tempo, aqui e agora&#8221;, como j\u00e1 diziam os Tit\u00e3s h\u00e1 algum tempo atr\u00e1s.<\/p>\n<p class=\"western\" style=\"margin-bottom:0\">Come\u00e7amos a pensar sobre todo esse movimento e resolvemos n\u00e3o fazer isso sozinhos. A Associa\u00e7\u00e3o de Software Livre, a Casa de Cinema de Porto Alegre e o Projeto Software Livre do Rio Grande do Norte capitanearam a proposta, que, depois de trabalhada dentro do mesmo <i>esp\u00edrito <\/i>alt<i>+<\/i>tab<i>,<\/i> remixando id\u00e9ias e conceitos, gerou o ciclo de debates <i>Al\u00e9m das Redes de Colabora\u00e7\u00e3o: diversidade cultural e as tecnologias de poder<\/i>. Dois p\u00f3los, dois Rio Grandes, um do Norte e outro do Sul, foram mobilizados para sediar as conversas presenciais, dentro do programa <i>Cultura e Pensamento<\/i>, do Minist\u00e9rio da Cultura, com a expectativa de, a partir deles, podermos agitar muito mais gente, do Leste e do Oeste, das capitais e dos interiores. Pela web, os debates poder\u00e3o ser acompanhados ativamente atrav\u00e9s da TV Software Livre, que usando tecnologias livres, disponibilizar\u00e1 tudo que estiver acontecendo nas noites de 15 a 18 de outubro, em Porto Alegre, e de 7 e 10 de novembro, em Natal, onde tamb\u00e9m acontece o III Encontro Potiguar de Software Livre (EPSL &#8211; <a title=\"http:\/\/rn.softwarelivre.org\" target=\"_blank\" href=\"http:\/\/rn.softwarelivre.org\/\" rel=\"noopener\">http:\/\/rn.softwarelivre.org<\/a>). Imagem e som saindo dos Rio Grandes e chegando aos quatro cantos do mundo, associado com a possibilidade de participa\u00e7\u00e3o integral a partir de uma sala de confer\u00eancia (chat) aberta na internet, desde j\u00e1, conclamando todos a entrarem nessa conversa atrav\u00e9s do blogue do projeto (<a title=\"http:\/\/alemdasredes.softwarelivre.org\" target=\"_blank\" href=\"http:\/\/alemdasredes.softwarelivre.org\" id=\"p8_.\" rel=\"noopener\">http:\/\/alemdasredes.softwarelivre.org<\/a> <font size=\"2\">)<\/font><\/p>\n<p class=\"western\">As possibilidades s\u00e3o muitas, os desejos maiores, e os desafios postos. A rede come\u00e7ou a ser formada sob a curadoria de S\u00e9rgio Amadeu, conhecido ativista e pesquisador do tema, que est\u00e1 em S\u00e3o Paulo. Junto com ele, eu, aqui na Bahia, na Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da UFBA, e Giba Assis Brasil, um dos grandes roteiristas do cinema brasileiro, l\u00e1 em Porto Alegre. Tem gente envolvida em Natal, mais alguns aqui na Bahia e em S\u00e3o Paulo. Nelson Hoineff, num debate sobre a televis\u00e3o p\u00fablica que se anuncia, disse em Salvador, no m\u00eas de agosto passado, que &#8220;o mundo digital implodiu a comunica\u00e7\u00e3o de massa&#8221;. Queremos, aqui, contribuir com isso, pondo mais elementos nessas possibilidades trazidas pelo digital, visando a implanta\u00e7\u00e3o de processos horizontais de comunica\u00e7\u00e3o. A\u00ed, quem sabe, resida o verdadeiro n\u00f3 da quest\u00e3o.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Redes colaborativas: o n\u00f3 da quest\u00e3o Nelson Pretto \u2013 Diretor da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Federal da Bahia. Curador-associado do ciclo de debates Al\u00e9m das Redes de Colabora\u00e7\u00e3o: diversidade cultural e tecnologias do poder. Novas m\u00eddias, conex\u00e3o digital, tv pela internet ou celular. Conex\u00e3o total. O Ministro da Cultura quer bandalargar o pa\u00eds. Vai a Pira\u00ed, no Rio de Janeiro e, junto com ele, um monte de gente que, durante um dia inteiro, discute o que se est\u00e1 fazendo neste Brasil afora. E adentro! Pensam em voz alta sobre o que \u00e9 poss\u00edvel fazer com o uso das chamadas Tecnologias da Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o (TIC). Pira\u00ed \u00e9 uma das primeiras cidades totalmente conectadas, atrav\u00e9s de redes sem fio, bancada pelo poder p\u00fablico, com o objetivo de n\u00e3o deixar que o fosso digital separe ainda mais nossa sociedade, j\u00e1 t\u00e3o desigual e injusta. Pira\u00ed virou um esp\u00e9cie de \u00edcone do tema. E precisa ser pensada como o pontap\u00e9 inicial de pol\u00edticas p\u00fablicas mais corajosas de intensifica\u00e7\u00e3o de processos colaborativos em rede, envolvendo educa\u00e7\u00e3o, cultura, ci\u00eancia e tecnologia. As redes, potencialmente, conectam pessoas, institui\u00e7\u00f5es, setores e podem produzir novas articula\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es. Com elas, e com as pessoas se apropriando das tecnologias, novos saberes s\u00e3o produzidos, emergem novas formas de ser e de pensar esse nosso alucinado mundo contempor\u00e2neo. Passamos a conviver, mesmo com todas as conhecidas dificuldades de acesso, com novas linguagens e novas formas de express\u00e3o, que demandam um olhar mais atento. Associam-se essas linguagens ao movimento da popula\u00e7\u00e3o jovem, que j\u00e1 convive com o universo de imagens e informa\u00e7\u00f5es. Alguns pensam que isso s\u00f3 est\u00e1 acontecendo com os jovens das camadas mais abastadas da sociedade, popula\u00e7\u00e3o de classe m\u00e9dia e alta. Ledo engano! N\u00e3o podemos esquecer que as classes desfavorecidas encontram outras formas de fazer parte desse universo, tomando posse de muitas dessas tecnologias e saberes, seja atrav\u00e9s de movimentos como o hip hop, os raps, os bailes funks, a m\u00fasica eletr\u00f4nica, seja atrav\u00e9s das in\u00fameras lan houses espalhadas por todos os cantos das cidade, especialmente nos caminhos que levam \u00e0 escola. Apropriam-se dessas linguagens tamb\u00e9m atrav\u00e9s das r\u00e1dios livres e comunit\u00e1rias, produzidas pela meninada e colocadas na internet, intensificando a dimens\u00e3o produ\u00e7\u00e3o, em lugar da perspectiva de meros consumidores que ainda insiste em ser dominante na sociedade. Tudo isso vem trazendo novas possibilidades e come\u00e7amos a vivenciar grandes transforma\u00e7\u00f5es nos comportamentos dessa turma que futuca tudo, recriaando, combinando e recombinando. Enfim, a onda \u00e9 remixar e, essencialmente, partilhar. 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Dois p\u00f3los, dois Rio Grandes, um do Norte e outro do Sul, foram mobilizados para sediar as conversas presenciais, dentro do programa Cultura e Pensamento, do Minist\u00e9rio da Cultura, com a expectativa de, a partir deles, podermos agitar muito mais gente, do Leste e do Oeste, das capitais e dos interiores. Pela web, os debates poder\u00e3o ser acompanhados ativamente atrav\u00e9s da TV Software Livre, que usando tecnologias livres, disponibilizar\u00e1 tudo que estiver acontecendo nas noites de 15 a 18 de outubro, em Porto Alegre, e de 7 e 10 de novembro, em Natal, onde tamb\u00e9m acontece o III Encontro Potiguar de Software Livre (EPSL &#8211; http:\/\/rn.softwarelivre.org). 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