{"id":9,"date":"2009-11-24T05:24:26","date_gmt":"2009-11-24T08:24:26","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufba.br\/kant\/?page_id=9"},"modified":"2009-11-24T05:24:26","modified_gmt":"2009-11-24T08:24:26","slug":"pesquisadores","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/kant\/pesquisadores\/","title":{"rendered":"Pesquisadores"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.tate.org.uk\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-389\" title=\"Malevich\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/kant\/files\/2010\/04\/Malevich.jpg\" alt=\"\" width=\"468\" height=\"328\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #99cc00\"><strong>Coordenador:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Daniel Tourinho Peres<\/strong> (UFBA\/CNPq): A pesquisa tem como objetivo continuar a an\u00e1lise dos momentos de iman\u00eancia e de transcend\u00eancia da filosofia pr\u00e1tica de Kant, agora concentrando-se em um poss\u00edvel papel da imagina\u00e7\u00e3o. Na pequisa anterior, ficou claro que o ju\u00edzo sobre o sublime, na medida em que, nele, a imagina\u00e7\u00e3o procura responder, sem sucesso, uma exig\u00eancia da raz\u00e3o, e nesse esfo\u00e7o, para ela transcendente, ou seja, cuja solu\u00e7\u00e3o est\u00e1 al\u00e9m de seus limities, a imagina\u00e7\u00e3o acaba por revelar nossa destina\u00e7\u00e3o supra-sens\u00edvel. A pesquisa agora concentra-se, de um lado, nos textos sobre a hist\u00f3ria, mas principalmente na <em>Religi\u00e3o nos limites da simples raz\u00e3o<\/em>; de outro, na <em>Cr\u00edtica da Faculdade de Julgar<\/em>.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/4742017058571120\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CV Lattes<\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #99cc00\"><strong>Pesquisadores:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>M\u00f4nica Cravo<\/strong> (PPGF-UFBA: mestrado): A pesquisa trata das rela\u00e7\u00f5es entre a filosofia cr\u00edtica e a teoria do direito de Franz Neumann, onde se pretende encontrar identidades e a possibilidade de pensar a segunda como poss\u00edvel aplica\u00e7\u00e3o da primeira, em sua parte pr\u00e1tico-pol\u00edtica e inserida num contexto contempor\u00e2neo. O fio condutor do trabalho s\u00e3o as rela\u00e7\u00f5es entre forma e mat\u00e9ria na filosofia pr\u00e1tica kantiana e na teoriza\u00e7\u00e3o de Neumann, tendo momentos puramente filos\u00f3ficos e outros dedicados a temas mais diretamente relacionados \u00e0 teoria do direito e das institui\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas. Pontualmente, ser\u00e3o tratados alguns temas pertinentes de sociologia, notadamente o conceito weberiano de materializa\u00e7\u00e3o do direito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/9273112312785296\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CV Lattes<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Pedro Almeida<\/strong> (PPGF-UFBA: doutorado): A filosofia sempre lutou contra o erro a partir da elabora\u00e7\u00e3o de um m\u00e9todo para orientar o esp\u00edrito, construindo regras para sua dire\u00e7\u00e3o. A causa do erro era atribu\u00edda a uma vontade ilimitada, por exemplo, que precipitava o entendimento nele. N\u00e3o era nesse \u00faltimo que se localizava a fonte do erro, j\u00e1 que, mesmo que pudesse ver clara e distintamente as id\u00e9ias imediatamente presentes \u00e0 sua luz natural, se extraviava no erro ainda assim. O ato de julgar era perturbado de fora. A causa do erro, portanto, era externa ao pr\u00f3prio entendimento e se localizava na sensibilidade, nas paix\u00f5es, etc. \u00c9 Kant um dos primeiros fil\u00f3sofos a apontar para a pr\u00f3pria raz\u00e3o como sede, n\u00e3o mais do erro, mas daquilo que chama de ilus\u00e3o transcendental. Kant mostra que a raz\u00e3o, faculdade dos princ\u00edpios, se enreda em ilus\u00f5es das quais n\u00e3o pode se livrar e cuja fonte \u00e9 ela mesma. Queremos examinar o papel dessas ilus\u00f5es segundo seu uso leg\u00edtimo e seu uso ileg\u00edtimo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/0644668702531260\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CV Lattes<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Roberto Silva<\/strong> (UFRB\/PPGF-UFBA: doutorado): O trabalho prop\u00f5e uma interpreta\u00e7\u00e3o da filosofia leibniziana a partir da no\u00e7\u00e3o de jurisprud\u00eancia. Contrariamente \u00e0s leituras de Couturat e de Bertrand Russel, que privilegiam o aspecto matem\u00e1tico da filosofia de Leibniz, defendemos que um grande n\u00famero das teses leibnizianas fundamentais e o modo pelo qual s\u00e3o enunciadas n\u00e3o podem ser enquadrados pela l\u00f3gica demonstrativa. Atrav\u00e9s do reconhecimento das verdades contingentes, aquelas cujo oposto \u00e9 poss\u00edvel, Leibniz \u00e9 levado a estabelecer uma l\u00f3gica jur\u00eddica para deliberar sobre as hip\u00f3teses mais prov\u00e1veis. Assim, o modelo do filosofar leibniziano se aproximaria daquele empregado por Kant na <em>Dial\u00e9tica transcendental<\/em>, na qual as antinomias s\u00e3o julgadas pelo tribunal da raz\u00e3o, excluindo qualquer possibilidade de demonstra\u00e7\u00e3o efetiva das verdades disputadas. Escolhemos o conceito de liberdade para a an\u00e1lise do procedimento filos\u00f3fico de Leibniz pelo fato de tal conceito se apresentar como o objeto mais suscet\u00edvel de uma abordagem jur\u00eddica. Assim, argumentamos que Leibniz, procedendo como os jurisconsultos, procura n\u00e3o demonstrar verdades definitivas, mas sim estabelecer raz\u00f5es inclinantes que satisfa\u00e7am a raz\u00e3o em sua pretens\u00e3o de conhecimento do real.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/0014078711232440\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CV Lattes<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Tiago Dorea <\/strong>(PPGF-UFBA: mestrado)<strong>: <\/strong>A pesquisa analisa a &#8220;Dedu\u00e7\u00e3o Transcendental&#8221; da <em>Cr\u00edtica da Raz\u00e3o Pura<\/em>, \u00e0 luz do problema da completitude da t\u00e1bua dos ju\u00edzos, problema pr\u00f3prio da &#8220;Dedu\u00e7\u00e3o Metaf\u00edsica&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Thiago Fonseca <\/strong>(PPGF-UFBA\/mestrado): A pesquisa pretende investigar, na <em>Cr\u00edtica da Raz\u00e3o Pura<\/em> de Kant, a solu\u00e7\u00e3o dada para o problema de como nossas representa\u00e7\u00f5es se relacionam com os objetos, a partir da compreens\u00e3o da teoria kantiana do ju\u00edzo, se atendo \u00e0 resposta da pergunta feita por Kant: \u201cComo s\u00e3o poss\u00edveis ju\u00edzos sint\u00e9ticos <em>a priori<\/em>\u201d, estabelecendo um paralelo que diferencia a l\u00f3gica formal da l\u00f3gica transcendental. O objetivo \u00e9, tamb\u00e9m, analisar a solu\u00e7\u00e3o dada por Kant, para determinar, a partir de uma teoria do ju\u00edzo, seus momentos constitutivos, em especial, analisando a defini\u00e7\u00e3o kantiana de ju\u00edzo como representa\u00e7\u00e3o de representa\u00e7\u00f5es, como representa\u00e7\u00e3o de uma rela\u00e7\u00e3o de subordina\u00e7\u00e3o de conceitos que, em \u00faltima inst\u00e2ncia, deve se reportar a uma intui\u00e7\u00e3o como representa\u00e7\u00e3o singular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/7075926735496945\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CV Lattes<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Thiago Silva<\/strong> (PPGF-UFBA: mestrado): A pesquisa tem como objetivo analisar a rela\u00e7\u00e3o de Kelsen com o neokantismo, de modo a avaliar em que medida a <em>Cr\u00edtica da Raz\u00e3o Pura <\/em>apresenta um modelo de fundamenta\u00e7\u00e3o que Kelsen buscar\u00e1 aplicar em sua <em>Teoria Pura do Direito<\/em>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coordenador: Daniel Tourinho Peres (UFBA\/CNPq): A pesquisa tem como objetivo continuar a an\u00e1lise dos momentos de iman\u00eancia e de transcend\u00eancia da filosofia pr\u00e1tica de Kant, agora concentrando-se em um poss\u00edvel papel da imagina\u00e7\u00e3o. Na pequisa anterior, ficou claro que o ju\u00edzo sobre o sublime, na medida em que, nele, a imagina\u00e7\u00e3o procura responder, sem sucesso, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":2,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"footnotes":""},"class_list":["post-9","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/kant\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/kant\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/kant\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/kant\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/kant\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/kant\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.ufba.br\/kant\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}