{"id":114,"date":"2008-05-11T18:52:00","date_gmt":"2008-05-11T18:52:00","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufba.br\/educacoes\/2008\/05\/11\/videogame-nao-transforma-pessoa-em-assassino-diz-livro\/"},"modified":"2008-05-11T18:52:00","modified_gmt":"2008-05-11T18:52:00","slug":"videogame-nao-transforma-pessoa-em-assassino-diz-livro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/educacoes\/2008\/05\/11\/videogame-nao-transforma-pessoa-em-assassino-diz-livro\/","title":{"rendered":"Videogame n\u00e3o transforma pessoa em assassino, diz livro"},"content":{"rendered":"<p><title><\/title> \t \t \t<\/p>\n<p align=\"right\" class=\"western\"><a name=\"midArticle_start\"><\/a><a name=\"midArticle_byline\"><\/a> <font size=\"2\">Por Scott Hillis<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\"><a name=\"midArticle_0\"><\/a><font size=\"2\">SAN FRANCISCO (Reuters) &#8211; Jogar videogame n\u00e3o transforma as crian\u00e7as em assassinos perigosos e sangrentos, \u00e9 o que afirma um novo livro escrito por uma dupla de pesquisadores da universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Lawrence Kutner e Cheryl Olson, casal pesquisador na Harvard Medical School, detalham suas vis\u00f5es sobre a quest\u00e3o no livro &#8220;Grand Theft Childhood: The Surprising Truth About Violent Video Games and What Parents Can Do&#8221; (&#8216;a surpreendente verdade sobre os games violentos e o que os pais podem fazer&#8217;), lan\u00e7ado no m\u00eas passado e que promete dar novo contorno ao debate sobre o efeito dos videogames nas crian\u00e7as.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\"><a name=\"midArticle_1\"><\/a><font size=\"2\">&#8220;O que espero que as pessoas percebam \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 informa\u00e7\u00f5es para sustentar os temores simplistas de que videogames causam viol\u00eancia&#8221;, disse Kutner \u00e0 Reuters. O casal chegou a essa conclus\u00e3o depois de conduzir uma pesquisa de dois anos com mais de 1,2 mil estudantes do ensino m\u00e9dio sobre suas atitudes frente aos videogames.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\"><a name=\"midArticle_2\"><\/a><font size=\"2\">Foi um procedimento diferente da maioria dos estudos, que se concentra em experi\u00eancias de laborat\u00f3rio que tentam usar atos como emitir um som alto como medida de agress\u00e3o.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\"><a name=\"midArticle_3\"><\/a><font size=\"2\">&#8220;O que n\u00f3s fizemos e raramente tem sido feito por outros pesquisadores foi, na verdade, conversar com as crian\u00e7as. Parece bizarro, mas n\u00e3o havia sido feito&#8221;, explicou Kutner.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\"><a name=\"midArticle_4\"><\/a><font size=\"2\">Eles descobriram que jogar videogame \u00e9 uma atividade quase universal entre as crian\u00e7as, e freq\u00fcentemente um ato social.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\"><a name=\"midArticle_5\"><\/a><font size=\"2\">Mas os dados mostraram uma liga\u00e7\u00e3o entre jogar games com comportamento mais agressivo e recomendado para pessoas mais velhas. Os pesquisadores descobriram que 51 por cento dos garotos que jogaram games recomendados para maiores de 17 anos tiveram uma briga no ano anterior, contra 28 por cento dos que jogaram games sem classifica\u00e7\u00e3o.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\"><a name=\"midArticle_6\"><\/a><font size=\"2\">Uma das descobertas mais surpreendentes foi a popularidade desses jogos mais agressivos com as meninas. De fato, a s\u00e9rie de jogos de crime &#8220;Grand Theft Auto&#8221; \u00e9 a segunda mais popular entre as garotas, atr\u00e1s apenas de &#8220;The Sims&#8221;, um tipo de simulador da vida real.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\"><a name=\"midArticle_7\"><\/a><font size=\"2\">Kutner e Olson apontaram que \u00e9 preciso um estudo mais aprofundado porque os dados mostram apenas uma rela\u00e7\u00e3o, sem estabelecer as causas. N\u00e3o est\u00e1 claro se os jogos violentos levam \u00e0 agress\u00e3o ou se crian\u00e7as agressivas s\u00e3o atra\u00eddas por jogos mais violentos.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\"><a name=\"midArticle_8\"><\/a><a name=\"midArticle_byline1\"><\/a> <font size=\"2\">Os pesquisadores tamb\u00e9m tentam colocar o videogame em um maior contexto da cultura popular. A ansiedade de muitos pais sobre os videogames reflete a preocupa\u00e7\u00e3o que surgiu quando os filmes, gibis e a televis\u00e3o se tornaram populares.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\"><font size=\"2\">&#8220;N\u00e3o estamos confort\u00e1veis colocando pr\u00f3s e contras. Temos sido convidados para ficar no lado pr\u00f3-videogames em debates, e n\u00e3o me considero uma pessoa pr\u00f3-videogame. Videgames s\u00e3o um meio termo&#8221;, apontou Olson.<\/font><\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\">   \t<title><\/title> \t \t \t<\/p>\n<p class=\"western\"><a name=\"copyrightNotice\"><\/a>\u00a9 Thomson Reuters 2008 All rights reserved.<\/p>\n<\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\">FONTE: http:\/\/br.reuters.com\/article\/internetNews\/idBRN0949886920080509?sp=true&nbsp;<\/p>\n<p align=\"justify\" class=\"western\"><font size=\"2\">Por Bruno Gonsalves<br \/><\/font><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Scott Hillis SAN FRANCISCO (Reuters) &#8211; Jogar videogame n\u00e3o transforma as crian\u00e7as em assassinos perigosos e sangrentos, \u00e9 o que afirma um novo livro escrito por uma dupla de pesquisadores da universidade de Harvard, nos Estados Unidos. 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