Observatório e MetaReciclagem

Não deve se nenhuma novidade, mas não faz mal lembrar.
No Observatório da Cultura Digital, além de links para projetos fantásticos como o Conversê e o Estudio Livre, linka ao MetaReciclagem, onde tem muito material sobre o assunto, agregando projetos, idéias, vídeos, matérias, notícias, esporos…
Vale a pena conferir!
Adriane

Entrevista publicada no Tome-note News.

Entrevista publicada no Tome-note News.
24/08/2007.

Será mesmo possível e eficiente aprender longe da sala de aula, apenas de modo virtual? Carlos Eduardo Bielschowky, Secretário de educação à distância do Ministério de Educação diz que sim e, em entrevista ao Tome Nota News relata como é o processo de educação à distância no Brasil e as perspectivas do Ministro Fernando Haddad e do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesse novo modelo de ensino.

Carlos ressaltou na entrevista que é importante perceber as características do aluno que aprende mesmo não estando fisicamente numa sala de aula. Levantou as possibilidades da pós-graduação e abordou a necessidade de investimento necessário.

Bielschowky parabenizou a iniciativa da Universidade Alberto Pereira de Castro (UCA), que tem como objetivo formar o seu corpo acadêmico em tutores especializados que dominem o conhecimento do produto. Ele explicou que educação à distância não prevê aulas no quadro negro e nem na internet descarregando conhecimento de uma maneira unidirecional.

Tome Nota News – Quais são os anseios da educação à distância no Brasil?

Carlos Eduardo Bielschowky – O grande objetivo não somente utilizando a educação à distância mais todas as formas possíveis de metodologias é democratizar o acesso. O ministério de educação lançou recentemente formas de desenvolvimento para educação. E o plano de desenvolvimento de educação ele é composto de trinta ações diferentes que vão desde ensino infantil ao pós-doutoramento. A idéia é realmente então fazer um pacto com o governo municipal, estadual e federal. As universidades públicas, escolas como um todo no Brasil, as Cefets. E dentro desse plano de desenvolvimento da educação, as novas tecnologias têm um papel muito importante. Por exemplo, a universidade aberta do Brasil é um componente importante. 

TMNews – Como se da o modo de aprendizado e se o mesmo é eficaz?

Carlos Bielschowky – Educação à distância ela na verdade, o nome educação a distância não seja mais apropriado. Na realidade nos entendemos que o processo de educação a distância tem um componente presencial importante. Entendemos-nos que são importantes pólos regionais onde os alunos fazem as suas atividades principalmente no curso de graduação. No país como o nosso é importante que o aluno que não tem acesso à internet tenha possibilidade através de um pólo regional ter um laboratório de informática, não só sala de escuta, biblioteca. Então ele tem o componente presencial importante e tem uns alunos pela internet que estão absolutamente atendidos. Então esse ensino semi – presencial utilizando internet, material impresso como todo formar com  qualidade os alunos de ensino superior de educação acadêmica.

TMNews – Qual o impacto da educação eletrônica no ensino vigente?

Carlos Bielschowky – A educação eletrônica tem impacto no ensino vigente tanto no ensino superior tanto nas escolas brasileiras. Dentro do plano de desenvolvimento de educação nos temos um programa que isso é determinação do Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e do Ministro da Educação Fernando Haddad, em colocar laboratórios informática em rede em todas as 142 mil escolas públicas brasileiras. Além disso, esse programa tem uma parte de capacitação e outro de produção de conteúdo digital. É trazer maior autonomia do aluno, é o processo que aluno tem o professor mais também tem a possibilidade de realizar pesquisas sozinho.

TMNews – Os professores e alunos estão satisfeitos com a mudança?

Carlos Bielschowky – Você não vai ter um todo que esteja satisfeito com o processo.

TMNews – O sistema educacional do país atualmente esta em transição para um novo sistema devido à educação à distância?

Carlos Bielschowky – Não é só no Brasil mais no mundo todo. Essa transição é a percepção que o aluno estimular o seu espaço de autonomia e essa talvez seja a maior novidade na educação porque hoje você tem que preparar o aluno para toda vida para independência dele porque se não ele entra no mercado de trabalho e acaba ficando para traz.

TMNews – Porque o processo de mudança na educação à distância não é uniforme nem fácil?

Carlos Bielschowky – Ela não é fácil nem uniforme mais é muito poderosa.
 Se alguém te disser que é fácil fazer um sistema de educação à distância esta mentindo. È muito difícil é uma gestão complicada que envolve uma articulação não fácil. Tem que se ter um material didático excelente que é um elemento importante para facilitar o processo evolutivo.

TMNews – Qual o ponto de vista do Ministério de Educação em relação à educação à distância nas escolas brasileiras?

Carlos Bielschowky – O ministério acredita muito no processo de educação, hoje você tem mais 100 universidades e mil pólos regionais. É necessário ter prática com a equivoca qualidade acadêmica, para isso nos temos processos de formação de objetivo que verifica a qualidade como já é no processo de pós-graduação que é modelo mundial.

TMNews –  Pontos positivos e negativos do processo de educação à distância no Brasil?

Carlos Bielschowky –  Democratização ao acesso como um todo ao ensino superior. E a permissão da flexibilidade dos alunos poderem acessar a educação. Ponto negativo eu não vejo. O Brasil começou muito tarde o processo de educação à distância. A população e o governo estão começando a trilhar o caminho, e isso pode até ser um ponto negativo.

TMNews – O que definiria é educação a distancia? 

Carlos Bielschowky –  Eu sinceramente convoco todos a fazer essa reflexão. Para mim educação a distância cada vez mais vai se misturar ao ensino presencial. E possibilitar o maior acesso a educação, metodologia mais centrada. Eu não gosto do termo à distância. E acho que a educação há distância esta muito perto às vezes exemplo as videoconferência  que interligam os alunos com o professor de uma forma que o contato mesmo visual é inevitável. A educação a distância lança mão de momentos presenciais. Não sei você esta falando com o secretario de educação a distância do Brasil que coloca ai um desafio desse processo de transformação do meio educacional. O que existe são conceitos tradicionais. Acredito que esse processo de transformação transcende esse método.

por Socorro Cabral

Fonte: Rede de Formação tecnológica Latino americana
Link: http://www.ritla.net/index.php?option=com_content&task=view&id=1174&Itemid=116



Som na caixa!

 Estava cá rascunhando um texto para falar das alternativas de música on-line para uma ou outra dica quando em deparei com um artigo sobre isso e, bom.. a coisa cresceu. O meu destaque é para o site que, de forma colaborativa, oferece uma quantidade enorme de música de todos os tipos e para todos os gostos. Você monta sua própria rádio, seleciona as música, cantores, compositores e arranjadores, aqueles que ôcê mais curte e, com isso, o sistema vai te colocando junto com aqueles que circulam pelo mesmo pedaço. É como se você encontrasse sua tribo ao ir ao show de rock ou de reagge e depois, passasse a encontrar essa galera para ouvir música… Além desse, gosto muito e tenho escutado sempre o que tem muita música boa, cds inteiro postado pelas próprias bandas… Então, ao estar finalizando essas notinhas, num voo de volta do Rio, leio o artigo de Gulherme Weneck na revista de bordo da Gol, um cara que tem uma coluna também na Trip, justamente denominada de “música à la carte” e, claro, além da indicação da Lastfm, mais duas dicas que já fui conferir e são, de fato muito legais. A primeira, e que me agradou muito pelo do site, é o . A apresentação dos resultados das buscas é muito parecido com um site de busca que eu gosto muito, o , que tem uma apresentação visual com os links entre os grupos e as músicas, numa espécie de “mapa conceitual” da sua busca/preferência. A outra dica é o , que, como ele mesmo diz “é uma estação de rádio novidadeira”. Enfim, boas buscas e boas audições… Nelson Pretto, 12/08/2007.

II Encontro Nordestino de Software Livre, setembro em Aracaju

A Comunidade de Software Livre do Estado de Sergipe, representada pelo Sergipe Linux Group – LINUX-SE, vem, através desta, convidar todos a participarem do II ENSL – Encontro Nordestino de Software Livre e do I LIVRE-SE – Encontro Sergipano de Software Livre. Os eventos serão realizados nos dias 28, 29 e 30 de Setembro de 2007, no Centro de Convenções de Sergipe, Localizado em Aracaju – Sergipe – Brasil.

Data: 28, 29 e 30 de Setembro – sexta, sábado e domingo
Local: Centro de Convenções de Sergipe – Aracaju
URL: http://www.ensl.org.br

Atenção para as datas e valores de inscrições.

DATA: Valor Meia – Valor Inteira

Até 31/08/07: R$ 40,00 – R$ 60,00

De 01/09/07 a 23/09/07: R$ 50,00 – R$ 70,00

De 24/09/07 a 30/09/07: R$ 60,00 – R$ 80,00

O PSL-BA está rumo ao II ENSL! Os interessados devem se inscrever no tópico da caravana.

Eu participei da primeira edição do encontro e estou indo rumo a esta segunda. Este evento foi idealizado em reuniões do FISL e na sua lista de discussão, com a proposta de trazer um grande evento para o nordeste, pois para muitos é difícil acompanhar o FISL, por ser muito distante. e cara a viagem a POA.

por Mônica Paz

Projeto Tuquito – OLPC na Argentina

No blog da OLPC saiu uma matéria sobre o Tuquito – o OLPC na Argentina, com informações de como está o desenvolvimento do projeto no país vizinho. Estão também disponíveis links para o livro sobre o OLPC em espanhol (em pdf), para o site e para um blog do Projeto (em espanhol). Neste blog vcs encontram informações, vídeos, podcast sobre o projeto – incluindo aí questões de inclusão digital e software livre. O livro é um bom material para subsidiar nossas discussões sobre o Projeto UCA – o OLPC no Brasil.

Bonilla

Idosos ganham força na web, mas medo ainda é barreira

Idalina Messias, 65, descobriu há quatro anos que poderia usar o computador para encontrar respostas rapidamente, fazer pesquisas e conversar com os amigos. Joaquim Cogo, 79, comprou seu primeiro computador pessoal há dez anos, logo depois de se aposentar. Hoje ele tem duas máquinas — um desktop e um notebook, para viagens –, usados para buscas on-line e comunicação. Os dois fazem parte do grupo de internautas da terceira idade, pessoas que precisaram superar o medo da tecnologia para habitar o universo virtual.

Apesar de esse grupo ainda ser bastante restrito , ele dobrou de tamanho nos últimos quatro anos. Entre os 18 milhões de usuários residenciais da internet brasileira registrados em junho de 2007, 1,48% (cerca de 265 mil) tinham mais de 65 anos. Segundo o Ibope//NetRatings, em junho de 2003 esse público respondia por ou 1,55% dos 7,9 milhões de usuários da web residencial, ou cerca de 122 mil pessoas.

“A quantidade de internautas com mais de 65 anos está crescendo, mas proporcionalmente se mantém estável. Isso acontece porque, apesar de estarem em número muito maior hoje do que há alguns anos, os idosos perdem espaço proporcional para os mais jovens”, explicou ao G1 Alexandre Magalhães , gerente de análise de mercado do Ibope Inteligência. “As crianças que moram onde há internet convertem-se 100% em usuários da web. Os idosos, não. Parte deles torna-se internauta, mas esse acesso não é algo “natural” em suas vidas” , continuou o especialista.

Uma das principais barreiras para a popularização da web entre esse público está no medo da tecnologia. Cogo reconhece que é preciso ter paciência para aprender a lidar com o computador, mas acredita que o esforço vale a pena. “Faço muitas consultas na internet, até para conferir a lista de telefone e encontrar algum endereço no mapa”, conta o aposentado, que não se considera um “fanático” por computador.

Inclusão

Pelo fato de os jovens estarem presentes em massa no universo virtual, grande parte dos sites e serviços on-line é voltada a esse público. Por isso, a ONG Cidadão Brasil lançou, no início de 2006, o Portal 3ª Idade, que tem como objetivo incluir os idosos na era digital. “A terceira idade tem o direito de ocupar esse espaço público, mas muitas vezes não encontra um bom motivo para acessar a internet. Por isso, decidimos criar uma página com conteúdo segmentado”, conta Tony Bernstein, coordenadora geral do projeto.

Com essa proposta, a seção “cursos e atividades , por exemplo, exibe informações sobre jogos regionais dos idosos, teatro na terceira idade e até um curso de introdução à informática. Já as notícias estão voltadas para o público-alvo do portal, enquanto o mural de amizade tem anúncios daqueles que procuram amigos e também sua cara-metade. “Uma vez que o usuário perde o medo, ele explora as diversas possibilidades do site e também da internet”, diz Bernstein, que afirma receber diariamente cerca de 200 e-mails dos usuários da página.

Os idosos também reforçam presença em páginas não-segmentadas, como o site de relacionamentos Orkut. As comunidades “Orkuteiros da 3ª idade”, “Informática na terceira idade”, “Velho é o seu preconceito” e “Esta é a turma do enta…”, por exemplo, reúnem centenas de internautas (muitos deles com menos de 65 anos) que discutem questões de interesse entre os usuários mais velhos. A internauta Idalina Messias, parte do grupo “Terceira idade na era digital”, considera as comunidades uma boa alternativa para manter contato com outras pessoas do mundo digital.

Os interesses dela, no entanto, não param aí . Funcionária de um escritório de contabilidade, ela utiliza a web no trabalho e também para lazer. Google, sites de instituições financeiras e páginas de notícias estão entre os endereços que ela navega para “fazer pesquisas e ficar atualizada sobre o mundo”.

Voz sobre IP

Entre os usuários idosos da internet residencial brasileira, o site mais popular é o do comunicador instantâneo Skype, que permite o tráfego de voz via internet (tecnologia VoIP). Essa é uma das ferramentas usadas por Joaquim Cogo — o usuário de tecnologia diz fazer parte da “quarta idade” e brinca, dizendo que já providenciou um download para voltar à “primeira idade” .

“Converso com minha filha nos Estados Unidos e essa alternativa [o Skype] é bastante útil, por causa da redução de custos” , contou o aposentado que, enquanto exercia as profissões de advogado e engenheiro , nunca utilizou um computador. Ele aprendeu a mexer sozinho na máquina, mas para usar o programa de comunicação teve “aulas particulares” com os filhos , que lhe apresentaram essa alternativa ao telefone.

Para Magalhães, do Ibope Inteligência, o programa é popular pelo fato de esse público doméstico ser formado por pessoas de classes A e B. “Eles têm informações sobre a tecnologia VoIP [voz sobre IP] e é possível que estejam procurando vantagens para o uso da telefonia fixa.” Ainda assim , o especialista afirma que só uma pesquisa sobre esse assunto pode indicar uma resposta precisa sobre o sucesso do programa entre esse público.

Fonte: GLOBO

Danilo R. César

Governo federal aponta problemas comuns em programas de inclusão digital

O governo federal constatou que os telecentros de inclusão digital têm problemas em comum e vai propor ao grupo interministerial a criação de uma política nacional para tentar resolver essas questões. O objetivo da administração Luiz Inácio Lula da Silva é definir diretrizes para que esses projetos recebam cooperação da Sociedade Civil, governos municipais e estaduais de forma organizada.

Hoje somente na esfera do governo federal há quase cinco mil telecentros espalhados pelo Brasil de programas de inclusão digital como os da Casa Brasil, Gesac (Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão), Maré (Telecentros da Pesca) e Quiosque do Cidadão.

Lívia Oliveira Sobota, assessora de coordenação da Inclusão Digital do governo federal, informa que está sendo realizado um diagnóstico sobre a operação dos programas que colocam a sociedade em contato com o computador. Os resultados preliminares mostraram que todos enfrentam os mesmos problemas. Entre os quais ela cita a falta de financiamento , infra-estrutura, capacitação adequada das pessoas que atuam nos telecentros e manutenção desses locais.

A assessora conta que o governo é o principal ator da inclusão digital, mas que a sociedade civil, Estados e municípios também têm de participar dessa iniciativa . Ela diz que hoje há cooperação, mas que isso acontece de forma voluntariada e que o plano é ter uma diretriz para garantir que os projetos tenham continuidade depois da gestão atual.

Lívia observa que o governo entra com os computadores, mas que esses espaços têm custo de manutenção e precisam de pessoas treinadas para cuidar das unidades. Ela diz que às vezes as entidade conseguem os PCs, conectividade, mas falta gente capacitada para tocar o projeto. Alguns governos locais, associações dão sua parcela de contribuição , mas a assessora afirma que essas questões precisam ser resolvidas de forma mais eficiente para que não dependam apenas do voluntariado.

“Conversamos com todos os ministérios envolvidos e percebemos que os problemas são comuns e vamos sugerir a criação de uma política nacional”, diz Lívia. Ela não sabe ainda como será estabelecida essa diretriz, se será por meio de uma medida provisória ou por decreto.

De acordo com a assessora, a idéia não é estabelecer mecanismos rigorosos para a manutenção dos telecentros, mas sim criar uma diretriz comum, já que o governo federal não consegue fazer sozinho a inclusão digital.

A coordenação de inclusão digital do governo federal deverá concluir em setembro o diagnóstico sobre o telecentros, estabelecendo hierarquias para resolver os problemas desses projetos. Depois, os resultado serão levados ao grupo interministerial, propondo a criação da política nacional para manutenção dessas unidades.

Fonte: UOL

Danilo R. César

Remediação: revisando conceitos


Em minha dissertação, proponho que o blog não é simplesmente a transposição do diário de papel para a internet e, segundo alguns autores, isto seria remediação.
O conceito é proposto em
Jay David Bolter & Richard Grusin, Remediation: Understanding New Media, Cambridge, Massachusetts, MIT Press, 1999; 2ª ed. 2000.
Da mesma autoria, é lançado posteriormente o livro:

Jay David Bolter. Writin Space: computers, hypertext and the remediation of print. 2. ed. Nova Jersey: Lawrence Erlbaum Associates, 2001.
Infelizmente, até agora não consegui encontrar nenhuma das duas obras, mas eles são citados por vários autores.
O conceito de remediação também é comparado com as discussões de McLuhan, que diz que
o conteúdo de um meio é sempre outro meio.
Segundo o site DigLitWeb
, este conceito foi proposto para
para compreender a relação entre diferentes media, e em especial a importação de media anteriores para novos media, como acontece com as aplicações hipermédia, características da tecnologia digital.
Então alguns autores trazem este conceito ao analisar a notícia e sua passagem nos diferentes meios, Tv na internet, o livro depois do livro.
Espero em breve trazer uma nova leitura sobre esta relação entre os diários de papel e os blogs.

Adriane

cultura digital

O debate nacional sobre cultura digital tem se intensificado. Vale a pena ver os vídeos do Programa Cultura e Pensamento que tratou desse tema.  Disponível no link http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/cultura_e_pensamento/2006/arquivo/index.php?p=15692&more=1&c=1&pb=1
Alessandra

SE LIGA RAPAZIADA: EM FEVEREIRO DE 2008 TEREMOS O CAMPUS PARTY BRASIL

Começa a ganhar forma o Campus Party Brasil

 

Na última semana chegaram à São Paulo os executivos da empresa espanhola Futura Networks, responsável pela organização do evento, acompanhados do brasileiro Marcelo Branco, que vai dirigir a etapa brasileira do Campus Party. O sociólogo Sérgio Amadeu, será o diretor responsável pelos conteúdos do evento no Brasil.


Considerado um dos maiores eventos mundiais de tecnologia, conteúdo e entretenimento digital, o Campus Party começa a preparar sua edição no Brasil, que acontecerá no Prédio da Bienal, em São Paulo, de 11 a 18 de fevereiro de 2008.

Na última semana chegaram a São Paulo os executivos da empresa espanhola Futura Networks, responsável pela organização do evento, acompanhados do brasileiro Marcelo Branco, que vai dirigir a etapa brasileira do Campus Party.

A Futura Networks já se estruturou em São Paulo e neste momento prepara a montagem da equipe que vai trabalhar na edição brasileira do Campus Party. Dentro de alguns dias a empresa deve apresentar ao mercado o projeto comercial do evento, detalhando como patrocinadores, expositores e parceiros poderão participar das diversas atividades.

O leque de atrações do Campus Party Brasil passa por incríveis robôs que conversam e interagem com o público, simuladores em terceira dimensão, programas de software livre destinados à inclusão digital, games de última geração e a presença de autoridades mundiais na área da tecnologia e do entretenimento. É o que informa o sociólogo Sérgio Amadeu, responsável pela organização dos conteúdos do evento no Brasil.

A mais instigante de todas as atrações para os cerca de 3 mil participantes e 30 mil visitantes esperados em São Paulo é uma poderosa banda de 5Gb, disponível para o compartilhamento de conteúdos e conhecimentos. Neste ambiente, um arquivo de 600 Mb, por exemplo, é baixado em menos de 4 minutos.

O Campus Party já teve onze edições, todas realizadas na Espanha. A última ocorreu um julho deste ano na cidade de Valência, reunindo 8 mil apaixonados pela internet que chegaram com seus computadores, barracas e mochilas e acamparam por uma semana nesta grande e inusitada festa.

O Brasil foi escolhido para sediar a primeira edição do evento fora da Espanha pela importância estratégica do País no ambiente da sociedade em rede. Somos os maiores usuários de internet do mundo e também os maiores consumidores das social networksOrkut, MSN, My Space e Gazzag, literalmente invadidas pelos internautas brasileiros). (comunidades como

O Campus Party Brasil traz para São Paulo o mesmo lema aplicado na edição espanhola: “A internet não é uma rede de computadores, a internet é uma rede de pessoas”.

Segundo Marcelo Branco, diretor do evento, “há uma preocupação permanente dos organizadores no sentido de consolidar o Campus Party como um ambiente aberto para ensinar, aprender e compartilhar o conhecimento digital”.

Apoiado pelas maiores empresas mundiais de tecnologia, comunicação e entretenimento, o Campus Party Brasil vai proporcionar aos participantes uma verdadeira maratona dividido em nove áreas temáticas: Astronomia, Robótica, Criatividade, Games, Pesquisa, Desenvolvimento, Software Livre, Modding e Simuladores.

O prédio da Bienal em São Paulo será dotado de uma completa infra-estrutura especialmente planejada para o evento, incluindo área de lazer, vestiários, restaurantes, lanchonetes, banheiros, supermercado, lojas, enfermaria e um setor para camping, onde os inscritos poderão montar suas barracas e guardar objetos pessoais.

As inscrições para o evento serão feitas pela Internet através de um endereço que será divulgado nas próximas semanas.

* Roberto Andrade é jornalista e diretor de Marketing e Comunicação do Campus Party Brasil

Fonte: Coletiva.net
 

 

<!– No software patents! –> <!–

FUST já!–> <!– Downloads dos videos do fisl7.0 –> Assista ao TEASER do documentário do FISL na TV Software Livre! <!– ASL e PSL-Brasil levam vocês ao Campus Party na Espanha
–> 

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