{"id":9,"date":"2008-10-16T22:19:24","date_gmt":"2008-10-17T01:19:24","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufba.br\/dancanovasmidias\/2008\/10\/16\/video-ficcao\/"},"modified":"2008-10-16T22:19:24","modified_gmt":"2008-10-17T01:19:24","slug":"video-ficcao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/dancanovasmidias\/2008\/10\/16\/video-ficcao\/","title":{"rendered":"Video Fic\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>fic\u00e7\u00e3o<br \/>\nvideo fic\u00e7\u00e3o<br \/>\nvideo ficcional<br \/>\nvideoarte ficcional<br \/>\nfic\u00e7\u00e3o f\u00edlmica<br \/>\narte ficcional<br \/>\nPara a pesquisa sobre Video Fic\u00e7\u00e3o, a ferramenta que me estava disposta, e ao alcance, foi a internet, mais expecificamente o Google, o Cuil e o Youtube. As palavras que iniciam a postagem foram as palavras-chave usadas durante a pesquisa. Na maior parte dos resultados, elas direcionavam para a &#8216;Fic\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica Cinematogr\u00e1fica&#8217;. Nos poucos resultados voltados para a linguagem do v\u00eddeo, o que encontrei se afirmava como videoarte ou video experimental.<br \/>\nO que encontrei como mais espec\u00edfico \u00e0 fic\u00e7\u00e3o, se apresentava semelhante ao conceito do dicion\u00e1rio, repetido pela Wikipedia: &#8220;Fic\u00e7\u00e3o \u00e9 o termo usado para descrever obras de arte, criadas a partir da imagina\u00e7\u00e3o; irreal, fantasia, inven\u00e7\u00e3o, n\u00e3o factual&#8221;. Por\u00e9m, o pr\u00f3prio conceito do que seja ficcional, parece estar sempre acompanhado de uma interroga\u00e7\u00e3o.<br \/>\nFic\u00e7\u00e3o \u00e9 entendida comumente como produto do imagin\u00e1rio, aquilo que n\u00e3o se estabelece materialmente. Entretanto se o imagin\u00e1rio \u00e9 produ\u00e7\u00e3o do corpo, logo as proced\u00eancias do imagin\u00e1rio podem ser consideradas manifesta\u00e7\u00e3o material &#8211; creio eu, at\u00e9 ent\u00e3o. Talvez seja essa uma das quest\u00f5es que mantem em reflex\u00e3o o conceito de fic\u00e7\u00e3o.<br \/>\nMinha bserva\u00e7\u00e3o \u00e9 de que a obra ficcional parece funcionar como uma extens\u00e3o das proje\u00e7\u00f5es da imagina\u00e7\u00e3o do artista. \u00c9 como um membro fantasma, que se explicta em forma de arte, extendendo os limites do corpo que \u00e9, estabelecendo novas fronteiras. O video ficcional aproxima elementos distantes e hibridiza imagens. Transforma as paisagens e relativisa o imposs\u00edvel. A sensa\u00e7\u00e3o que tenho \u00e9 de que carrega um tom de surrealismo.<br \/>\nComo refer\u00eancia de minhas percep\u00e7\u00f5es iniciais, cito <strong>Eder Santos<\/strong> (Mineiro, estudante de belas artes e comunica\u00e7\u00e3o visual da Universidade Federal de Minas Gerais, um dos mais atuantes produtores de video nacionais) e <strong>Rafael Scovino<\/strong> (Sem informa\u00e7\u00f5es de origem).<br \/>\nRespectivamente:<br \/>\n<strong>Tic Tac<\/strong>: http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=8hJHSFENslY<br \/>\n<strong>Human Fiction<\/strong>: http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=M1QRaYWgR48<br \/>\n[Postado por Neemias Santana 16\/10\/08]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fic\u00e7\u00e3o video fic\u00e7\u00e3o video ficcional videoarte ficcional fic\u00e7\u00e3o f\u00edlmica arte ficcional Para a pesquisa sobre Video Fic\u00e7\u00e3o, a ferramenta que me estava disposta, e ao alcance, foi a internet, mais expecificamente o Google, o Cuil e o Youtube. 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