{"id":34,"date":"2008-10-24T02:22:54","date_gmt":"2008-10-24T05:22:54","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufba.br\/dancanovasmidias\/2008\/10\/24\/gilbert-george\/"},"modified":"2008-10-24T02:22:54","modified_gmt":"2008-10-24T05:22:54","slug":"gilbert-george","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/dancanovasmidias\/2008\/10\/24\/gilbert-george\/","title":{"rendered":"Gilbert &amp; George"},"content":{"rendered":"<table border=\"0\" align=\"center\" width=\"430\" cellPadding=\"0\" cellSpacing=\"0\">\n<tr bgColor=\"#f1f1f1\">\n<td bgColor=\"#f1f1f1\" width=\"10\"><\/td>\n<td bgColor=\"#f1f1f1\" width=\"100%\" vAlign=\"top\"><strong><font size=\"3\" color=\"#052850\">Pol\u00e9micos Gilbert &amp; George com retrospectiva na Tate<\/font><\/strong><br \/>\n<strong><br \/>\n<font color=\"#787878\">Paula Lobo<\/font><\/strong><\/td>\n<td bgColor=\"#f1f1f1\" width=\"10\"><\/td>\n<td width=\"285\" align=\"right\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p><!-- END: caixa_titulo --><!-- START: caixa_texto --><\/p>\n<table border=\"0\" align=\"center\" width=\"430\" cellPadding=\"0\" cellSpacing=\"0\">\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imgs.sapo.pt\/images\/c2\/dn.sapo.pt\/layout\/10px.gif\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td vAlign=\"top\">Chamam-lhes &#8220;institui\u00e7\u00e3o&#8221; brit\u00e2nica mas ainda n\u00e3o conquistaram a cr\u00edtica. Provocadores por natureza, eles dizem que o p\u00fablico os adora e que continuam a ser <em>outsiders<\/em>. Desconcertantes, ir\u00f3nicos, expl\u00edcitos, Gilbert &amp; George t\u00eam agora honras de retrospectiva na Tate Modern, em Londres. Quase 40 anos depois de terem come\u00e7ado como dupla, na arte e na vida.Ocupando todo o quarto piso da galeria, esta \u00e9 a maior exposi\u00e7\u00e3o do g\u00e9nero realizada pela Tate. Com curadoria de Jan Debbaut e Ben Borthwick, cerca de 200 obras de grandes dimens\u00f5es ajudam, at\u00e9 7 de Maio, a tra\u00e7ar o percurso de George Passmore (nascido em Plymouth, em 1942) e de Gilbert Proesch (nascido em It\u00e1lia, em 1943), os artistas que em 2005 representaram a Gr\u00e3&#8211;Bretanha na Bienal de Veneza. E que, tr\u00eas anos antes, fizeram no CCB uma retrospectiva com 77 trabalhos.Venerados como &#8220;consci\u00eancia&#8221; da na\u00e7\u00e3o ou renegados como &#8220;blasfemos, pervertidos e pederastas&#8221;, como recordou Laura Cumming no <em>The Guardian<\/em>, o certo \u00e9 que Gilbert &amp; George constituem um valor seguro no mercado da arte: as suas obras come\u00e7am nos 60 mil euros e podem atingir os 300 mil.<br \/>\nApesar da apar\u00eancia pacata &#8211; usam sempre fatos id\u00eanticos e parecem sa\u00eddos de uma qualquer s\u00e9rie televisiva inglesa (George \u00e9 o mais alto e tem \u00f3culos) -, G&amp;G n\u00e3o p\u00e1ram de provocar desde que, em 1969, se estrearam com <em>The Singing Sculpture<\/em>, a <em>performance<\/em> em que dan\u00e7avam e cantavam <em>Underneath the Arches<\/em> (uma conhecida can\u00e7\u00e3o sobre o prazer de dormir ao relento).<br \/>\n&#8220;Arte para todos&#8221; tem sido o seu lema. Eles, que dizem que n\u00e3o trocam o mundo \u00e0 porta de sua casa pelos quadros de Vel\u00e1zquez que a National Gallery mostrou, auto-intitulam-se &#8220;esculturas vivas&#8221;. De fato e gravata ou completamente nus a exibir os genitais, G&amp;G s\u00e3o, h\u00e1 muito, as principais personagens dos seus pain\u00e9is fotogr\u00e1ficos, que t\u00eam sido comparados a vitrais medievais pela composi\u00e7\u00e3o e uso da cor.<br \/>\nCrucifixos, t\u00f3temes, an\u00fancios, <em>posters<\/em>, t\u00edtulos de jornais, dejectos de p\u00e1ssaros, excrementos humanos, fluidos corporais ampliados ao microsc\u00f3pio, mapas ou <em>graffiti<\/em> s\u00e3o algumas das imagens combinadas em obras com t\u00edtulos como <em>Son of God<\/em>, <em>Shitty Naked Human World<\/em> ou <em>The Dirty Word Pictures.<\/em><br \/>\nGeorge &#8220;The Cunt&#8221; e Gilbert &#8220;The Shit&#8221;, como se apresentaram em 1969, trabalham abertamente sobre temas como religi\u00e3o, homossexualidade, sida (s\u00e9rie <em>The New Horny Pictures<\/em>), crime, segrega\u00e7\u00e3o racial, terrorismo ou pol\u00edtica.<br \/>\nFascinados pela linguagem das ruas (\u00e9 h\u00e1bito fotografarem o movimento e as palavras de ordem escritas nas paredes perto de casa, no East End), o seu trabalho mais recente \u00e9 <em>Six Bomb Pictures, <\/em>s\u00e9rie inspirada nos bombardeamentos de Londres e dedicada \u00e0s v\u00edtimas dos atentados de Julho de 2005. &#8220;N\u00e3o fazemos arte para vender, mas para confrontar as pessoas&#8221;, disse Gilbert em entrevista ao <em>The Guardian<\/em>.<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pol\u00e9micos Gilbert &amp; George com retrospectiva na Tate Paula Lobo Chamam-lhes &#8220;institui\u00e7\u00e3o&#8221; brit\u00e2nica mas ainda n\u00e3o conquistaram a cr\u00edtica. 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