{"id":230,"date":"2016-04-28T19:54:12","date_gmt":"2016-04-28T19:54:12","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/?page_id=230"},"modified":"2016-04-28T19:54:12","modified_gmt":"2016-04-28T19:54:12","slug":"2903-carybe","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/calendario\/2903-carybe\/","title":{"rendered":"29\/03 CARYB\u00c9"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-01.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-231\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-01-300x300.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 01\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-01-300x300.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-01-150x150.jpg 150w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-01-40x40.jpg 40w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-01-275x275.jpg 275w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-01-205x205.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-01.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nCaryb\u00e9 &#8211; Dados biogr\u00e1ficos<\/p>\n<p>(Texto editado a partir do verbete &#8220;Caryb\u00e9&#8221; do Dicion\u00e1rio Manuel Querino de Arte na Bahia, escrito por Dilson Midlej)<\/p>\n<p>Caryb\u00e9 (Hector Julio P\u00e1ride Bernab\u00f3) nasceu em Lan\u00fas, prov\u00edncia de Buenos Aires, Argentina, em 7 de fevereiro de 1911, filho do italiano Enea Bernab\u00f3 e da ga\u00facha Constantina cuja fam\u00edlia provinha tanto da cidade brasileira de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, quanto de Posadas, \u00e0s margens do Rio Paran\u00e1, fronteira da Argentina com o Brasil. Casaram-se em Posadas e tiveram cinco filhos: Arnaldo, nascido no Brasil (e que chegou a ter um atelier de cer\u00e2mica, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro), Zora e Delia, nascidas no Paraguai, Roberto e Hector, nascidos na Argentina.<br \/>\nNaquele mesmo ano de 1911 a fam\u00edlia muda-se para G\u00eanova, na It\u00e1lia, e tr\u00eas anos depois para Roma. Em 1919, preocupada com a recess\u00e3o p\u00f3s Primeira Guerra Mundial de 1914, a fam\u00edlia retorna \u00e0 Am\u00e9rica do Sul e se estabelece no Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, aos oito anos de idade e escoteiro do Clube de Regatas do Flamengo, Hector integrava uma tropa cujos membros eram identificados por apelidos de nomes de peixes e Hector, ent\u00e3o, escolhe ser chamado de Caryb\u00e9, um pequeno peixe amaz\u00f4nico. Aquele apelido passaria a ser sua assinatura art\u00edstica.<br \/>\nEm 1928, aos 17 anos, ingressa na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro. O irm\u00e3o Roberto consegue contratos para realizar as decora\u00e7\u00f5es carnavalescas dos hot\u00e9is Gloria e Copacabana Palace. Os tr\u00eas irm\u00e3os trabalham naqueles projetos e o dinheiro ganho favorece a decis\u00e3o do pai em retornar para a Argentina e l\u00e1, em 1938, os irm\u00e3os Bernab\u00f3 s\u00e3o contratados pelo jornal El preg\u00f3n. Dado a esse v\u00ednculo profissional, Caryb\u00e9 viaja a outros pa\u00edses e de cada cidade visitada mandava desenhos e uma breve reportagem sobre suas impress\u00f5es dos locais, o que possibilitou a ida a Montevid\u00e9u, Paranagu\u00e1, Santos, Rio de Janeiro, \u00e0s cidades hist\u00f3ricas de Minas Gerais, Vit\u00f3ria e, por fim, Salvador. Excetuando os dois anos em que cursou a Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, o restante da forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Caryb\u00e9 se deve, desde cedo, ao conv\u00edvio e \u00e0 pr\u00e1tica de desenho, pintura e queima de cer\u00e2mica orientada pelos irm\u00e3os. O artista, mais tarde, atribui a seu irm\u00e3o Roberto quase tudo o que sabia. Quando retorna com a fam\u00edlia para Buenos Aires, a Escola de Belas Artes de l\u00e1 n\u00e3o aceita a transfer\u00eancia do seu curso do Brasil e ele, ent\u00e3o, se matricula em um curso de arte noturno, o qual abandona pouco tempo depois.<br \/>\nA estadia em Salvador como emiss\u00e1rio de El preg\u00f3n se conclui com a not\u00edcia recebida que o jornal tinha falido. Caryb\u00e9 passou seis meses na Bahia desenvolvendo trabalhos diversos e retorna a Buenos Aires, onde realiza sua primeira exposi\u00e7\u00e3o em 1939, no Museu Municipal de Belas Artes, juntamente com o desenhista su\u00ed\u00e7o radicado em Buenos Aires, Clement Moreau.<br \/>\nRetorna \u00e0 Bahia pela segunda vez em 1941, em viagem de caminh\u00e3o de Juazeiro para Salvador, e segue com o amigo Mauricio Costa para o Nordeste e Norte do pa\u00eds. Em 1944 realiza sua terceira viagem \u00e0 Bahia, ocasi\u00e3o na qual aprende capoeira com mestre Bimba, frequenta candombl\u00e9s (notadamente o de Jo\u00e3ozinho da Gom\u00e9ia), desenha e pinta e se deixa enfeiti\u00e7ar pelos encantos da pitoresca cidade. No ano seguinte realiza sua quarta exposi\u00e7\u00e3o individual e a primeira no Brasil, no Instituto de Arquitetos do Brasil, no Rio de Janeiro. Em 1946 casa-se com Nancy, na Argentina, e passam a lua-de-mel no Rio de Janeiro. E, por fim, \u00e9 em dezembro de 1949, ap\u00f3s o natal, que Caryb\u00e9 e a esposa deixam a Argentina e v\u00eam morar no Brasil. \u201cQuando Caryb\u00e9 veio para Salvador, j\u00e1 tinha atingido a estatura de um grande artista\u201d, escreveu Jos\u00e9 Valladares em 1958, no cat\u00e1logo da exposi\u00e7\u00e3o do artista na Bodley Gallery, em Nova York. Caryb\u00e9 aporta em Salvador em primeiro de janeiro de 1950, dia festivo em que ocorre a prociss\u00e3o mar\u00edtima do Senhor Bom Jesus dos Navegantes.<br \/>\n\u00c9 deste mesmo ano de 1950 a primeira individual do artista na Bahia, no Bar Anjo Azul, famoso espa\u00e7o inaugurado no ano anterior pelo antiqu\u00e1rio Jos\u00e9 de Souza Pedreira e decorado com afrescos de Carlos Bastos.<br \/>\nCaryb\u00e9 pertence \u00e0 primeira gera\u00e7\u00e3o modernista da Bahia, representada em um primeiro momento por Mario Cravo J\u00fanior, Genaro de Carvalho e Carlos Bastos, e \u00e0 qual se juntaram em seguida Caryb\u00e9, Rubem Valentim, Lygia Sampaio e Jenner Augusto, dentre outros.<br \/>\nCaryb\u00e9 foi um artista que exercitou magistralmente diversas t\u00e9cnicas, assomou seu talento e seu desenho \u00e1gil aos esfor\u00e7os renovadores da primeira gera\u00e7\u00e3o moderna da Bahia, incluindo a realiza\u00e7\u00e3o de in\u00fameros murais e ilustra\u00e7\u00f5es para livros.<br \/>\nCaryb\u00e9 teve dois filhos: Ramiro Bernab\u00f3, nascido em Buenos Aires em 1947 e que mais tarde tornar-se-ia escultor, e Solange, nascida em 1953, mesmo ano em que executa os murais em esgrafito sobre reboco fresco no antigo Cine Guarani (hoje Espa\u00e7o Ita\u00fa de Cinema \u2013 Glauber Rocha). Neste mural retrata \u00edndios guaranis estilizados ca\u00e7ando e guerreando e, com esta obra, inicia uma prof\u00edcua e constante produ\u00e7\u00e3o de grandes dimens\u00f5es f\u00edsicas e em t\u00e9cnicas variadas, em espa\u00e7os p\u00fablicos e privados ao longo da d\u00e9cada de 1960, dentre as quais podem ser citadas: o mural em concreto da fachada lateral do Edif\u00edcio Desembargador Br\u00e1ulio Xavier, na Pra\u00e7a Castro Alves, em Salvador; o mural em concreto para a f\u00e1brica da Willys, em Recife, Pernambuco; o mural em \u00f3leo sobre madeira para o Banerj, no Rio de Janeiro; o mural em concreto para o Bradesco, na rua Chile, em Salvador; e as 27 fabulosas pranchas em madeira para o Banco da Bahia, intituladas Os orix\u00e1s, remanejadas para o Museu Afro-Brasileiro da Ufba, no Terreiro de Jesus, em Salvador, ap\u00f3s a extin\u00e7\u00e3o do banco.<br \/>\nCaryb\u00e9 afirmou em 1973 ao jornal paulistano \u00daltima Hora que gostava de ouvir a opini\u00e3o dos outros, acatava as sugest\u00f5es de carpinteiros, ferreiros ou pedreiros com os quais trabalhava e sabia quando um mural estava indo bem quando o servente de pedreiro lhe fazia alguma pergunta sobre a obra. Segundo Jenner Augusto, Caryb\u00e9 \u201csonhava com um movimento muralista semelhante ao do M\u00e9xico\u201d e o pr\u00f3prio artista declarou ainda em 1973 ao jornal \u00daltima Hora: \u201cSou mais muralista que pintor, preferindo fazer as coisas que sejam para todo mundo, que um quadro que fique numa sala compondo ambiente\u201d e caracterizava-se \u201cSou um oper\u00e1rio do pincel e trabalho uma m\u00e9dia de quatorze horas por dia\u201d.<br \/>\nEm 1955 ganha o Primeiro Pr\u00eamio Nacional de Desenho na 3\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo. A Bienal o homenagearia com Sala Especial na sua sexta edi\u00e7\u00e3o, em 1961.<br \/>\nNaturaliza-se brasileiro aos 46 anos, em 1957 e, neste mesmo ano, \u00e9 confirmado Ob\u00e1 de Xang\u00f3 do Terreiro Il\u00ea Ax\u00e9 Op\u00f4 Afonj\u00e1.<br \/>\nOs elementos principais na obra de Caryb\u00e9 s\u00e3o o movimento e o ritmo. Variava pintando no cavalete durante um ano, revezando depois com a xilogravura, da\u00ed passando para o mosaico e assim deu continuidade \u00e0 sua produ\u00e7\u00e3o, conforme noticiado em O Globo, em 16 de junho de 1971. Sua pintura se ocupava do povo, \u201cpovo\u201d entendido n\u00e3o como miser\u00e1vel, mas como dono tanto do espa\u00e7o nos quadros como do ch\u00e3o onde pisam, arte \u00e0 qual o cr\u00edtico baiano Wilson Rocha destaca que \u201c[&#8230;] o povo se encontra e se reconhece nela\u201d.<br \/>\nA obra liter\u00e1ria de Jorge Amado (1912-2001) incentivou muitos dos seus leitores a visitar a Bahia e, dentre estes, estava Caryb\u00e9. Quando Caryb\u00e9 veio a primeira vez \u00e0 Bahia, em 1938, j\u00e1 havia lido Jubiab\u00e1 \u201ce n\u00e3o acreditava que a cidade fosse assim. Acontece que, para minha surpresa, era como Jorge Amado descrevia\u201d. Segundo a vi\u00fava do artista, Nancy Bernab\u00f3, foi neste mesmo ano que ele conheceu o escritor com quem manteria estreito v\u00ednculo de amizade e, adicional a isso, ilustrou v\u00e1rios livros de Jorge Amado ou edi\u00e7\u00f5es especiais com tiragens limitadas, a exemplo do \u00e1lbum Das visita\u00e7\u00f5es na Bahia, de 1974, para o qual Caryb\u00e9 criou sete xilogravuras.<br \/>\nOs 70 anos de idade do artista foram comemorados no dia oito de maio de 1981 por cerca de 15 mil pessoas que comparecem ao Largo do Pelourinho.<br \/>\nCaryb\u00e9 falece em Salvador, em primeiro de outubro de 1997, deixando um significativo acervo de obras que ilustram os valores art\u00edsticos modernistas e as culturas popular e religiosa baianas.<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.dicionario.belasartes.ufba.br\/wp\/verbete\/carybe\/\">http:\/\/www.dicionario.belasartes.ufba.br\/wp\/verbete\/carybe\/<\/p>\n<p><\/a><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-02.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-232\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-02-300x181.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 02\" width=\"300\" height=\"181\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-02-300x181.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-02-768x464.jpg 768w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-02-205x124.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-02.jpg 835w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nSALVADOR 467 ANOS<\/p>\n<p>CARYB\u00c9 &#8211; Panor\u00e2mica de Salvador, 1950. T\u00eampera sobre parede, 2 x 6 m. Escola Classe II, bairro de Pero Vaz, Salvador<\/p>\n<p>Fonte: Dicion\u00e1rio Manuel Querino de Arte na Bahia (<a href=\"http:\/\/www.dicionario.belasartes.ufba.br\/wp\/?verbete=carybe&amp;letra&amp;key=caryb%C3%A9&amp;onde=tudo\">http:\/\/www.dicionario.belasartes.ufba.br\/wp\/?verbete=carybe&amp;letra&amp;key=caryb\u00e9&amp;onde=tudo<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-03.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-233\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-03-183x300.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 03\" width=\"183\" height=\"300\" \/><\/a><br \/>\n<span style=\"color: #141823\">Em 2014, jornal Correio publicou cole\u00e7\u00e3o As Sete Portas da Bahia.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-04.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-234\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-04-162x300.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 04\" width=\"162\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-04-162x300.jpg 162w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-04-554x1024.jpg 554w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-04-205x379.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-04.jpg 620w\" sizes=\"(max-width: 162px) 100vw, 162px\" \/><\/a><br \/>\nAncelmo Gois e Vera Barroso apresentam o programa De L\u00e1 Pra C\u00e1, da TV Brasil, que homenageou Caryb\u00e9 em abril de 2011, ano de seu centen\u00e1rio. Com entrevistas de Emanoel Ara\u00fajo, Anna Paola Baptista, Sylvia Athayde, Lan e imagens de arquivo do pr\u00f3prio Caryb\u00e9. Confira uma mat\u00e9ria do CORREIO sobre a rela\u00e7\u00e3o entre Mario Cravo e Caryb\u00e9:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.correio24horas.com.br\/detalhe\/noticia\/carybe-e-mario-cravo-dividiram-amor-pela-arte-e-cultura-baiana\/?cHash=b9df56493cc32641254cf2800bb46a42\">http:\/\/www.correio24horas.com.br\/detalhe\/noticia\/carybe-e-mario-cravo-dividiram-amor-pela-arte-e-cultura-baiana\/?cHash=b9df56493cc32641254cf2800bb46a42<br \/>\n<span style=\"color: #141823\">Quadro Tra\u00e7ando Arte, da TV R\u00e1 Tim Bum (TV Cultura-SP) apresenta Caryb\u00e9 para as crian\u00e7as:<\/span>https:\/\/www.facebook.com\/InstitutoCarybe\/videos\/2770607238281\/<br \/>\n<span style=\"color: #141823\">Programa De L\u00e1 Pra C\u00e1, da TV Brasil, homenageou Caryb\u00e9 em abril de 2011, ano de seu centen\u00e1rio:<\/span><\/a><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/InstitutoCarybe\/videos\/312546082149668\/\">https:\/\/www.facebook.com\/InstitutoCarybe\/videos\/312546082149668\/<\/a><a href=\"http:\/\/www.correio24horas.com.br\/detalhe\/noticia\/carybe-e-mario-cravo-dividiram-amor-pela-arte-e-cultura-baiana\/?cHash=b9df56493cc32641254cf2800bb46a42\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-05.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-235\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-05-300x300.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 05\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-05-300x300.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-05-150x150.jpg 150w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-05-40x40.jpg 40w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-05-275x275.jpg 275w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-05-205x205.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-05.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\n<\/span>Foto: Gerard L. Fortin. \u00a0Fonte: Caryb\u00e9, 1989.<br \/>\nDispon\u00edvel em: Dicion\u00e1rio Manuel Querino de Arte da Bahia.<br \/>\nImagem de fundo: Panor\u00e2mica de Salvador (1950).<br \/>\nFonte:\u00a0Dicion\u00e1rio Manuel Querino de Arte da Bahia.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-06.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-236\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-06-300x209.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 06\" width=\"300\" height=\"209\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-06-300x209.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-06-768x536.jpg 768w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-06-205x143.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-06.jpg 960w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\n<span style=\"color: #141823\">Na foto, M\u00e3e Senhora e Caryb\u00e9, no Il\u00ea Ax\u00e9 Op\u00f4 Afonj\u00e1.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-07.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-237\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-07-300x300.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 07\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-07-300x300.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-07-150x150.jpg 150w, 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srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-08-300x300.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-08-150x150.jpg 150w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-08-40x40.jpg 40w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-08-275x275.jpg 275w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-08-205x205.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-08.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nFonte: <a href=\"www.carybe.com.br\">www.carybe.com.br<br \/>\n<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-09.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-239\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-09-300x193.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 09\" width=\"300\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-09-300x193.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-09-768x494.jpg 768w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-09-205x132.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-09.jpg 960w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nCaryb\u00e9 na poesia de Vin\u00edcius de Moraes!<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 argentino, \u00e9 brasileiro<br \/>\n\u00c9 quichua, \u00e9 asteca, \u00e9<br \/>\nInca, \u00e9 carioca por bossa<br \/>\nMas \u00e9 baiano por f\u00e9.<\/p>\n<p>\u00c9 amigo do mundo inteiro<br \/>\nMenos de quem n\u00e3o d\u00e1 p\u00e9.<br \/>\nCanta cantigas de Cuzco<br \/>\nDa Havana e do Trememb\u00e9.<\/p>\n<p>\u00c9 um sambista milongueiro<br \/>\nBate um viol\u00e3o de terreiro<br \/>\nE \u00e9 santo de candombl\u00e9.<br \/>\n\u00c9 um compadre capoeiro<br \/>\nLegal!-berimbau de mestre!<\/p>\n<p>\u00c9 pintor que pinta porta<br \/>\nPinta parede, janela<br \/>\nPinta mar e pinta peixe<\/p>\n<p>Pinta a pesca do xar\u00e9u!<br \/>\n(Pintor que pinta Maria<br \/>\nE pinta at\u00e9 Isabel)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-10.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-240\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-10-300x300.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 10\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-10-300x300.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-10-150x150.jpg 150w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-10-40x40.jpg 40w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-10-275x275.jpg 275w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-10-205x205.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-10.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nFonte: <a href=\"www.carybe.com.br\">www.carybe.com.br<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-11.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-241\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-11-300x220.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 11\" width=\"300\" height=\"220\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-11-300x220.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-11-768x563.jpg 768w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-11-205x150.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-11.jpg 960w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nPainel em concreto de Carybe, para a Willys Nordeste, em Jaboat\u00e3o (PE).<br \/>\n1\u00aa montadora de autom\u00f3veis da regi\u00e3o nordeste do Brasil (1966)<br \/>\nFoto: Acervo \u00a9Instituto Caryb\u00e9<br \/>\nDisponivel em:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html\">http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html<br \/>\n<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-12.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-242\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-12-300x300.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 12\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-12-300x300.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-12-150x150.jpg 150w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-12-40x40.jpg 40w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-12-275x275.jpg 275w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-12-205x205.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-12.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nFonte:<a href=\"www.carybe.com.br\"> www.carybe.com.br<\/p>\n<p><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-13.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-243\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-13-300x198.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 13\" width=\"300\" height=\"198\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-13-300x198.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-13-768x508.jpg 768w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-13-205x136.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-13.jpg 960w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nCaryb\u00e9 trabalhando.<br \/>\nFotos: Acervo \u00a9Instituto Caryb\u00e9<br \/>\nDispon\u00edveis em: <a href=\"http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html\">http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html<\/p>\n<p><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-14.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-244\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-14-205x300.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 14\" width=\"205\" height=\"300\" \/><\/a><br \/>\nCaryb\u00e9 trabalhando.<br \/>\nFotos: Acervo \u00a9Instituto Caryb\u00e9<br \/>\nDispon\u00edveis em:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html\">http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-15.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-245\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-15-300x215.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 15\" width=\"300\" height=\"215\" \/><\/a><br \/>\nCaryb\u00e9 trabalhando.<br \/>\nFotos: Acervo \u00a9Instituto Caryb\u00e9<br \/>\nDispon\u00edveis em:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html\">http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-16.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-246\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-16-300x150.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 16\" width=\"300\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-16-300x150.jpg 300w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-16-205x103.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-16.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nCaryb\u00e9 trabalhando.<br \/>\nFotos: Acervo \u00a9Instituto Caryb\u00e9<br \/>\nDispon\u00edveis em:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html\">http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-17.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-247\" src=\"http:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-17-205x300.jpg\" alt=\"caryb\u00e9 17\" width=\"205\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-17-205x300.jpg 205w, https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2016\/04\/carybe-17.jpg 656w\" sizes=\"(max-width: 205px) 100vw, 205px\" \/><\/a><br \/>\nJorge Amado, Caryb\u00e9 e Caymmi: todos tr\u00eas Doutores (Honoris Causa) pela UFBA.<\/p>\n<p>Foto: Acervo \u00a9Instituto Caryb\u00e9<br \/>\nDisponivel em:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html%20\">http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2011\/02\/arte-de-carybe-sua-paixao-pela-bahia.html\u00a0<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caryb\u00e9 &#8211; Dados biogr\u00e1ficos (Texto editado a partir do verbete &#8220;Caryb\u00e9&#8221; do Dicion\u00e1rio Manuel Querino de Arte na Bahia, escrito por Dilson Midlej) Caryb\u00e9 (Hector Julio P\u00e1ride Bernab\u00f3) nasceu em Lan\u00fas, prov\u00edncia de Buenos Aires, Argentina, em 7 de fevereiro de 1911, filho do italiano Enea Bernab\u00f3 e da ga\u00facha Constantina cuja fam\u00edlia provinha tanto &hellip; <a href=\"https:\/\/blog.ufba.br\/calendariodasartes\/calendario\/2903-carybe\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">29\/03 CARYB\u00c9<\/span> <span 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